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Foram encontradas 650 questões.

2273273 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Sobre a Pesquisa Operacional (PO), podemos afirmar que
 

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2273266 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Segundo Freud o Complexo de Édipo acontece em qual fase do desenvolvimento psicossexual?
 

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2273264 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O riso é mesmo o melhor remédio?
Para pesquisadores americanos, a risada só traz
benefícios. Mas, segundo os britânicos, ela pode até matar
Mônica Tarantino
O mais recente estudo sobre os efeitos do riso no corpo humano, feito por pesquisadores das universidades de Birmingham e Oxford, no Reino Unido, explora um lado no mínimo inusitado da questão – os seus malefícios! O grupo de cientistas analisou todos os relatos encontrados em levantamento que abrangeu um período de seis décadas (de 1946 a 2013). Após examinar caso a caso, os britânicos relacionaram alguns dos seus possíveis efeitos adversos. Em uma das descrições estudadas, uma mulher desmaiou e morreu depois de gargalhar intensamente porque suas contrações musculares durante a risada teriam precipitado a ruptura de artérias extremamente lesionadas. Outra circunstância que impressionou os pesquisadores foi saber da ocorrência de ataques de asma instigados pela inalação de partículas estranhas ao organismo devido à respiração rápida durante a risada. Há também informações sobre o surgimento de hérnias relacionado ao arrebatamento muscular promovido pelas risadas mais potentes e prolongadas. O trabalho foi publicado na edição de Natal da importante revista científica British Medical Journal (BMJ).
A coletânea de casos britânica não desautoriza descobertas anteriores sobre os incontáveis benefícios do riso. Estudos americanos indicam, por exemplo, que o riso está associado ao aumento da capacidade de tolerar a dor e pode contribuir, por mecanismos bastante complexos, para uma diminuição da rigidez das artérias (o que favorece a diminuição do risco de ataque cardíaco). Outros estudos sugerem que o riso ativa conexões diferentes no cérebro de acordo com o motivo (por piadas, de alegria ou simplesmente por cócegas).
O contraste dessas abordagens me fez lembrar de uma explicação dada pelo escritor e comediante inglês Stephen Fry (ele é visto pelos conterrâneos como uma espécie de tesouro nacional) sobre as diferenças entre os cômicos britânicos e os americanos. Em um programa de tevê, Fry disse que o cômico americano invariavelmente se mostra mais inteligente do que o papel que interpreta e mais esperto que os idiotas que o assistem. E, claro, fica com a mocinha no final. Os ingleses se divertem mais com o cara que veste seu melhor blazer, mas fica ridículo e todos riem dele disfarçadamente. Também riem do cara que gerencia uma filial estúpida de uma rede de lojas qualquer, mas age como um líder e mentor dos seus subordinados. (Charles Chaplin era inglês). Fico pensando se a cultura dos pesquisadores influencia a escolha dos temas e a maneira como as conclusões são apresentadas e que piadas ruins talvez façam mal à saúde.
http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/341008_O+RISO+E+- MESMO+O+MELHOR+REMEDIO+.
A palavra que está separada corretamente é
 

