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Foram encontradas 50 questões.

724098 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Enunciado 2965026-1

Juliano Pinto, a 29-year-old with complete paralysis of the lower trunk, performed the symbolic kick-off at the Corinthians Arena in Sao Paulo, during the 2014 FIFA World Cup. Using his robotic suit, Mr Pinto kicked the official ball a short distance along a mat laid down by the touchline.

His robotic exoskeleton was created by a team of more than 150 researchers led by Brazilian neuroscientist Dr Miguel Nicolelis. The neuroscientist, who is based at Duke University in the US, is a leading figure in the field of brain-machine interfaces. In breakthrough work published in 2003, he showed that monkeys could control the movement of virtual arms on an avatar using just their brain activity.

Dr Nicolelis had been training eight patients at his lab in Sao Paulo, all of whom were over 20 years of age, with the oldest about 35. "It's the first time an exoskeleton has been controlled by brain activity and offered feedback to the patients," Dr Nicolelis said. "Doing a demonstration in a stadium is something very much outside our routine in robotics. It's never been done before."

The exoskeleton uses a cap placed on the patient's head to pick up brain signals and relay them to a computer in the exoskeleton's backpack. This then decodes the signals and sends them to the legs. The robotic suit is powered by hydraulics, and a battery in the backpack allows for approximately two hours of use. "The basic idea is that we are recording from the brain and then that signal is being translated into commands for the robot to start moving," Dr Gordon Cheng, a member of the team, told the BBC.

Dr Cheng led the development of a form of artificial skin for the exoskeleton. This skin consists of flexible printed circuit boards, each containing pressure, temperature and speed sensors.

It is applied on the soles of the feet and allows the patient to receive tactile stimulation when walking with the exoskeleton. When the robotic suit starts to move and touches the ground, signals are transmitted to an electronic vibration device on the patient's arm, which stimulates their skin.

After lots of practice, the brain starts associating the movements of the legs with the vibration in the arm. In theory, the patient should start to develop the sensation that they have legs and that they are walking.

The suit has been named Bra-Santos Dumont, which combines the three-letter designation for Brazil and Alberto Santos Dumont, the aviation pioneer who was born in the country's southern state of Minas Gerais.

MARTINS, Alejandra; RINCON, Paul. Paraplegic in robotic suit kicks off World Cup.
Disponível em: <www.bbc.com/news/science-environment-27812218>. Acesso em: 20
ago. 2015. Adaptado.

Fill in the parentheses with T (True) or F (False).

About Juliano Pinto, it’s correct to say:

( ) He is paralyzed from the waist down.

( ) In order to kick the ball, he wore a robotic suit controlled by his mind.

( ) He needed no special training to perform the experience with the robotic suit.

( ) He managed to kick the ball from one side to the other of the football field.

The correct sequence, from top to bottom, is

 

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724097 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Enunciado 2965025-1

ISTOÉ. Disponível em: <https://www.google.com.br/?gws_rd=ss#q=isto%C3%A9++medicode
bolso>. Acesso em: 29 ago. 2015.

A análise dos aspectos verbais e não verbais da capa da revista em destaque permite inferir que o enunciador

 

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724096 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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O artista inconfessável

Fazer o que seja é inútil.
Não fazer nada é inútil.
Mas entre fazer e não fazer
mais vale o inútil do fazer.
Mas não, fazer para esquecer
que é inútil: nunca o esquecer.
Mas fazer o inútil sabendo
que ele é inútil, e bem sabendo
que é inútil e que seu sentido
não será sequer pressentido,
fazer: porque ele é mais difícil
do que não fazer, e difícilmente
se poderá dizer
com mais desdém, ou então dizer
mais direto ao leitor Ninguém
que o feito o foi para ninguém.

MELO NETO, João Cabral de. O artista inconfessável. SECCHIN, Antônio Carlos
(Org). João Cabral de Mello Neto (seleções). São Paulo: Global Editora. Disponível em:
<http://culturanavegante.blogspot.com.br/2010/11/o-artista-inconfessavel-joao-cabral-de.
html.>. Acesso em: 29 ago. 2015.

Os versos de João Cabral de Melo Neto revelam um eu poético

 

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724095 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Oi, mãe, já terminando de almoçar?(a)
Oh, meu filho, me dê um abraço. Ah, que bom...

Quando foi que você chegou?

Estou chegando(b) agora, mãe.

Como foi de viagem?
Eu não estava viajando, mãe.
Você precisa tomar cuidado com essas viagens, as estradas estão muito perigosas.

Mas eu já disse, mãe, não estava viajando. Eu não viajo quase(c) nunca. Faz(d) anos que não viajo para lugar nenhum.

Agora, deixe a moça tirar o prato, os talheres, logo vem um pratinho para a senhora comer a sobremesa.(e)

E o queijo?

Aqui também, não ia me esquecer de que a senhora gosta de comer doce com queijo.

Sempre gostei, desde menina. Quer saber uma coisa engraçada, meu filho?

Quero, mãe.

