Foram encontradas 550 questões.
1021202
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A receita orçamentária que promove aumento de
passivo permanente é a de
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1021201
Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Qual é o tipo de orçamento público que a ação
governamental obedecerá o planejamento que
vise a promover o desenvolvimento econômicosocial
do País e a segurança nacional, norteando-se
segundo planos e programas elaborados?
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No início do mês passado, eu tinha uma dívida de
R$ 2.000,00. Ao final do mês, essa dívida já era
R$ 2.067,00. A porcentagem correspondente ao
aumento da dívida é
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Em um grupo de 17 pessoas, 10 têm três tênis ou
menos e 12 têm três tênis ou mais. O número de
pessoas que têm exatamente três tênis é
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Considere o Sistema de Coordenadas Cartesianas
com os eixos de referência X e Y e dois pontos
P1 e P2 com coordenadas (x1
, y1
) e (x2
, y2
),
respectivamente. Então, a distância entre esses
pontos é
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Considere o Sistema de Coordenadas Cartesianas
com os eixos de referência X e Y. Uma circunferência
pertencente a esse plano tem raio R = 3 e o seu
centro está no ponto com coordenadas C(3, 2).
Então, a equação dessa circunferência é
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5 dicas da ciência para você tomar boas decisões
Carol Castro
Quantas vezes você ficou em dúvida sobre o que fazer,
tomou uma decisão, mas pouco depois acabou se
arrependendo? Bem, talvez a ciência possa te ajudar. Dá
só uma olhada nessas cinco dicas científicas para tomar
decisões melhores.
DISTANCIE-SE DO PROBLEMA
Pense na situação como se ela estivesse acontecendo
a amigo ou a um parente. Mas não ocorrendo com você.
Isso vai te ajudar a pensar de forma mais racional. Foi
o que pesquisadores da Universidade de Waterloo, no
Canadá, concluíram ao pedir a voluntários para refletir
sobre traição no namoro. A ideia era analisar o cenário
caso isso acontecesse com eles ou com outro amigo.
Em seguida, tiveram de responder a algumas perguntas
– todas elas foram pensadas de acordo com critérios de
pensamento coerente e racional: do tipo,reconhecer o limite
do outro, considerar as perspectivas do parceiro, motivos
que poderiam levar à traição, etc. E quando pensavam nos
amigos, eles costumavam tomar decisões mais inteligentes,
baseadas na razão e não apenas na emoção. Como fazer
isso na prática? Segundo a pesquisa, basta conversar
consigo mesmo como se o problema não fosse seu.
PENSE EM OUTRO IDIOMA .
Em inglês, espanhol, tanto faz, desde que não seja
seu idioma nativo. Segundo pesquisa americana, quando
pensamos sobre algo usando uma língua estrangeira, o
lado racional se sobrepõe ao emocional. É como se a língua
gringa removesse a conexão emocional que talvez você
pudesse ter ao pensar em português.
TRABALHE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Se você é do tipo que entende e lida bem com as
emoções (as suas e as alheias), é mais provável que
não deixe motivos irracionais que nada tem a ver com a
situação influenciarem nas tomadas de decisões. É o
que garante uma pesquisa realizada por cientistas da
Universidade de Toronto. E isso envolve todos os tipos de
emoções: da empolgação à ansiedade e estresse. “Pessoas
emocionalmente inteligentes não excluem todas as emoções
na hora de tomar decisões. Eles retiram só as emoções
que não têm a ver com a decisão”, explica Stéphane Côté,
autora da pesquisa.
APAGUE A LUZ
Ok, essa dica é bem estranha, mas vamos lá.
Pesquisadores canadenses levaram voluntários para
comer ou ler em ambientes diferentes. E quem esteve em
salas bem iluminadas tendia a achar o molho mais
apimentado, os personagens fictícios mais agressivos e
as pessoas mais atraentes. É que ambientes iluminados
parecem amplificar o lado emocional das pessoas – e,
claro, influenciar nas impressões e decisões.
