Foram encontradas 30 questões.
Most of us want to reach our true potential. We might drink a cup of coffee to stay awake and alert, or go for a run, to feel on top of the job. So where’s the harm in a pill - a “smart drug” - that can do the same thing? These so-called cognitive-enhancing drugs are usually prescribed to treat medical conditions, but known for their power to improve memory or focus.
Many people buy them over the internet, which is risky because they don’t know what they’re getting. And we also know next to nothing about the long-term effects on the brains of healthy people, particularly the young. But some scientists believe they could have a beneficial role to play in society, if properly regulated.
So who’s taking what? Newsnight and New Scientist magazine decided to run an anonymous online questionnaire of readers. They were surprised by the volume of replies, 761, of whom 38% said they had taken cognitive-enhancing drugs. Of those, nearly 40% said they had bought the drug online, and 92% said they would try it again. One student said: “I was able to write a 22-page paper in one day. I revised it over the next couple of days and got an A. Normally, I wouldn’t have even been able to get a rough draft done in a week.” Another student remarked: “Did not help me do anything but feel anxious or excited, could not sit still even 15 hours later.”
Disponível em: <www.bbc.com/news/health-15600900>. Acesso em: mar. 2017. Adaptado.
Considering the results of the survey carried out by Newsnight and New Scientist magazine about the “smart drug” consumption, it’s correct to say:
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Most of us want to reach our true potential. We might drink a cup of coffee to stay awake and alert, or go for a run, to feel on top of the job. So where’s the harm in a pill - a “smart drug” - that can do the same thing? These so-called cognitive-enhancing drugs are usually prescribed to treat medical conditions, but known for their power to improve memory or focus.
Many people buy them over the internet, which is risky because they don’t know what they’re getting. And we also know next to nothing about the long-term effects on the brains of healthy people, particularly the young. But some scientists believe they could have a beneficial role to play in society, if properly regulated.
So who’s taking what? Newsnight and New Scientist magazine decided to run an anonymous online questionnaire of readers. They were surprised by the volume of replies, 761, of whom 38% said they had taken cognitive-enhancing drugs. Of those, nearly 40% said they had bought the drug online, and 92% said they would try it again. One student said: “I was able to write a 22-page paper in one day. I revised it over the next couple of days and got an A. Normally, I wouldn’t have even been able to get a rough draft done in a week.” Another student remarked: “Did not help me do anything but feel anxious or excited, could not sit still even 15 hours later.”
Disponível em: <www.bbc.com/news/health-15600900>. Acesso em: mar. 2017. Adaptado.
Fill in the parentheses with T (True) or F (False) considering what is said about “smart drugs”.
( ) They are harmful to people’s memory.
( ) They might damage our brain.
( ) They are avoided by the entire scientific community.
( ) They are commonly used in some medical treatments.
The correct sequence, from top to bottom, is
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A cultura e a civilização
Elas que se danem, ou não
Somente me interessam
Contanto que me deixem meu licor de jenipapo
O papo das noites de São João
Somente me interessam
Contanto que me deixem meu cabelo belo
Meu cabelo belo como a juba de um leão
Contanto que me deixem ficar na minha
Contanto que me deixem ficar com minha vida na mão
Minha vida na mão, minha vida
A cultura e a civilização
Elas que se danem, ou não
Eu gosto mesmo é de comer com coentro
Eu gosto mesmo é de ficar por dentro
Como eu estive algum tempo na barriga de Claudina
Uma velha baiana cem por cento
A cultura e a civilização
Elas que se danem, ou não
GIL, Gilberto (compositor). Cultura e Civilização. Disponível em: <http://www.letras.com.br/gilberto-gil/culturae-
civilizacao>. Acesso em: mar. 2017
Na letra dessa música de Gilberto Gil, a locução conjuntiva “Contanto que”
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TEM COISAS que não podem faltar á pessoa com deficiência. Disponível em: <http://cristianafrazao.zip.net>. Acesso em: jan. 2017.
Essa campanha institucional, através do jogo de ideias entre o texto verbal e não verbal, tem como objetivo
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No Brasil, as escolas da área de saúde têm atribuição legal de formar um profissional generalista, humanista, crítico e reflexivo. Além de diagnosticar e tratar doenças, o profissional deve estabelecer empatia com as pessoas e seus processos de adoecimento, saber comunicar-se de forma ética, manter-se atualizado e ainda cuidar de sua própria saúde física e mental. Essas são habilidades e competências que vão muito além do extenso e intenso conteúdo biomédico, também necessário aos currículos da área da Saúde. E aqui entra o poder da literatura de ficção.
CESARIO, Raquel Rangel. O que a literatura ensina a Medicina. Disponível em: <http://www.cremesp.org. br>. Acesso em: fev. 2017. Adaptado.
O texto, no desenvolvimento dos seus argumentos, traz a locução “Além de”, em “Além de diagnosticar e tratar doenças”.
Por meio dessa locução, infere-se que
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QUANTO MAIS cedo, pior. Campanha publicitária. Disponível em: <http://www.tvassembleia.org/upload/ alcool471372362275.png>. Acesso em: fev. 2017..
Os números apresentados no texto são reiterados, de forma explícita, pela frase “Quanto mais cedo, pior”, que, por sua vez, denota
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Como vivemos numa sociedade capitalista de consumo, onde prevalece o interesse da díade produtor/consumidor, estamos em face de uma situação efetivamente complexa quando o assunto é mídia, saúde e doença. Com efeito, verificamos, por um lado, que saúde aparece como coletiva quando e porque é informação sobre saúde e doença publicizada pela mídia. Por outro lado, essa informação, que é coletiva porque é veiculada pela mídia, num contexto socioeconômico como o nosso, torna-se privada na recepção, na decodificação, não apenas porque cada pessoa decodifica a mensagem a seu modo – o que é natural, desejável e democrático – mas também – o que não é natural, nem desejável, nem democrático – porque o conteúdo da mensagem é de natureza privada: os remédios que cada consumidor individual precisa tomar, os tratamentos que precisa seguir.
LEFÈVRE, Fernando. A saúde como fato coletivo. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v8n2/05. pdf>. Acesso em: 7 mar. 2017.
A análise dos aspectos coesivos do texto está correta em
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Como vivemos numa sociedade capitalista de consumo, onde prevalece o interesse da díade produtor/consumidor, estamos em face de uma situação efetivamente complexa quando o assunto é mídia, saúde e doença. Com efeito, verificamos, por um lado, que saúde aparece como coletiva quando e porque é informação sobre saúde e doença publicizada pela mídia. Por outro lado, essa informação, que é coletiva porque é veiculada pela mídia, num contexto socioeconômico como o nosso, torna-se privada na recepção, na decodificação, não apenas porque cada pessoa decodifica a mensagem a seu modo – o que é natural, desejável e democrático – mas também – o que não é natural, nem desejável, nem democrático – porque o conteúdo da mensagem é de natureza privada: os remédios que cada consumidor individual precisa tomar, os tratamentos que precisa seguir.
LEFÈVRE, Fernando. A saúde como fato coletivo. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v8n2/05. pdf>. Acesso em: 7 mar. 2017.
A complexidade apresentada no texto diz respeito
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RECCHIA, Tiago. Disponível em:<http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias>. Acesso em: fev. 2017.
A única informação correta sobre os elementos que compõem a mensagem veiculada nessa charge é a
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HOMOFOBIA no Brasil. Disponível em: <http://blog.newtonpaiva.br/pos/educacao-sem-homofobia-um-olhar-para-a-diversidade/>. Acesso em: jan. 2017.
A leitura dos dados informados no infográfico permite concluir que
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