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2273256 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O riso é mesmo o melhor remédio?
Para pesquisadores americanos, a risada só traz
benefícios. Mas, segundo os britânicos, ela pode até matar
Mônica Tarantino
O mais recente estudo sobre os efeitos do riso no corpo humano, feito por pesquisadores das universidades de Birmingham e Oxford, no Reino Unido, explora um lado no mínimo inusitado da questão – os seus malefícios! O grupo de cientistas analisou todos os relatos encontrados em levantamento que abrangeu um período de seis décadas (de 1946 a 2013). Após examinar caso a caso, os britânicos relacionaram alguns dos seus possíveis efeitos adversos. Em uma das descrições estudadas, uma mulher desmaiou e morreu depois de gargalhar intensamente porque suas contrações musculares durante a risada teriam precipitado a ruptura de artérias extremamente lesionadas. Outra circunstância que impressionou os pesquisadores foi saber da ocorrência de ataques de asma instigados pela inalação de partículas estranhas ao organismo devido à respiração rápida(C) durante a risada. Há também informações sobre o surgimento(E) de hérnias relacionado ao arrebatamento muscular promovido pelas risadas mais potentes e prolongadas. O trabalho foi publicado na edição de Natal da importante revista científica British Medical Journal (BMJ).
A coletânea de casos britânica não desautoriza descobertas anteriores sobre os incontáveis benefícios do riso. Estudos americanos indicam, por exemplo, que o riso está associado ao aumento(B) da capacidade de tolerar a dor e pode contribuir, por mecanismos bastante complexos, para uma diminuição da rigidez das artérias (o que favorece a diminuição do risco de ataque cardíaco). Outros estudos sugerem que o riso ativa conexões diferentes no cérebro de acordo com o motivo(A) (por piadas, de alegria ou simplesmente por cócegas).
O contraste dessas abordagens me fez lembrar de uma explicação dada pelo escritor e comediante inglês Stephen Fry (ele é visto pelos conterrâneos como uma espécie de tesouro nacional) sobre as diferenças entre os cômicos britânicos e os americanos. Em um programa de tevê, Fry disse que o cômico americano invariavelmente se mostra mais inteligente do que o papel que interpreta e mais esperto que os idiotas que o assistem. E, claro, fica com a mocinha no final. Os ingleses se divertem mais com o cara que veste seu melhor blazer, mas fica ridículo e todos riem dele disfarçadamente. Também riem do cara que gerencia uma filial estúpida de uma rede de lojas qualquer, mas age como um líder(D) e mentor dos seus subordinados. (Charles Chaplin era inglês). Fico pensando se a cultura dos pesquisadores influencia a escolha dos temas e a maneira como as conclusões são apresentadas e que piadas ruins talvez façam mal à saúde.
http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/341008_O+RISO+E+- MESMO+O+MELHOR+REMEDIO+.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao que se afirma a respeito das expressões destacadas.
 

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Homenagem ao fracasso
Marcelo Gleiser
Numa sociedade em que o sucesso é almejado e festejado acima de tudo, onde estrelas, milionários e campeões são os ídolos de todos, o fracasso é visto como algo embaraçoso e constrangedor, que a gente evita a todo custo e, quando não tem jeito, esconde dos outros. Talvez não devesse ser assim.
Semana passada, li um ensaio sobre o fracasso no “New York Times” de autoria de Costica Bradatan, que ensina religião comparada em uma universidade nos EUA. Inspirado por Bradatan, resolvi apresentar minha própria homenagem ao fracasso(B).
Fracassamos quando tentamos fazer algo. Só isso já mostra o valor do fracasso, representando nosso esforço. Não fracassar é bem pior, pois representa a inércia ou, pior, o medo de tentar. Na ciência ou nas artes, não fracassar significa não criar. Todo poeta, todo pintor, todo cientista coleciona um número bem maior de fracassos do que de sucessos. São frases que não funcionam, traços que não convencem, hipóteses que falham. O físico Richard Feynman famosamente disse que cientistas passam a maior parte de seu tempo enchendo a lata de lixo com ideias erradas. Pois é. Mas sem os erros não vamos em frente. O sucesso é filho do fracasso.
Tem gente que acha que gênio é aquele cara que nunca fracassa, para quem tudo dá certo, meio que magicamente. Nada disso. Todo gênio passa pelas dores do processo criativo, pelos inevitáveis fracassos e becos sem saída, até chegar a uma solução que funcione. Talvez seja por isso que o autor Irving Stone tenha chamado seu romance sobrea vida de Michelangelo de “A Agonia e o Êxtase”. Ambos são partes do processo criativo, a agonia vinda do fracasso, o êxtase do senso de alcançar um objetivo, de ter criado algo que ninguém criou, algo de novo.
O fracasso garante nossa humildade(A) ao confrontarmos os desafios da vida. Se tivéssemos sempre sucesso, como entender os que fracassam? Nisso, o fracasso é essencial para a empatia, tão importante na convivência social.
Gosto sempre de dizer que os melhores professores são os que tiveram que trabalhar mais quando alunos. Esse esforço extra dimensiona a dificuldade que as pessoas podem ter quando tentam aprender algo de novo, fazendo do professor uma pessoa mais empática e, assim, mais eficiente. Sem o fracasso, teríamos apenas(C) os vencedores, impacientes em ensinar os menos habilidosos o que para eles foi tão fácil de entender ou atingir.
Claro, sendo os humanos do jeito que são, a vaidade pessoal muitas vezes obscurece a memória dos fracassos passados; isso é típico daqueles mais arrogantes, que escondem seus fracassos e dificuldades(E) por trás de uma máscara de sucesso. Se o fracasso fosse mais aceito socialmente, existiriam menos pessoas arrogantes no mundo.
Não poderia terminar sem mencionar o fracasso final a que todos nos submetemos, a falha do nosso corpo ao encontrarmos a morte.
Desse fracasso ninguém escapa(D), mesmo que existam muitos que acreditem numa espécie de permanência incorpórea após a morte. De minha parte, sabendo desse fracasso inevitável, me apego ao seu irmão mais palatável, o que vem das várias tentativas de viver a vida o mais intensamente possível. O fracasso tem gosto de vida.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/ 1388789-homenagem-ao-fracasso.shtml
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à função sintática das expressões em destaque.
 

