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Sobre Transmissão de Luz na Fibra Óptica, assinale a alternativa INCORRETA.
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A NR-23 estabelece as normas para Proteção contra Incêndios. De acordo com essa NR, as saídas para evacuação dos trabalhadores em caso de emergência devem ser
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Assinale a alternativa que apresenta o objetivo da administração financeira em instituições hospitalares.
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Em relação às etapas de projeto de edificações, assinale a alternativa que corresponde à etapa destinada à determinação das exigências de caráter prescritivo ou de desempenho (necessidade e expectativa do usuário) a serem satisfeitas pela edificação a ser concebida.
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- Elementos OrçamentáriosReceita OrçamentáriaClassificação da Receita OrçamentáriaClassificação por Natureza da Receita
De acordo com a Lei 4.320/64, a receita se classificará nas seguintes categorias econômicas: Receitas Correntes e Receitas de Capital. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, uma Receita Corrente e uma Receita de Capital.
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Afinal, por que sonhamos?
A resposta mais honesta seria: ninguém sabe ainda. Mas há várias pistas. E uma delas é a relação mais que comprovada entre os sonhos e a memória. Nos últimos anos, vários artigos têm batido na tecla de que o sono REM – durante o qual, sabe-se agora, ocorrem mais de 90% dos sonhos, mas não todos – é importantíssimo no processo de aprendizado. Fazem parte desse time cientistas como Robert Stickgold, de Harvard, e o brasileiro Sidarta Ribeiro, da Universidade Duke, também nos EUA. Este último vem desenvolvendo uma pesquisa que relaciona a expressão de alguns genes ao processo de formação de memórias. Os resultados do estudo indicam que a fase REM ajuda a consolidar memórias recém-adquiridas – sem os sonhos, as informações do dia-a-dia entram por um ouvido e saem pelo outro.
Todos parecem concordar que o sonho é essencial para o bom funcionamento do nosso cérebro. “Sonhar é uma ferramenta cognitiva importantíssima”, diz o neurologista Sérgio Tufik, diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo. Mas alguns pesquisadores vão além e afirmam que o sonho é fundamental à nossa sobrevivência. Em um artigo que tem o título sugestivo de A Reinterpretação dos Sonhos, o psicólogo Antti Revonsuo, da Universidade de Turku, na Finlândia, afirma que os sonhos parecem simular ameaças reais que ocorrem no nosso cotidiano. E isso, segundo ele, foi vital para a sobrevivência da nossa espécie – ao sonhar com ameaças, o homem primitivo tinha muito mais chances de se defender em um ambiente hostil. A proposta de Revonsuo faz sentido, mas já foi alvo de críticas. Um time de psicólogos da Universidade de Montreal liderado pela psicóloga Anne Germain afirmou, por exemplo, que um dos furos da teoria é a baixa incidência de sonhos com temática negativa.
Durante o processo evolutivo, o sonho foi incorporado a algumas espécies, mesmo representando um risco real. “Ao desligar-se do mundo completamente, o homem e outras espécies podem ser atacados. Mas ainda assim o sono REM se manteve, o que é um sinal de que os benefícios dessa fase do sono superaram bastante os riscos”, diz o neurologista Rubens Reimão, da USP. Há indícios de que o sono REM e os sonhos teriam aparecido há mais ou menos 140 milhões de anos, quando os mamíferos se desenvolveram a partir dos répteis. As aves também têm sono REM, mas com períodos bem mais curtos, de apenas alguns segundos, o que sugere que as espécies de mamíferos – inclusive a nossa – sonham mais do que todas as outras. E para que serve tanto sonho?
“O sono REM mais longo nos mamíferos, em especial nos primatas, pode ter relação com a maior plasticidade das ideias”, diz Sidarta Ribeiro. Portanto, ao sonhar, nos tornamos capazes de fazer novas associações para resolver tarefas simples ou complexas.
Um dos desafios atuais das neurociências é o estudo do conteúdo dos sonhos. Afinal, é relativamente fácil colher depoimentos de pacientes, mas olhar o cérebro com uma lupa para descobrir exatamente o que se passa lá dentro ainda é uma utopia. “Não acredito que, nos próximos anos, teremos instrumentos específicos para a análise dos sonhos ou dos pensamentos que ocorrem durante a vigília”, diz o psiquiatra Jerome Siegel, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.
Enquanto isso, dá para arriscar um palpite sobre um futuro em que as pessoas possam controlar o enredo dos próprios sonhos. Há quem creia que isso seja possível agora: o psicólogo americano Stephen LaBerge organiza workshops de indução de sonhos lúcidos por meio da meditação, do relaxamento e da ioga, ante o horror da comunidade científica “séria”. Ainda que a academia torça o nariz para o bicho-grilismo de LaBerge, ela também acredita no potencial do sonho dirigido. “Se as pressões seletivas sobre a nossa espécie diminuírem ainda mais, o fenômeno do sonho lúcido pode ser usado de forma corriqueira como ferramenta de aprendizado”, diz Sidarta Ribeiro. Qualquer pessoa poderia se programar para desenvolver habilidades durante a noite, sem os riscos das experiências reais – se você viu Matrix, sabe que uma simulação de luta pode ensinar quase a mesma coisa que uma pancadaria ao vivo, só que sem os hematomas. Sonhar não custa nada.
Adaptado de http://super.abril.com.br/historia/sonhos-decifrados-446268.shtml
Todas as palavras a seguir flexionam em gênero e número, EXCETO
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Qual é o propósito do material absorvedor de anestesia em um paciente?
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Assinale a alternativa INCORRETA em relação às exigências na instalação de drenagem pluvial.
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De acordo com a NR16, assinale a alternativa correta. O exercício de trabalho em condições de periculosidade, assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30%, incidente sobre o salário, podendo
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A mensuração do desempenho por meio de indicadores é indispensável na gestão por resultados, pois sem ela os funcionários tendem a esquecer quais são as atividades e como elas devem ser realizadas. A seguir são apresentados alguns aspectos relacionados aos indicadores, numerados de 1 a 7. Na outra coluna, estão as descrições de cada um destes aspectos. Relacione as colunas e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. O conjunto ou série de indicadores.
2. Os indicadores quantitativos e qualitativos.
3. Comparabilidade.
4. Disponibilidade da informação.
5. Quantificáveis.
6. Simplicidade.
7. Instrumentos de contratualização.
( ) As bases de dados devem ser acessíveis e confiáveis e oferecer séries históricas.
( ) Devem permitir a analogia temporal espacial, de preferência específicos para melhor captar a realidade estudada.
( ) Definidos por resultados a serem alcançados, traduzidos em indicadores e metas claras, apresentar flexibilidade ou as autonomias concedidas aos gestores e as sanções, positivas e negativas, que serão aplicados quando da avaliação do alcance dos resultados.
( ) Devem ser de fácil compreensão e aplicação, apesar de tentar retratar realidades complexas.
( ) Auxiliar a gestão do trabalho diário, possibilitando aos gestores e colaboradores analisarem os resultados para saber se é preciso fazer menos, mais, ou melhor.
( ) Traduzíveis em números, mas que possibilitem uma análise qualitativa do desempenho da gestão.
( ) Devem estar ligados aos objetivos e à visão da organização, devendo servir de apoio para detectar as causas e os efeitos de uma ação, e não apenas seus resultados.
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