Hoje eu só me lembro bem de coisas daquele tempo velho. De outras, eu esqueço. Depois dos doces, um cafezinho, não é?

Claro. Aliás, trouxe também café, já o entreguei a D. Delza.

Café é bom, meu pai dizia. Café e outra coisa...

O que era mesmo?

Eu sei que outra coisa era, quer que eu diga?
Não.

Então não digo.
Já sei: azeite doce.
Isso mesmo. Sim, são coisas boas.
Você também gosta?
Aprendi a gostar com a senhora.
Quando meu pai morreu, eu era muito pequena.
Eu sei. Tinha seis anos.
Você tinha seis anos?
Não: a senhora.
Você se lembra?
Lembro a senhora dizendo isso.
Minha mãe também morreu.
Eu sei.
Quem lhe contou?
Mãe, minha avó morreu há mais de vinte anos.
Sua avó?
Minha avó, sim, sua mãe.
É verdade. Sua avó. Mas você está enganado, meu filho, ela morreu agora.

Agora?
Nestes dias.
Mãe...

ESPINHEIRA FILHO, Rui. Visita. O Sonho dos Anjos (contos reunidos e inéditos). Salvador-
Ba: Caramurê Publicações. 2014. p. 57-59. Adaptado.

Considerando-se a análise das formas verbais presentes no texto, é correto afirmar:

 

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724083 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Oi, mãe, já terminando de almoçar?
Oh, meu filho, me dê um abraço. Ah, que bom...

Quando foi que você chegou?

Estou chegando agora, mãe.

Como foi de viagem?
Eu não estava viajando, mãe.
Você precisa tomar cuidado com essas viagens, as estradas estão muito perigosas.

Mas eu já disse, mãe, não estava viajando. Eu não viajo quase nunca. Faz anos que não viajo para lugar nenhum.

Agora, deixe a moça tirar o prato, os talheres, logo vem um pratinho para a senhora comer a sobremesa.

E o queijo?

Aqui também, não ia me esquecer de que a senhora gosta de comer doce com queijo.

Sempre gostei, desde menina. Quer saber uma coisa engraçada, meu filho?

Quero, mãe.

Hoje eu só me lembro bem de coisas daquele tempo velho. De outras, eu esqueço. Depois dos doces, um cafezinho, não é?

Claro. Aliás, trouxe também café, já o entreguei a D. Delza.

Café é bom, meu pai dizia. Café e outra coisa...

O que era mesmo?

Eu sei que outra coisa era, quer que eu diga?
Não.

Então não digo.
Já sei: azeite doce.
Isso mesmo. Sim, são coisas boas.
Você também gosta?
Aprendi a gostar com a senhora.
Quando meu pai morreu, eu era muito pequena.
Eu sei. Tinha seis anos.
Você tinha seis anos?
Não: a senhora.
Você se lembra?
Lembro a senhora dizendo isso.
Minha mãe também morreu.
Eu sei.
Quem lhe contou?
Mãe, minha avó morreu há mais de vinte anos.
Sua avó?
Minha avó, sim, sua mãe.
É verdade. Sua avó. Mas você está enganado, meu filho, ela morreu agora.

Agora?
Nestes dias.
Mãe...

ESPINHEIRA FILHO, Rui. Visita. O Sonho dos Anjos (contos reunidos e inéditos). Salvador-
Ba: Caramurê Publicações. 2014. p. 57-59. Adaptado.

Mesmo sem a presença do sujeito narrador, a coerência e a linearidade narrativa se desenvolvem por meio

 

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724079 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Enunciado 2965021-1

NÃO FIQUE em silêncio. Disponível em: <http://imagem.vermelho.org.br/biblioteca/2911_
ms71615.jpg>. Acesso em: 20 ago. 2015.

A campanha institucional em destaque, em sua frase de impacto “Não fique em silêncio”, traz a desconstrução de um discurso formal e tradicional, próprio do ambiente hospitalar, gerando um novo contexto temático, que se propõe a

 

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724077 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Um dos maiores problemas das cidades grandes é a solidão. Quanto maior a cidade,(a) maior o isolamento das pessoas de todas as idades,(a) e (b) principalmente as idosas, cujos filhos(b) ou parentes partiram em busca de suas próprias vidas. Os filhos casam, os parceiros viajam antes do tempo normal, ocorrem divórcios e separações pelo desgaste dos relacionamentos, e assim por diante. Percebendo ou não, sofrendo ou não, um dia a gente se surpreende morando só.

Todos conhecem as vantagens e desvantagens da solidão. A liberdade, o direito de escolher o livro, o programa de televisão, o filme, o que fazer nas horas vagas, sem o inconveniente de outras pessoas exercendo também o mesmo direito, num mesmo ambiente, atrapalhando nosso desfrute.

As desvantagens são incontáveis, talvez em maior número. Não ter com quem dividir os sentimentos é o mais premente.

Uma colega de trabalho me relatou que o maior sonho de sua vida seria alugar alguns filmes e passar uns três dias em casa. Marido e filha não permitem. Fiz a experiência, ou melhor,(c) tentei.

