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Acerca do controle das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), cujas incidências têm tornado esse controle uma prioridade para os órgãos de vigilância epidemiológica brasileiros, julgue o item subsequente.
No Brasil, são de notificação compulsória a sífilis congênita, a sífilis em gestante e a sífilis adquirida.
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Jane, com cinquenta e dois anos de idade, compareceu a um posto de vacinação juntamente com seus netos — Pedro, com quatro anos de idade, e João, com nove meses de vida. Jane não se lembra de quando foi vacinada pela última vez, mas acredita que tenha sido há mais de vinte anos, e também não sabe contra quais doenças foi vacinada, porque não possui cartão de vacinação. As crianças tomaram, em seu devido tempo, todas as vacinas preconizadas pela Política Nacional de Imunização, como demonstrado em seus respectivos cartões de vacinação. Nenhum deles tem contraindicação para ser vacinado.
Com relação a essa a situação hipotética, julgue o seguinte item.
Pedro deverá receber o segundo reforço da dTP (difteria, coqueluche e tétano) e da VOP (oral contra poliomielite) e dose única da vacina contra varicela.
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Jane, com cinquenta e dois anos de idade, compareceu a um posto de vacinação juntamente com seus netos — Pedro, com quatro anos de idade, e João, com nove meses de vida. Jane não se lembra de quando foi vacinada pela última vez, mas acredita que tenha sido há mais de vinte anos, e também não sabe contra quais doenças foi vacinada, porque não possui cartão de vacinação. As crianças tomaram, em seu devido tempo, todas as vacinas preconizadas pela Política Nacional de Imunização, como demonstrado em seus respectivos cartões de vacinação. Nenhum deles tem contraindicação para ser vacinado.
Com relação a essa a situação hipotética, julgue o seguinte item.
Jane deverá receber dose única de vacina contra hepatite B, dose única de vacina contra febre amarela, a primeira dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e uma dose da vacina dupla — adulto (dT: difteria e tétano).
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Lúcia, técnica de enfermagem, foi chamada pelo acompanhante de André, um paciente com sessenta e três anos de idade, internado havia dois dias por conta de uma pneumonia. Ao chegar ao quarto de André, Lúcia percebeu que ele parecia não respirar.
Com respeito a esse caso clínico, julgue o próximo item.
Se for comprovada parada cardiorrespiratória, Lúcia deverá iniciar reanimação cardiopulmonar, com ciclos de quinze compressões eficientes — deprimindo o tórax em cerca de 3 cm, com completo retorno — e cinco insuflações eficientes, de 5 s cada uma, e com elevação visível do tórax.
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Lúcia, técnica de enfermagem, foi chamada pelo acompanhante de André, um paciente com sessenta e três anos de idade, internado havia dois dias por conta de uma pneumonia. Ao chegar ao quarto de André, Lúcia percebeu que ele parecia não respirar.
Com respeito a esse caso clínico, julgue o próximo item.
Se André não for responsivo, Lúcia deverá verificar a respiração e o pulso carotídeo do paciente, simultaneamente.
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Lúcia, técnica de enfermagem, foi chamada pelo acompanhante de André, um paciente com sessenta e três anos de idade, internado havia dois dias por conta de uma pneumonia. Ao chegar ao quarto de André, Lúcia percebeu que ele parecia não respirar.
Com respeito a esse caso clínico, julgue o próximo item.
Lúcia deverá checar, imediatamente, a responsividade de André, comprimindo um dos dedos dele para verificar se ele responde ao estímulo doloroso.
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Mariana, com setenta e seis anos de idade, apresenta, em atendimento hospitalar de emergência, forte dor precordial, em aperto, contínua, com irradiação para o pescoço, e leve tontura — segundo a paciente, há cerca de 30 min. Ela tem história de hipertensão arterial crônica e vem sendo acompanhada regularmente por seu cardiologista. No exame, Mariana encontra-se dispneica, agitada, com PA de 190 mmHg × 130 mmHg e oximetria de pulso em 92%.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
O quadro apresentado por Mariana pode ser corretamente classificado como uma urgência hipertensiva.
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Mariana, com setenta e seis anos de idade, apresenta, em atendimento hospitalar de emergência, forte dor precordial, em aperto, contínua, com irradiação para o pescoço, e leve tontura — segundo a paciente, há cerca de 30 min. Ela tem história de hipertensão arterial crônica e vem sendo acompanhada regularmente por seu cardiologista. No exame, Mariana encontra-se dispneica, agitada, com PA de 190 mmHg × 130 mmHg e oximetria de pulso em 92%.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
Deverá ser instalado na paciente acesso venoso periférico e ser-lhe oferecida oxigenoterapia.
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Mariana, com setenta e seis anos de idade, apresenta, em atendimento hospitalar de emergência, forte dor precordial, em aperto, contínua, com irradiação para o pescoço, e leve tontura — segundo a paciente, há cerca de 30 min. Ela tem história de hipertensão arterial crônica e vem sendo acompanhada regularmente por seu cardiologista. No exame, Mariana encontra-se dispneica, agitada, com PA de 190 mmHg × 130 mmHg e oximetria de pulso em 92%.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
Segundo o Protocolo de Manchester, Mariana deverá ser classificada na triagem inicial como paciente em risco — cor laranja —, devendo ser reavaliada pela enfermagem a cada 10 min até que receba atendimento médico.
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Mariana, com setenta e seis anos de idade, apresenta, em atendimento hospitalar de emergência, forte dor precordial, em aperto, contínua, com irradiação para o pescoço, e leve tontura — segundo a paciente, há cerca de 30 min. Ela tem história de hipertensão arterial crônica e vem sendo acompanhada regularmente por seu cardiologista. No exame, Mariana encontra-se dispneica, agitada, com PA de 190 mmHg × 130 mmHg e oximetria de pulso em 92%.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
No serviço de emergência, Mariana deverá ser mantida em posição de Trendelenburg e ser tranquilizada.
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