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Foram encontradas 100 questões.

695552 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: QUADRIX
Orgão: EBC

Qual o tom padrão usado para alinhamento do nível de áudio entre diversos equipamentos?

 

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Este equipamento serve para manter o computador ligado quando há falta de energia elétrica, evitando assim que se percam os trabalhos em produção. Nas residências e pequenas empresas, este equipamento normalmente mantém o computador e outros aparelhos elétricos essenciais ligados por um pouco mais que o tempo necessário para se salvarem os trabalhos e desligar o computador com segurança. O equipamento citado é conhecido como:

 

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A revista alemã Der Spiegel piorou a situação dos EUA em relação ao escândalo de espionagem norte-americano ao redor do mundo. Na noite deste sábado (29/06) o periódico - que será publicado amanhã - revelou que a NSA (Agência Nacional de Segurança) também espiou as comunicações . Segundo a imprensa europeia, a Der Spiegel teve acesso aos documentos vazados pelo ex-funcionário da CIA, Edward Snowden. A acusação feita pela revista tem como base documentos de 2010, quando o departamento de Inteligência dos EUA trocou informações consideradas "estritamente confidenciais", narrando a espionagem de encontros diplomáticos. Além de grampos nos sistemas de informática, Washington utilizou microfones e câmeras nos prédios a fim de ter acesso aos assuntos discutidos nas reuniões (operamundi.uol.com. br,29/06/2013).

A alternativa que completa corretamente a lacuna é:

 

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No Microsoft Word 2010 em português é possível personalizar a maneira como os documentos são salvos em um único lugar. Dentre as configurações que podem ser definidas nesse local, estão:

- Escolha do formato em que os arquivos serão salvos por padrão;

- O intervalo de tempo em minutos entre cada gravação de informações de Auto Recuperação;

- O local padrão onde os arquivos serão salvos.

Para se chegar ao local onde estão disponíveis essas configurações, clica-se:

 

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O capital social da EBC é de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), dividido em duzentas mil ações ordinárias nominativas e sem valor nominal. Assinale a alternativa incorreta.

 

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A Pintura das Ruas

Há duas coisas no mundo verdadeiramente fatigantes: ouvir um tenor célebre e conversar com pessoas notáveis. Eu tenho medo de pessoas notáveis. Se a notabilidade reside num cavalheiro dado à poesia, ele e Lecomte de Lisle, ele e Baudelaire, ele e Apolonius de Rodes desprezam a crítica e o Sr. José Veríssimo; se o sucesso acompanha o indivíduo dado à crítica, este país é uma cavalariça sem palafreneiros; e se por acaso a fama, que os romanos sábios confundiam com o falso boato, louva os trabalhos de um pintor, ele como Mantegna, ele como Leonardo Da Vinci, ele como todos os grandes, tem uma vida de tormentos, de sacrifícios, de ataque aos seus processos; e jamais se julga recompensado pelo governo, pelo país, pelos contemporâneos, de ter nascido numa terra de bugres e numa época de revoltante mercantilismo. E fatigante e talvez pouco útil. Um homem absoluta, totalmente notável só é aceitável através do cartão-postal

- porque afinal fala de si, mas fala pouco. Foi, pois, com susto que ontem, domingo, recebi a proposta de um amigo:

- Vamos ver as grandes decorações dos pintores da cidade?

- Heim? Estás decididamente desvairando. As grandes decorações? Uma visita aos ateliers?

- Não; a outros locais.

- E havemos de encontrar celebridades?

- Pois está claro. Não há cidade no mundo onde haja mais gente célebre que a cidade de S. Sebastião. Mas não penses que te arrasto a ver algum Vítor Meireles, alguns Castagnetto apócrifos ou os trabalhos aclamados pelos jornais. Não! Não é isso. Vamos ver, levemente e sem custo, os pintores anônimos, os pintores da rua, os heróis da tabuleta, os artistas da arte prática. E curiosíssimo. Há lições de filosofia nos borrões sem perspectiva e nas "botas" sem desenho. Encontrarás a confusão da populaça, os germes de todos os gêneros, todas as escolas e, por fim, muito menos vaidade que na arte privilegiada.