Uma coisa é ver um filme no cinema, em casa não tem graça. E quando tentei a solidão experimental, permanecendo um fim de semana em casa, foi também a pior experiência. Caiu de vez a tese(d) que tentava defender que a gente pode viver bem,(d) sem depender de ninguém. Na verdade, a solidão é boa em algumas circunstâncias, ruim em outras. Num determinado momento pode ser conveniente, mas(e) já me convenci de que não deve ser adotada como estilo de vida.

TINÉ, Flávio. Solidão experimental. Disponível em: <http://blogdotine.blogspot.com.br/2014/
12/solidao-experimental.html>. Acesso em: 25 ago. 2015. Adaptado.

Considerando-se os elementos que garantem a progressão textual, é correto afirmar:

 

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724076 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Um dos maiores problemas das cidades grandes é a solidão. Quanto maior a cidade, maior o isolamento das pessoas de todas as idades, principalmente as idosas, cujos filhos ou parentes partiram em busca de suas próprias(a) vidas.(a) Os filhos casam, os parceiros viajam antes do tempo normal, ocorrem(b) divórcios e separações(c) pelo desgaste dos relacionamentos,(c) e assim por diante. Percebendo ou não, sofrendo ou não, um dia a gente(d) se surpreende morando só.

Todos conhecem as vantagens e desvantagens da solidão. A liberdade, o direito de escolher o livro, o programa de televisão, o filme, o que fazer nas horas vagas, sem o inconveniente de outras pessoas exercendo também o mesmo direito, num mesmo ambiente, atrapalhando nosso desfrute.

As desvantagens são incontáveis, talvez em maior número. Não ter com quem dividir os sentimentos é o mais premente.

Uma colega de trabalho me relatou que o maior sonho de sua vida seria(e) alugar alguns filmes e passar uns três dias em casa.(e) Marido e filha não permitem. Fiz a experiência, ou melhor, tentei.

Uma coisa é ver um filme no cinema, em casa não tem graça. E quando tentei a solidão experimental, permanecendo um fim de semana em casa, foi também a pior experiência. Caiu de vez a tese que tentava defender que a gente pode viver bem, sem depender de ninguém. Na verdade, a solidão é boa em algumas circunstâncias, ruim em outras. Num determinado momento pode ser conveniente, mas já me convenci de que não deve ser adotada como estilo de vida.

TINÉ, Flávio. Solidão experimental. Disponível em: <http://blogdotine.blogspot.com.br/2014/
12/solidao-experimental.html>. Acesso em: 25 ago. 2015. Adaptado.

A análise dos aspectos linguísticos do texto está correta em

 

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Questão presente nas seguintes provas
724075 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Um dos maiores problemas das cidades grandes é a solidão. Quanto maior a cidade, maior o isolamento das pessoas de todas as idades, principalmente as idosas, cujos filhos ou parentes partiram em busca de suas próprias vidas. Os filhos casam, os parceiros viajam antes do tempo normal, ocorrem divórcios e separações pelo desgaste dos relacionamentos, e assim por diante. Percebendo ou não, sofrendo ou não, um dia a gente se surpreende morando só.

Todos conhecem as vantagens e desvantagens da solidão. A liberdade, o direito de escolher o livro, o programa de televisão, o filme, o que fazer nas horas vagas, sem o inconveniente de outras pessoas exercendo também o mesmo direito, num mesmo ambiente, atrapalhando nosso desfrute.

As desvantagens são incontáveis, talvez em maior número. Não ter com quem dividir os sentimentos é o mais premente.

Uma colega de trabalho me relatou que o maior sonho de sua vida seria alugar alguns filmes e passar uns três dias em casa. Marido e filha não permitem. Fiz a experiência, ou melhor, tentei.

Uma coisa é ver um filme no cinema, em casa não tem graça. E quando tentei a solidão experimental, permanecendo um fim de semana em casa, foi também a pior experiência. Caiu de vez a tese que tentava defender que a gente pode viver bem, sem depender de ninguém. Na verdade, a solidão é boa em algumas circunstâncias, ruim em outras. Num determinado momento pode ser conveniente, mas já me convenci de que não deve ser adotada como estilo de vida.

TINÉ, Flávio. Solidão experimental. Disponível em: <http://blogdotine.blogspot.com.br/2014/
12/solidao-experimental.html>. Acesso em: 25 ago. 2015. Adaptado.

De acordo com a abordagem a que se propõe o articulista, a solidão

 

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724679 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: STRIX
Orgão: EBMSP
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Enunciado 2965054-1

Na figura, a malha é formada por quadrados do mesmo tamanho cujos lados representam ruas de determinado bairro onde o deslocamento de veículos só é permitido no sentido leste ou norte e ao longo das ruas representadas pelas linhas.

Nessas condições, o menor percurso para ir de P até R, sem passar por Q, pode ser feito por um número máximo de formas distintas igual a

Questão Anulada e Desatualizada

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