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Qual/quais patologia(s) a seguir NÃO apresenta(m)
boa resposta à dilatação esofágica, sendo que
este método não tem capacidade de amenizar os
seus sintomas?
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São procedimentos Endoscópicos associados a
elevado risco de complicações infecciosas:
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Paciente de 62 anos apresenta-se com hipotensão
leve, Hb: 10,1, hemorragia digestiva ativa. O
procedimento mais adequado nesse caso será
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Uma paciente de 18 anos, com histórico de asma e
atopia, apresenta-se com disfagia recorrente para
sólidos, episódio isolado de impactação alimentar.
A EDA apresenta: pápulas brancas, múltiplos
anéis concêntricos. A biopsia deve informar o
diagnóstico de
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O que deve fazer parte da rotina laboratorial antes
de um procedimento Endoscópico Eletivo?
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As principais causas de HDB em adultos jovens
são:
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A classificação endoscópica D (de Los Angeles)
para esofagite caracteriza-se por
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A definição correta de Hemorragia digestiva baixa
(HDB) compreende
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São indicações comuns para EDA em crianças:
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Unesco: mundo precisará mudar consumo para garantir
abastecimento de água
20/03/15
Relatório da Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostra que há
no mundo água suficiente para suprir as necessidades de
crescimento do consumo, “mas não sem uma mudança
dramática no uso, gerenciamento e compartilhamento".
Segundo o documento, a crise global de água é de
governança, muito mais do que de disponibilidade do
recurso, e um padrão de consumo mundial sustentável
ainda está distante.
De acordo com a organização, nas últimas décadas
o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a
população e a estimativa é que a demanda cresça ainda
55% até 2050. Mantendo os atuais padrões de consumo,
em 2030 o mundo enfrentará um déficit no abastecimento
de água de 40%. Os dados estão no Relatório Mundial das
Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos
Hídricos 2015 – Água para um Mundo Sustentável.
O relatório atribui a vários fatores a possível falta
de água, entre eles, a intensa urbanização, as práticas
agrícolas inadequadas e a poluição, que prejudica a oferta
de água limpa no mundo. A organização estima que 20%
dos aquíferos estejam explorados acima de sua capacidade.
Os aquíferos, que concentram água no subterrâneo e
abastecem nascentes e rios, são responsáveis atualmente
por fornecer água potável à metade da população mundial e
é de onde provêm 43% da água usada na irrigação.
Os desafios futuros serão muitos. O crescimento da
população está estimado em 80 milhões de pessoas por
ano, com estimativa de chegar a 9,1 bilhões em 2050,
sendo 6,3 bilhões em áreas urbanas. A agricultura deverá
produzir 60% a mais no mundo e 100% a mais nos países
em desenvolvimento até 2050. A demanda por água na
indústria manufatureira deverá quadruplicar no período de
2000 a 2050.
Segundo a oficial de Ciências Naturais da Unesco na
Itália, Angela Ortigara, integrante do Programa Mundial
de Avaliação da Água (cuja sigla em inglês é WWAP) e
que participou da elaboração do relatório, a intenção do
documento é alertar os governos para que incentivem
o consumo sustentável e evitem uma grave crise de
abastecimento no futuro. “Uma das questões que os países
já estão se esforçando para melhorar é a governança da
água. É importante melhorar a transparência nas decisões
e também tomar medidas de maneira integrada com os
diferentes setores que utilizam a água. A população deve
sentir que faz parte da solução."
Cada país enfrenta uma situação específica. De maneira
geral, a Unesco recomenda mudanças na administração
pública, no investimento em infraestrutura e em educação.
“Grande parte dos problemas que os países enfrentam,
além de passar por governança e infraestrutura, passa por
padrões de consumo, que só a longo prazo conseguiremos
mudar, e a educação é a ferramenta para isso", diz o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Ary
Mergulhão.
No Brasil, a preocupação com a falta de água ganhou
destaque com a crise hídrica no Sudeste. Antes disso, o país
já enfrentava problemas de abastecimento, por exemplo no
Nordeste. Ary Mergulhão diz que o Brasil tem reserva de
água importante, mas deve investir em um diagnóstico para
saber como está em termos de política de consumo, atenção
à população e planejamento. “É um trabalho contínuo. Não
quer dizer que o país que tem mais ou menos recursos
pode relaxar. Todos têm que se preocupar com a situação.
O relatório será mundialmente lançado hoje (20) em
Nova Délhi, na Índia, antes do Dia Mundial da Água (22).
O documento foi escrito pelo WWAP e produzido em
colaboração com as 31 agências do sistema das Nações
Unidas e 37 parceiros internacionais da ONU-Água. A
intenção é que a questão hídrica seja um dos Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável, que vêm sendo discutidos
desde 2013, seguindo orientação da Conferência Rio+20
e que deverão nortear as atividades de cooperação
internacional nos próximos 15 anos.
Texto adaptado - Fonte: http://afolhasaocarlos.com.br/noticias/
ver_noticia/5215/controler:noticias
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