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Foram encontradas 50 questões.

2272898 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Visando ao tratamento com o esquema de Poliquimioterapia, a classificação operacional do caso de Hanseníase é baseada no número de lesões cutâneas sendo a forma Paucibacilar casos que apresentem
 

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2272829 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Lúcia foi para uma festa. Ela está usando vestido, sandália e bolsa. Um dos itens é preto, o outro vermelho e o outro branco. Sabe-se que:
!$ \bullet !$ Ou o vestido é preto, ou a bolsa é preta;
!$ \bullet !$ Ou o vestido é vermelho, ou a sandália é branca;
!$ \bullet !$ Ou a bolsa é branca, ou a sandália é branca;
!$ \bullet !$ Ou a sandália é vermelha, ou a bolsa é vermelha.
Portanto, as cores do vestido, da sandália e da bolsa são, respectivamente:
 

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2272759 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
No que se refere à vacina inativada poliomielite (VIP) e a vacina oral contra poliomielite (VOP), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A Vacina oral contra poliomielite (VOP) foi retirada do calendário infantil de imunizações, pois foi substituída pela vacina inativada poliomielite (VIP).
( ) Está indicada para a imunização passiva contra a poliomielite causada pelos três sorotipos (1,2 e 3) a partir dos 4 meses de idade.
( ) O Programa Nacional de Imunizações recomenda que a vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) não seja administrada simultaneamente com a vacina de Rotavírus.
( ) A vacina inativada poliomielite não deve ser usada em controle de surtos da doença se a vacina oral poliomielite estiver disponível.
 

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2272725 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Dizer que não é verdade que “Lúcia é magra e Lucas gosta de chocolate” é logicamente equivalente a dizer que é verdade que:
 

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2272692 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
São considerados animais de risco para transmissão da raiva humana, sendo necessário indicar esquema profilático da raiva em caso de acidentes causados pelos animais citados a seguir, EXCETO
 

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2272630 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
O Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, no caso de uma Infração, considera para a graduação da Penalidade e respectiva imposição, os critérios citados a seguir, EXCETO
 

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2272624 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
O fim e o começo
Marcelo Gleiser
Passado o Natal, entramos naquela estranha fase de transição, o fim de um ano e o começo de outro. É o período do inevitável balanço do que passou, dos projetos para o futuro, das promessas de não repetir erros, de impor novos desafios. Numa vida em que não temos o privilégio do recomeço - a vida que temos é essa só - a passagem de ano vem cheia de significado. É quando abrimos espaço para nos reinventar, mesmo que apenas um pouco.
Existe uma tensão, até mesmo um aparente paradoxo, entre como vemos a natureza, com seus ciclos que se repetem, e como vemos a passagem do tempo, avançando sempre, resolutamente. Afinal, desde os primórdios da humanidade sabemos da repetição do dia e da noite, das fases da Lua, das estações do ano. Para os que prestam mais atenção aos céus, sabemos que os planetas também têm órbitas periódicas e que alguns cometas, como o famoso Halley, retornam periodicamente. A natureza parece funcionar em ciclos que se repetem ao longo dos anos, sem um início e um fim. Por que não nós?
Muitas culturas creem num tempo cíclico, no qual tudo se repete, incluindo nossa existência. Talvez os detalhes de cada ciclo sejam diferentes, como no caso da reencarnação dos hindus, mas não existe um início e um fim, apenas ciclos e mais ciclos, o tempo como uma roda, o mito do eterno retorno, como dizia Nietzsche. Se tudo se repete infinitas vezes, o imperfeito pode vir a ser perfeito.
Tudo mudou com a descoberta do tempo linear, que tem um começo e um fim. Os ciclos existem, mas localmente, dentro de um tempo global que avança sempre. Se cada novo ciclo é ligeiramente diferente de seu antecessor, o tempo deixa de ser uma roda. A metáfora muda para um rio, fluindo inexoravelmente, além do nosso controle.
A ciência moderna confirma a ideia do tempo linear. Até mesmo o próprio Universo tem uma história, com um começo, um meio e um fim. Não sabemos os detalhes do começo ou os do fim, mas temos várias hipóteses a respeito. Sabemos muito sobre o meio, sobre como os átomos, as galáxias, as estrelas e os planetas surgiram e como se transformam.
Sabemos que os ciclos de criação e destruição ocorrem por todo o Cosmo, novas estrelas nascendo enquanto outras morrem, nenhum ciclo exatamente igual ao anterior, mas todos parte do tempo cósmico que avança sempre, pouco interessado no que ocorre aqui ou acolá.
Essa visão muitas vezes inspira uma certa angústia nas pessoas, que sentem-se pequenas perante todo esse espaço, todo esse tempo tão mais vasto do que podemos compreender. Estranha essa nossa condição de podermos entender tanto e mudar tão pouco do que ocorre nessas escalas gigantescas.
Mas esse é o foco errado, destrutivo, o foco do medo, o medo que vem de querer controlar tudo e não poder. Existe um outro olhar, voltado ao nosso planeta, à raridade e à beleza da vida, ao privilégio de nós, máquinas moleculares evoluídas após bilhões de anos de história cósmica, sermos capazes de refletir sobre a existência. O foco criativo olha para o mistério da vida, da consciência, da origem cósmica, olha para a nossa raridade e respira fundo, inspirado, deixando o medo para trás, para o ano que passou. O novo existe a cada momento; basta olharmos para o mundo com o encantamento que merece.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/
1390952-o-fim-e-o-comeco.shtml
A palavra que está dividida corretamente é
 

