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The modelling industry has long been under pressure for unrealistic images. A law in France banning the hiring of ultra-thin models has come into effect. Models will need to provide a doctor's certificate attesting to their overall physical health, with special regard to their body mass index (BMI) – a measure of weight in relation to height. Images where a model’s appearance has been altered using photo editing software also have to be labeled as a ‘retouched photograph’.
For years the fashion industry’s use of stick-thin models has sparked a heated debate. Critics say the practice encourages an unhealthy body image and eating disorders, while some in the fashion world argue clothes hang better on tall, skinny women. You may have heard some of the fashion industry horror stories: models eating tissues or cotton balls to stave off hunger. Models collapsing from malnutritioninduced heart attacks just seconds after they step off the runway.
The French health ministry says the changes in legislation aim to fight eating disorders and inaccessible ideals of beauty. They are worried not just about the models themselves but about the legions of girls and women their image influence.
“Especially girls and teens. Seventy percent of girls ages 10 to 18 report that they define perfect body image based on what they see in magazines. That’s especially worrying, given anorexia results in more deaths than does any other mental illness”, some researchers say.
Major French fashion houses including Christian Dior, Louis Vuitton and Yves Saint Laurent have said they would stop using underweight models for their catwalk shows worldwide.
Disponível em: <mbbc.com/news/world-europe>. Acesso em: mai. 2021. Adaptado.
According to the text,
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The modelling industry has long been under pressure for unrealistic images. A law in France banning the hiring of ultra-thin models has come into effect. Models will need to provide a doctor's certificate attesting to their overall physical health, with special regard to their body mass index (BMI) – a measure of weight in relation to height. Images where a model’s appearance has been altered using photo editing software also have to be labeled as a ‘retouched photograph’.
For years the fashion industry’s use of stick-thin models has sparked a heated debate. Critics say the practice encourages an unhealthy body image and eating disorders, while some in the fashion world argue clothes hang better on tall, skinny women. You may have heard some of the fashion industry horror stories: models eating tissues or cotton balls to stave off hunger. Models collapsing from malnutritioninduced heart attacks just seconds after they step off the runway.
The French health ministry says the changes in legislation aim to fight eating disorders and inaccessible ideals of beauty. They are worried not just about the models themselves but about the legions of girls and women their image influence.
“Especially girls and teens. Seventy percent of girls ages 10 to 18 report that they define perfect body image based on what they see in magazines. That’s especially worrying, given anorexia results in more deaths than does any other mental illness”, some researchers say.
Major French fashion houses including Christian Dior, Louis Vuitton and Yves Saint Laurent have said they would stop using underweight models for their catwalk shows worldwide.
Disponível em: <mbbc.com/news/world-europe>. Acesso em: mai. 2021. Adaptado.
Considering the information in the text about the new law in France concerning the fashion industry, fill in the parentheses with T (True) or F (False):
( ) Excessively skinny models are said to encourage unhealthy behaviors.
( ) Digitally modified photos will have to be labelled as such.
( ) French houses refuse to quit using very thin models in their fashion shows.
( ) The image of overweight models has dangerously influenced teenagers worldwide.
The correct sequence, from top to bottom, is:
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Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E, enquanto tomo café, vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento, ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
— Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? “Então você não é ninguém?”
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes, lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim, ficara sabendo que não era ninguém…
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E, às vezes, me julgava importante porque, no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e, dentro do meu coração, eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre: “Não é ninguém, é o padeiro!”
E assobiava pelas escadas.
BRAGA, Rubem. O padeiro. Disponível em: <https://www.revistaprosaversoearte.com/o-
padeiro-rubem-braga/>. Acesso em: mai.2021.
No texto, foram usados pelo mesmo motivo os sinais de pontuação indicados em
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Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante, me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.
Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E, enquanto tomo café, vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento, ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
— Não é ninguém, é o padeiro!
Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? “Então você não é ninguém?”
Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes, lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”. Assim, ficara sabendo que não era ninguém…
Ele me contou isso sem mágoa nenhuma e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina – e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.
Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E, às vezes, me julgava importante porque, no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e, dentro do meu coração, eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre: “Não é ninguém, é o padeiro!”
E assobiava pelas escadas.
BRAGA, Rubem. O padeiro. Disponível em: <https://www.revistaprosaversoearte.com/o-
padeiro-rubem-braga/>. Acesso em: mai.2021.
A partir da recordação do caso de padeiro, o cronista, na sua narrativa,
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Amizade
Certas amizades comprometem a ideia de amizade.