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2273239 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A criogenia é um ramo da física que aborda a produção de temperaturas muito baixas e os efeitos destas temperaturas sobre substâncias e materiais diferentes. As temperaturas estudadas na criogenia estão na faixa abaixo de -243,67 graus Fahrenheit (120 Kelvin; -152,78 Celsius); temperaturas tão baixas que não ocorrem na natureza. Estas temperaturas baixas têm sido utilizadas para liquefazer gases atmosféricos, como oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, metano, argônio, hélio e néon. Os gases são condensados, recolhidos, destilados e separados. O metano é usado em gás natural líquido (GNL) e sua temperatura crítica é 191K para que permaneça na fase líquida. Calcule a variação de entropia no metano líquido durante um processo de 110K e 0,5MPa, até 120K e 5MPa: (a) usando as propriedades da tabela dada e (b) aproximando-o por uma substância incompressível; encontre o erro envolvido na aproximação, nas unidades pertinentes, e assinale a alternativa correta em relação aos valores encontrados.
Temperatura (T), K Pressão(P), MPA Densidade p, Kg/m3
Entalpia
h, KJKg
Entropia S, KJ/Kg.K
Calor Específico
Cp, KJ/Kg.k
110 0,5 425,3 208,3 4,878 3,476
1,0 425,8 209,0 4,875 3,471
5,0 429,1 215,0 4,844 3,432
120 0,5 410,4 243,4 5,185 3,551
1,0 411,0 244,1 5,180 3,543
5,0 415,2 249,6 5,145 3,486
 

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2273237 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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No quadro a seguir, as letras X e Y substituem os números que fazem a segunda e a terceira linha terem o mesmo padrão da primeira.
Enunciado 2813208-1
Sendo assim, qual é o valor de X+Y?
 

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2273231 Ano: 2013
Disciplina: Arquitetura
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
De acordo com a NBR 6492/1994 – Representação de Projetos de Arquitetura, assinale a alternativa que corresponde à figura a seguir.
Enunciado 2812439-1
 

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2273228 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Seja !$ X !$ uma variável aleatória com função de distribuição inversível, tal que !$ F^{-1} (U) = X !$ sendo !$ F ( \bullet) !$ a função de distribuição de X e U uma variável aleatória uniforme, !$ U ( 0,1) !$ de forma que

!$ F^{-1} (U) = inf \left \{\ | F (x) \ge u,u\,\in (0,1) \right \} !$

Assim, o método da inversão para gerar números pseudoaleatórios de uma variável aleatória X consiste em:

Passo 1) gerar !$ u !$ de !$ U(0,1) !$;

Passo 2) calcular !$ x = F^{-1} (u) !$ e

Passo 3) retornar !$ x !$.

Logo, para obter uma amostra aleatória de X, com função de densidade !$ f (x) = \beta exp \left \{- \beta x \right \}, x > 0 !$ a partir de um valor gerado !$ u !$ de !$ U(0,1) !$ deve-se calcular

 

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2273212 Ano: 2013
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta. Os métodos de indexação são, obviamente, mais viáveis em ambientes de biblioteca digital. Isto é, usuários de uma biblioteca podem oferecer novos termos de indexação aos itens que consultam, e esses termos fornecidos pelos usuários serão então armazenados em novo campo de registro.
 

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