Era domingo, dia em que o trabalho é castigar o corpo com as diversões menos divertidas. Saí, devagar e a pé, a visitar bodegas reles, lugares bizarros, botequins inconcebíveis, e vim arrasado de confusão cerebral e de encanto. Quantos pintores pensa a cidade que possui? A estatística da Escola é falsíssima. Em cada canto de rua depara a gente com a obra de um pintor, cuja existência é ignorada por toda a gente.

O meu amigo começou por pequenas amostras da arte popular, que eu vira sempre sem prestar atenção: os macacos trepados em pipas de parati, homens de olho esbugalhado mostrando, sob o verde das parreiras, a excelência de um quinto de vinho, umas mulheres com molhos de trigo na mão apainelando interiores de padarias e talvez recordando Ceres, a fecunda. Depois iniciou a parte segunda:

- Vamos entrar agora nas composições das marinhas. Os pintores populares afirmam a sua individualidade pintando a Guanabara e a praia de Icaraí. Por essas pinturas é que se vê quanto o "ponto de vista" influi. Há o Pão de Açúcar redondo como uma bola, no Estácio; há o Pão de Açúcar do feitio de uma valise no Andaraí; e encontras o mesmo Pão, comprido e fino, em S. Cristóvão. O povo tem uma alta noção dos nossos destinos navais; a sua opinião é exatamente a mesma que a do ministro da marinha - rumo ao mar! Por isso, não há Guanabara pintada pelos cenógrafos da calçada que não tenha à entrada da barra um vaso de guerra. A parreira como o bêbado tem uma conclusão fatal: carga ao mar! [...]

(João do Rio. A alma encantadora das ruas. www.dominiopublico.gov.br-acesso em 10/07/13)

Sobre o texto, analise as afirmações.

I. O enunciador considera que ouvir um tenor célebre é tão relaxante quanto conversar com uma pessoa célebre.

II. O léxico escolhido e as construções sintáticas que se apresentam na crônica, são indicadores inequívocos de que se trata de um texto produzido nos tempos da expansão da internet.

III. Ao afirmar que "se por acaso a fama, que os romanos sábios confundiam com o falso boato, louva os trabalhos de um pintor, ele como Mantegna, ele como Leonardo Da Vinci, ele como todos os grandes, tem uma vida de tormentos", o enunciador aproxima os pintores notáveis de uma maneira geral de outros, muito conhecidos, para mostrar que tanto uns quanto outros têm vidas confortáveis, resultado da fama.

Pode-se afirmar que:

 

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466079 Ano: 2013
Disciplina: Comunicação Social
Banca: QUADRIX
Orgão: EBC

Em uma atividade externa o diretor de cena orientou que fossem levadas duas câmeras camcorders, porém ele pediu ao auxiliar operacional que garanta que o "TIMECODE" seja o mesmo em ambas as câmeras. Informou, ainda, que só falta conectar o cabo e que o menu da câmera 2 está configurado para "TC Externo". Para essa demanda, é correto afirmar que:

 

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[...] O secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, classificou o ato de "absurdo" durante a vistoria do primeiro dia da faixa exclusiva de ônibus na Avenida Paulista. Segundo ele, a cidade vêm "sofrendo bastante com essas manifestações".

(www.estadao.com.br- acesso em 10/07/13)

Sobre a forma verbal "vêm", que aparece no excerto, pode-se afirmar corretamente que:

 

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A Pintura das Ruas

Há duas coisas no mundo verdadeiramente fatigantes: ouvir um tenor célebre e conversar com pessoas notáveis. Eu tenho medo de pessoas notáveis. Se a notabilidade reside num cavalheiro dado à poesia, ele e Lecomte de Lisle, ele e Baudelaire, ele e Apolonius de Rodes desprezam a crítica e o Sr. José Veríssimo; se o sucesso acompanha o indivíduo dado à crítica, este país é uma cavalariça sem palafreneiros; e se por acaso a fama, que os romanos sábios confundiam com o falso boato, louva os trabalhos de um pintor, ele como Mantegna, ele como Leonardo Da Vinci, ele como todos os grandes, tem uma vida de tormentos, de sacrifícios, de ataque aos seus processos; e jamais se julga recompensado pelo governo, pelo país, pelos contemporâneos, de ter nascido numa terra de bugres e numa época de revoltante mercantilismo. E fatigante e talvez pouco útil. Um homem absoluta, totalmente notável só é aceitável através do cartão-postal

- porque afinal fala de si, mas fala pouco. Foi, pois, com susto que ontem, domingo, recebi a proposta de um amigo:

- Vamos ver as grandes decorações dos pintores da cidade?