DÊ UM TEMPO
Esqueça o problema, nem que seja só por alguns poucos
segundos. É o que garantem pesquisadores americanos.
Segundo eles, na hora de tomar uma decisão, o cérebro
reúne um monte de informações. Só que não consegue
distinguir rapidamente o que é relevante ou não. Então, se
houver algo contraditório, é possível que você não perceba
e escolha o caminho errado. Mas quando você dá um tempo
extra para que o cérebro consiga reunir outras informações
e analisá-las melhor, os riscos diminuem. E nem precisa
esperar tanto tempo assim: “adiar a decisão por, no
mínimo, 50 milissegundos permite ao cérebro focar atenção
nas informações mais relevantes e bloquear as distrações”,
explica Jack Grinband, um dos autores do estudo.
Adaptado de http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/5-dicas-da-ciencia-para-voce-tomar-boas-decisoes/
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5 dicas da ciência para você tomar boas decisões
Carol Castro
Quantas vezes você ficou em dúvida sobre o que fazer,
tomou uma decisão, mas pouco depois acabou se
arrependendo? Bem, talvez a ciência possa te ajudar. Dá
só uma olhada nessas cinco dicas científicas para tomar
decisões melhores.
DISTANCIE-SE DO PROBLEMA
Pense na situação como se ela estivesse acontecendo
a amigo ou a um parente. Mas não ocorrendo com você.
Isso vai te ajudar a pensar de forma mais racional. Foi
o que pesquisadores da Universidade de Waterloo, no
Canadá, concluíram ao pedir a voluntários para refletir
sobre traição no namoro. A ideia era analisar o cenário
caso isso acontecesse com eles ou com outro amigo.
Em seguida, tiveram de responder a algumas perguntas
– todas elas foram pensadas de acordo com critérios de
pensamento coerente e racional: do tipo,reconhecer o limite
do outro, considerar as perspectivas do parceiro, motivos
que poderiam levar à traição, etc. E quando pensavam nos
amigos, eles costumavam tomar decisões mais inteligentes,
baseadas na razão e não apenas na emoção. Como fazer
isso na prática? Segundo a pesquisa, basta conversar
consigo mesmo como se o problema não fosse seu.
PENSE EM OUTRO IDIOMA .
Em inglês, espanhol, tanto faz, desde que não seja
seu idioma nativo. Segundo pesquisa americana, quando
pensamos sobre algo usando uma língua estrangeira, o
lado racional se sobrepõe ao emocional. É como se a língua
gringa removesse a conexão emocional que talvez você
pudesse ter ao pensar em português.
TRABALHE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Se você é do tipo que entende e lida bem com as
emoções (as suas e as alheias), é mais provável que
não deixe motivos irracionais que nada tem a ver com a
situação influenciarem nas tomadas de decisões. É o
que garante uma pesquisa realizada por cientistas da
Universidade de Toronto. E isso envolve todos os tipos de
emoções: da empolgação à ansiedade e estresse. “Pessoas
emocionalmente inteligentes não excluem todas as emoções
na hora de tomar decisões. Eles retiram só as emoções
que não têm a ver com a decisão”, explica Stéphane Côté,
autora da pesquisa.
APAGUE A LUZ
Ok, essa dica é bem estranha, mas vamos lá.
Pesquisadores canadenses levaram voluntários para
comer ou ler em ambientes diferentes. E quem esteve em
salas bem iluminadas tendia a achar o molho mais
apimentado, os personagens fictícios mais agressivos e
as pessoas mais atraentes. É que ambientes iluminados
parecem amplificar o lado emocional das pessoas – e,
claro, influenciar nas impressões e decisões.
DÊ UM TEMPO
Esqueça o problema, nem que seja só por alguns poucos
segundos. É o que garantem pesquisadores americanos.