O amigo que se torna inimigo fica incompreensível; o inimigo que se torna amigo é um cofre aberto.
Um amigo íntimo – de si mesmo. É preciso regar as flores sobre o jazigo de amizades extintas.
Como as plantas, a amizade não deve ser muito nem pouco regada.
A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Amizade. Disponível em:<https://www.culturagenial. com/poemas-carlos-drummond-
de-andrade-amizade/>. Acesso em: mai. 2021.
Sobre esse poema drummondiano, é correto afirmar:
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BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: <https://br.pinterest.com/>.
Acesso em: mai. 2021.
Armandinho, ao argumentar que não é possível passar o que tem de valioso para o delinquente,
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Direitos Humanos no Brasil
Chega a ser impensável viver em uma sociedade em que direitos fundamentais, como o direito à vida, à liberdade e à igualdade, não são garantidos e assegurados para todos os seus cidadãos. No Brasil, essa garantia é uma conquista recente e merece ser destacada.
O cenário nacional é complexo e diversificado. O país possui características socioeconômicas herdadas de um período colonial e escravocrata, no qual as relações sociais e econômicas eram baseadas na exploração. A vida, nesse caso, pouco importava perto do lucro que conseguiam aqueles que detinham o poder, justamente por meio desse sistema injusto e degradante.
As consequências disso são visíveis, pois o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, com uma mobilidade social baixíssima. Isto é, pessoas de classes mais baixas possuem pouca ou quase nenhuma perspectiva e oportunidade de se deslocarem para classes mais altas e terem um melhor padrão de vida.
Não há como exigirmos certo direito se não sabemos que o possuímos. Dessa forma, os Direitos Humanos, no Brasil, ganham uma relevância ainda maior, visto que ainda é preciso lutar para que todos os cidadãos brasileiros, sem exceção, tenham uma vida com dignidade.
SILVA, Bárbara Correia Florêncio et al. Direitos Humanos no Brasil. Disponível em:
<https://www.politize.com.br/equidade/blogpost/direitos-humanos-no-brasil>. Acesso em: mai. 2021. Com ajustes.
Há nexo de equivalência referencial no texto entre
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Direitos Humanos no Brasil
Chega a ser impensável viver em uma sociedade em que direitos fundamentais, como o direito à vida, à liberdade e à igualdade, não são garantidos e assegurados para todos os seus cidadãos. No Brasil, essa garantia é uma conquista recente e merece ser destacada.
O cenário nacional é complexo e diversificado. O país possui características socioeconômicas herdadas de um período colonial e escravocrata, no qual as relações sociais e econômicas eram baseadas na exploração. A vida, nesse caso, pouco importava perto do lucro que conseguiam aqueles que detinham o poder, justamente por meio desse sistema injusto e degradante.
As consequências disso são visíveis, pois o Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, com uma mobilidade social baixíssima. Isto é, pessoas de classes mais baixas possuem pouca ou quase nenhuma perspectiva e oportunidade de se deslocarem para classes mais altas e terem um melhor padrão de vida.
Não há como exigirmos certo direito se não sabemos que o possuímos. Dessa forma, os Direitos Humanos, no Brasil, ganham uma relevância ainda maior, visto que ainda é preciso lutar para que todos os cidadãos brasileiros, sem exceção, tenham uma vida com dignidade.
SILVA, Bárbara Correia Florêncio et al. Direitos Humanos no Brasil. Disponível em:
<https://www.politize.com.br/equidade/blogpost/direitos-humanos-no-brasil>. Acesso em: mai. 2021. Com ajustes.
O texto evidencia que os Direitos Humanos, no Brasil,
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Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal-educada aos mais velhos, professores ou autoridades…Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror…
Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos, um dia, enfrentarão. Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?
Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho no olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã! E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão.
JABOR, Arnaldo. Fui criado com princípios morais comuns. Disponível em:
<https://www.pensador.com/frase/NTI3NjEz/>. Acesso em: mai. 2021.
“Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho no olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: ‘temos que estar ao nível de…’, ao falar de uma pessoa.”
Caracteriza esse fragmento do último parágrafo do texto a
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Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal-educada aos mais velhos, professores ou autoridades…Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror…
Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos, um dia, enfrentarão. Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores… O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças. O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?
Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão! Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho no olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”. E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã! E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão.
JABOR, Arnaldo. Fui criado com princípios morais comuns. Disponível em:
<https://www.pensador.com/frase/NTI3NjEz/>. Acesso em: mai. 2021.
A estratégia usada pelo cronista para compor o texto é a indicada na alternativa
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