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Sobre a técnica buttonhole para punção de fístula arteriovenosa é correto afirmar que
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Com base no relato do caso a seguir, responda a questão.
“Paciente, 26 anos, interna com quadro de febre alta por 2 dias, cefaleia, dor, ventilatório dependente, dispneia e tosse produtiva. Pelo raio X, pode ser observado áreas de consolidação e infiltrados bilaterais tendo como diagnóstico Pneumonia bilateral. No segundo dia de internação, o paciente apresentou piora do quadro clínico com IRA e necessidade de IOT. O fisioterapeuta fez os ajustes da VMI em : VCV, VC: 580 ml, FR: 12 rpm, fluxo inspiratório de 40 L/min, PEEP: 8 cmH2O e FiO2: 80%, Pplatô: 40 cmH2O. Após uma hora da intubação, foi coletado a gasometria arterial, no qual se apresentou: pH: 7,2; PCO2: 75 mmHg; PO2: 70 mmHg, HCO3: 24 mmol/L .”
Assinale a alternativa que apresenta o índice de oxigenação (IO) e sua classificação correta quanto ao paciente
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Sobre a segurança no manuseio de material biológico, assinale a alternativa INCORRETA.
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A idade máxima recomendada para segunda dose da Vacina contra Rotavírus Humano (VORH) é
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A NR32, com relação aos Quimioterápicos Antineoplásicos, estabelece que eles somente devem ser preparados em área exclusiva e com acesso restrito aos profissionais diretamente envolvidos. Esta área deve dispor no mínimo de
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Sobre as Diretrizes Gerais do Exercício Aeróbico para Sobreviventes do Câncer quanto aos demais indivíduos sadios, é INCORRETO afirmar que
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Sobre a atuação fonoaudiológica na área materno infantil, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Para as ações de educação em saúde, o fonoaudiólogo pode se valer de metodologias ativas, com apresentação de situações-problema que envolvam questões de saúde no pré-natal.
( ) As gestantes serão incentivadas a discutir essas situações e a propor soluções.
( ) As situações-problemas e a resolução das mesmas tem por objetivo desenvolver uma postura ativa nas mulheres participantes, na busca de sua saúde e do seu futuro bebê.
( ) A construção de material educativo pelas próprias gestantes, e que seja organizado pelo fonoaudiólogo, também pode ser uma estratégia interessante para a adesão das mulheres ao programa.
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Na microbiologia, a Jarra Gaspak é utilizada para
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Os avanços nos cuidados intensivos nas últimas décadas, relacionam-se intimamente com o desenvolvimento de medidas mais efetivas para o controle da insuficiência respiratória. Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela em que constam apenas meios de fornecimento de oxigênio.
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Ioga pode ser aliada no combate ao câncer de mama
Pesquisa mostra que a prática reduz hormônio relacionado
ao stress e atenua sensação de cansaço causada pelo
tratamento da doença
Pesquisa mostra que a prática reduz hormônio relacionado
ao stress e atenua sensação de cansaço causada pelo
tratamento da doença
A prática de ioga pode ser aliada de mulheres submetidas ao tratamento contra o câncer de mama. De acordo com um novo estudo americano, a atividade melhora a qualidade de vida dessas pacientes, pois diminui os níveis de cortisol, hormônio relacionado ao stress – pesquisas já mostraram que essa redução está ligada a uma vida mais saudável e longeva.
“A ioga tem um grande impacto na sensação de bem-estar nas pacientes com câncer de mama – e isso as ajuda a enfrentar a doença”, diz Lorenzo Cohen, diretor do programa de medicina integrativa da Universidade do Texas e um dos autores do estudo, que foi publicado nesta terça-feira no periódico Journal of Clinical Oncology.
O estudo avaliou 163 mulheres com câncer de mama que estavam passando por radioterapia. Parte das voluntárias passou a praticar ioga uma hora por dia e três vezes por semana. Outras participantes foram orientadas a fazer, com a mesma frequência, aulas de alongamento. O restante não realizou nenhuma atividade.
Grupos — Durante seis meses, todas as pacientes mantiveram diários para relatar como se sentiam em relação à depressão e ao cansaço. Além disso, os pesquisadores coletaram, no início e no fim do estudo, amostras de saliva das mulheres para medir seus níveis de cortisol no corpo.
De acordo com os autores da pesquisa, entre todas as participantes, as mulheres que praticaram ioga foram as que apresentaram a maior redução nos níveis de cortisol. Elas também foram as únicas que relataram uma melhora em relação ao cansaço causado pelo tratamento.
“A ioga ajuda as mulheres com câncer de mama a descobrir melhor o seu corpo e a relaxar e a acalmar a mente”, diz Cohen. Para o pesquisador, as mulheres devem procurar o tipo de ioga que mais combina com elas antes de ingressar na atividade.
Redução do stress - meditar é mais repousante do que dormir. Uma pessoa em estado de meditação consome seis vezes menos oxigênio do que quando está dormindo. Mas os efeitos para o cérebro vão mais longe: pessoas que meditam todos os dias há mais de dez anos têm
uma diminuição na produção de adrenalina e cortisol, hormônios associados a distúrbios como ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade e stress. E experimentam um aumento na produção de endorfinas, ligadas à sensação de felicidade. A mudança na produção de hormônios foi observada por pesquisadores do Davis Center for Mind and Brain da Universidade da Califórnia. Eles analisaram o nível de adrenalina, cortisol e endorfinas antes e depois de um grupo de voluntários meditar. E comprovaram que, quanto mais profundo o estado de relaxamento, menor a produção de hormônios do stress.
uma diminuição na produção de adrenalina e cortisol, hormônios associados a distúrbios como ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade e stress. E experimentam um aumento na produção de endorfinas, ligadas à sensação de felicidade. A mudança na produção de hormônios foi observada por pesquisadores do Davis Center for Mind and Brain da Universidade da Califórnia. Eles analisaram o nível de adrenalina, cortisol e endorfinas antes e depois de um grupo de voluntários meditar. E comprovaram que, quanto mais profundo o estado de relaxamento, menor a produção de hormônios do stress.
Este efeito positivo não dura apenas enquanto a pessoa está meditando. Um estudo conduzido pelo Wake Forest Baptist Medical Center, na Carolina do Norte, colocou 15 voluntários para aprender a meditar em quatro aulas de 20 minutos cada. A atividade cerebral foi examinada antes e depois das sessões. Em todos os pesquisados, foi observada uma redução na atividade da amígdala, região do cérebro responsável por regular as emoções. E os níveis de ansiedade caíram 39%. Para quem já está estressado, a meditação funciona como um remédio. Foi o que os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos descobriram ao analisar 28 enfermeiras do hospital da Universidade do Novo México, 22 delas com sintomas de stress pós-traumático. A metade que realizou duas sessões por semana de alongamento e meditação viram os níveis de cortisol baixar 67%. A outra metade continuou com os mesmos níveis. Resultados parecidos foram observados entre refugiados do Congo, que tiveram que deixar suas terras para escapar da guerra. O grupo que meditou ao longo de um mês viu os sintomas de stress pós-traumático reduzir três vezes mais do que as pessoas que não meditaram – índices parecidos aos já observados entre veteranos americanos das guerras do Vietnã e do Iraque.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/ioga-pode-ser-aliada- no-combate-ao-cancer-de-mama
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com dígrafo vocálico.
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