Segundo eles, na hora de tomar uma decisão, o cérebro
reúne um monte de informações. Só que não consegue
distinguir rapidamente o que é relevante ou não. Então, se
houver algo contraditório, é possível que você não perceba
e escolha o caminho errado. Mas quando você dá um tempo
extra para que o cérebro consiga reunir outras informações
e analisá-las melhor, os riscos diminuem. E nem precisa
esperar tanto tempo assim: “adiar a decisão por, no
mínimo, 50 milissegundos permite ao cérebro focar atenção
nas informações mais relevantes e bloquear as distrações”,
explica Jack Grinband, um dos autores do estudo.
Adaptado de http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/5-dicas-da-ciencia-para-voce-tomar-boas-decisoes/
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Questão presente nas seguintes provas
5 dicas da ciência para você tomar boas decisões
Carol Castro
Quantas vezes você ficou em dúvida sobre o que fazer,
tomou uma decisão, mas pouco depois acabou se
arrependendo? Bem, talvez a ciência possa te ajudar. Dá
só uma olhada nessas cinco dicas científicas para tomar
decisões melhores.
DISTANCIE-SE DO PROBLEMA
Pense na situação como se ela estivesse acontecendo
a amigo ou a um parente. Mas não ocorrendo com você.
Isso vai te ajudar a pensar de forma mais racional. Foi
o que pesquisadores da Universidade de Waterloo, no
Canadá, concluíram ao pedir a voluntários para refletir
sobre traição no namoro. A ideia era analisar o cenário
caso isso acontecesse com eles ou com outro amigo.
Em seguida, tiveram de responder a algumas perguntas
– todas elas foram pensadas de acordo com critérios de
pensamento coerente e racional: do tipo,reconhecer o limite
do outro, considerar as perspectivas do parceiro, motivos
que poderiam levar à traição, etc. E quando pensavam nos
amigos, eles costumavam tomar decisões mais inteligentes,
baseadas na razão e não apenas na emoção. Como fazer
isso na prática? Segundo a pesquisa, basta conversar
consigo mesmo como se o problema não fosse seu.
PENSE EM OUTRO IDIOMA .
Em inglês, espanhol, tanto faz, desde que não seja
seu idioma nativo. Segundo pesquisa americana, quando
pensamos sobre algo usando uma língua estrangeira, o
lado racional se sobrepõe ao emocional. É como se a língua
gringa removesse a conexão emocional que talvez você
pudesse ter ao pensar em português.
TRABALHE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Se você é do tipo que entende e lida bem com as
emoções (as suas e as alheias), é mais provável que
não deixe motivos irracionais que nada tem a ver com a
situação influenciarem nas tomadas de decisões. É o
que garante uma pesquisa realizada por cientistas da
Universidade de Toronto. E isso envolve todos os tipos de
emoções: da empolgação à ansiedade e estresse. “Pessoas
emocionalmente inteligentes não excluem todas as emoções
na hora de tomar decisões. Eles retiram só as emoções
que não têm a ver com a decisão”, explica Stéphane Côté,
autora da pesquisa.
APAGUE A LUZ
Ok, essa dica é bem estranha, mas vamos lá.
Pesquisadores canadenses levaram voluntários para
comer ou ler em ambientes diferentes. E quem esteve em
salas bem iluminadas tendia a achar o molho mais
apimentado, os personagens fictícios mais agressivos e
as pessoas mais atraentes. É que ambientes iluminados
parecem amplificar o lado emocional das pessoas – e,
claro, influenciar nas impressões e decisões.
DÊ UM TEMPO
Esqueça o problema, nem que seja só por alguns poucos
segundos. É o que garantem pesquisadores americanos.
Segundo eles, na hora de tomar uma decisão, o cérebro
reúne um monte de informações. Só que não consegue
distinguir rapidamente o que é relevante ou não. Então, se
houver algo contraditório, é possível que você não perceba
e escolha o caminho errado. Mas quando você dá um tempo
extra para que o cérebro consiga reunir outras informações
e analisá-las melhor, os riscos diminuem. E nem precisa
esperar tanto tempo assim: “adiar a decisão por, no
mínimo, 50 milissegundos permite ao cérebro focar atenção
nas informações mais relevantes e bloquear as distrações”,
explica Jack Grinband, um dos autores do estudo.