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2272618 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
O fim e o começo
Marcelo Gleiser
Passado o Natal, entramos naquela estranha fase de transição, o fim de um ano e o começo de outro. É o período do inevitável balanço do que passou, dos projetos para o futuro, das promessas de não repetir erros, de impor novos desafios. Numa vida em que não temos o privilégio do recomeço - a vida que temos é essa só - a passagem de ano vem cheia de significado. É quando abrimos espaço para nos reinventar, mesmo que apenas um pouco.
Existe uma tensão, até mesmo um aparente paradoxo, entre como vemos a natureza, com seus ciclos que se repetem, e como vemos a passagem do tempo, avançando sempre, resolutamente. Afinal, desde os primórdios da humanidade sabemos da repetição do dia e da noite, das fases da Lua, das estações do ano. Para os que prestam mais atenção aos céus, sabemos que os planetas também têm órbitas periódicas e que alguns cometas, como o famoso Halley, retornam periodicamente. A natureza parece funcionar em ciclos que se repetem ao longo dos anos, sem um início e um fim. Por que não nós?
Muitas culturas creem num tempo cíclico, no qual tudo se repete, incluindo nossa existência. Talvez os detalhes de cada ciclo sejam diferentes, como no caso da reencarnação dos hindus, mas não existe um início e um fim, apenas ciclos e mais ciclos, o tempo como uma roda, o mito do eterno retorno, como dizia Nietzsche. Se tudo se repete infinitas vezes, o imperfeito pode vir a ser perfeito.
Tudo mudou com a descoberta do tempo linear, que tem um começo e um fim. Os ciclos existem, mas localmente, dentro de um tempo global que avança sempre. Se cada novo ciclo é ligeiramente diferente de seu antecessor, o tempo deixa de ser uma roda. A metáfora muda para um rio, fluindo inexoravelmente, além do nosso controle.
A ciência moderna confirma a ideia do tempo linear. Até mesmo o próprio Universo tem uma história, com um começo, um meio e um fim. Não sabemos os detalhes do começo ou os do fim, mas temos várias hipóteses a respeito. Sabemos muito sobre o meio, sobre como os átomos, as galáxias, as estrelas e os planetas surgiram e como se transformam.
Sabemos que os ciclos de criação e destruição ocorrem por todo o Cosmo, novas estrelas nascendo enquanto outras morrem, nenhum ciclo exatamente igual ao anterior, mas todos parte do tempo cósmico que avança sempre, pouco interessado no que ocorre aqui ou acolá.
Essa visão muitas vezes inspira uma certa angústia nas pessoas, que sentem-se pequenas perante todo esse espaço, todo esse tempo tão mais vasto do que podemos compreender. Estranha essa nossa condição de podermos entender tanto e mudar tão pouco do que ocorre nessas escalas gigantescas.
Mas esse é o foco errado, destrutivo, o foco do medo, o medo que vem de querer controlar tudo e não poder. Existe um outro olhar, voltado ao nosso planeta, à raridade e à beleza da vida, ao privilégio de nós, máquinas moleculares evoluídas após bilhões de anos de história cósmica, sermos capazes de refletir sobre a existência. O foco criativo olha para o mistério da vida, da consciência, da origem cósmica, olha para a nossa raridade e respira fundo, inspirado, deixando o medo para trás, para o ano que passou. O novo existe a cada momento; basta olharmos para o mundo com o encantamento que merece.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2013/12/
1390952-o-fim-e-o-comeco.shtml
Em “...o tempo como uma roda, o mito do eterno retorno, como dizia Nietzsche.”, a expressão destacada funciona como
 

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2272444 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Sobre a vacina BCG, assinale a alternativa correta.
 

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2272268 Ano: 2013
Disciplina: Enfermagem
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Em relação à Vaginose Bacteriana, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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