- Heim? Estás decididamente desvairando. As grandes decorações? Uma visita aos ateliers?

- Não; a outros locais.

- E havemos de encontrar celebridades?

- Pois está claro. Não há cidade no mundo onde haja mais gente célebre que a cidade de S. Sebastião. Mas não penses que te arrasto a ver algum Vítor Meireles, alguns Castagnetto apócrifos ou os trabalhos aclamados pelos jornais. Não! Não é isso. Vamos ver, levemente e sem custo, os pintores anônimos, os pintores da rua, os heróis da tabuleta, os artistas da arte prática. E curiosíssimo. Há lições de filosofia nos borrões sem perspectiva e nas "botas" sem desenho. Encontrarás a confusão da populaça, os germes de todos os gêneros, todas as escolas e, por fim, muito menos vaidade que na arte privilegiada.

Era domingo, dia em que o trabalho é castigar o corpo com as diversões menos divertidas. Saí, devagar e a pé, a visitar bodegas reles, lugares bizarros, botequins inconcebíveis, e vim arrasado de confusão cerebral e de encanto. Quantos pintores pensa a cidade que possui? A estatística da Escola é falsíssima. Em cada canto de rua depara a gente com a obra de um pintor, cuja existência é ignorada por toda a gente.

O meu amigo começou por pequenas amostras da arte popular, que eu vira sempre sem prestar atenção: os macacos trepados em pipas de parati, homens de olho esbugalhado mostrando, sob o verde das parreiras, a excelência de um quinto de vinho, umas mulheres com molhos de trigo na mão apainelando interiores de padarias e talvez recordando Ceres, a fecunda. Depois iniciou a parte segunda:

- Vamos entrar agora nas composições das marinhas. Os pintores populares afirmam a sua individualidade pintando a Guanabara e a praia de Icaraí. Por essas pinturas é que se vê quanto o "ponto de vista" influi. Há o Pão de Açúcar redondo como uma bola, no Estácio; há o Pão de Açúcar do feitio de uma valise no Andaraí; e encontras o mesmo Pão, comprido e fino, em S. Cristóvão. O povo tem uma alta noção dos nossos destinos navais; a sua opinião é exatamente a mesma que a do ministro da marinha - rumo ao mar! Por isso, não há Guanabara pintada pelos cenógrafos da calçada que não tenha à entrada da barra um vaso de guerra. A parreira como o bêbado tem uma conclusão fatal: carga ao mar! [...]

(João do Rio. A alma encantadora das ruas. www.dominiopublico.gov.br-acesso em 10/07/13)

Releia a seguinte fala:

"- Heim? Estás decididamente desvairando. As grandes decorações? Uma visita aos ateliers?"

A forma verbal "estás":

 

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A Praça

A praça da Figueira de manhã,

Quando o dia é de sol (como acontece

Sempre em Lisboa), nunca em mim esquece,

Embora seja uma memória vã.

Há tanta coisa mais interessante

Que aquele lugar lógico e plebeu,

Mas amo aquilo, mesmo aqui ... Sei eu

Por que o amo? Não importa. Adiante ...

Isto de sensações só vale a pena

Se a gente se não põe a olhar para elas.

Nenhuma delas em mim serena ...

De resto, nada em mim é certo e está

De acordo comigo próprio. As horas belas

São as dos outros ou as que não há.

(www.dominiopublico.gov.br)

Em relação à acentuação gráfica, pode-se afirmar que "lógico" é acentuado pela mesma razão de:

 

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