Adaptado de http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/5-dicas-da-ciencia-para-voce-tomar-boas-decisoes/
Provas
Questão presente nas seguintes provas
5 dicas da ciência para você tomar boas decisões
Carol Castro
Quantas vezes você ficou em dúvida sobre o que fazer,
tomou uma decisão, mas pouco depois acabou se
arrependendo? Bem, talvez a ciência possa te ajudar. Dá
só uma olhada nessas cinco dicas científicas para tomar
decisões melhores.
DISTANCIE-SE DO PROBLEMA
Pense na situação como se ela estivesse acontecendo
a amigo ou a um parente. Mas não ocorrendo com você.
Isso vai te ajudar a pensar de forma mais racional. Foi
o que pesquisadores da Universidade de Waterloo, no
Canadá, concluíram ao pedir a voluntários para refletir
sobre traição no namoro. A ideia era analisar o cenário
caso isso acontecesse com eles ou com outro amigo.
Em seguida, tiveram de responder a algumas perguntas
– todas elas foram pensadas de acordo com critérios de
pensamento coerente e racional: do tipo,reconhecer o limite
do outro, considerar as perspectivas do parceiro, motivos
que poderiam levar à traição, etc. E quando pensavam nos
amigos, eles costumavam tomar decisões mais inteligentes,
baseadas na razão e não apenas na emoção. Como fazer
isso na prática? Segundo a pesquisa, basta conversar
consigo mesmo como se o problema não fosse seu.
PENSE EM OUTRO IDIOMA .
Em inglês, espanhol, tanto faz, desde que não seja
seu idioma nativo. Segundo pesquisa americana, quando
pensamos sobre algo usando uma língua estrangeira, o
lado racional se sobrepõe ao emocional. É como se a língua
gringa removesse a conexão emocional que talvez você
pudesse ter ao pensar em português.
TRABALHE SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Se você é do tipo que entende e lida bem com as
emoções (as suas e as alheias), é mais provável que
não deixe motivos irracionais que nada tem a ver com a
situação influenciarem nas tomadas de decisões. É o
que garante uma pesquisa realizada por cientistas da
Universidade de Toronto. E isso envolve todos os tipos de
emoções: da empolgação à ansiedade e estresse. “Pessoas
emocionalmente inteligentes não excluem todas as emoções
na hora de tomar decisões. Eles retiram só as emoções
que não têm a ver com a decisão”, explica Stéphane Côté,
autora da pesquisa.
APAGUE A LUZ
Ok, essa dica é bem estranha, mas vamos lá.
Pesquisadores canadenses levaram voluntários para
comer ou ler em ambientes diferentes. E quem esteve em
salas bem iluminadas tendia a achar o molho mais
apimentado, os personagens fictícios mais agressivos e
as pessoas mais atraentes. É que ambientes iluminados
parecem amplificar o lado emocional das pessoas – e,
claro, influenciar nas impressões e decisões.
DÊ UM TEMPO
Esqueça o problema, nem que seja só por alguns poucos
segundos. É o que garantem pesquisadores americanos.
Segundo eles, na hora de tomar uma decisão, o cérebro
reúne um monte de informações. Só que não consegue
distinguir rapidamente o que é relevante ou não. Então, se
houver algo contraditório, é possível que você não perceba
e escolha o caminho errado. Mas quando você dá um tempo
extra para que o cérebro consiga reunir outras informações
e analisá-las melhor, os riscos diminuem. E nem precisa
esperar tanto tempo assim: “adiar a decisão por, no
mínimo, 50 milissegundos permite ao cérebro focar atenção
nas informações mais relevantes e bloquear as distrações”,
explica Jack Grinband, um dos autores do estudo.
Adaptado de http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/5-dicas-da-ciencia-para-voce-tomar-boas-decisoes/
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