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Com relação ao transplante de córnea, julgue o item subsequente.
No transplante de córnea, o tempo de repouso é variável consoante a patologia subjacente. Tipicamente, o repouso deve ser mantido durante um mês aproximadamente, e o enfermeiro deve orientar paciente e familiares com relação aos cuidados necessários na recuperação.
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Com relação ao transplante de córnea, julgue o item subsequente.
São sinais e sintomas de rejeição de córnea: perda de visão, dor nos olhos, sensibilidade à luz (fotofobia), olhos vermelhos, descolamento da retina, hemorragia de coroide, infecção endo-ocular, cataratas secundárias, glaucoma secundário, sinequias da íris, irregularidade pupilar e edema macular cistoide.
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Com relação ao transplante de córnea, julgue o item subsequente.
A córnea contém cinco camadas; no entanto, em caso de transplante, nem sempre é necessário transplantar todas as camadas. Por isso, há dois tipos de transplante de córnea: o penetrante e o lamelar.
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Com relação ao transplante de córnea, julgue o item subsequente.
A taxa de sucesso nos transplantes de córnea é atribuída a vários aspectos, incluindo o fato de a córnea ser avascular e a câmara anterior possuir drenagem venosa, mas não drenagem linfática.
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Com relação ao transplante de córnea, julgue o item subsequente.
Um paciente que sofrer queimadura ocular será um potencial receptor de transplante de córnea em condição de urgência
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Uma mulher de vinte e cinco anos de idade, hígida, não tabagista, vítima de acidente automobilístico, com traumatismo craniencefálico grave, trauma torácico e hemotórax bilaterais, foi submetida a drenagem bilateral de tórax, tendo apresentado melhora significativa do quadro respiratório, mas grave piora do quadro neurológico. Nessa circunstância, foi aberto protocolo para diagnóstico de morte encefálica (ME), que foi constatada após realização de todos os testes necessários preconizados em lei.
Com relação a esse quadro clínico e a aspectos relacionados ao transplante de pulmão, julgue o item subsecutivo.
Semelhante à síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), a disfunção primária de enxerto é definida pela relação PaO2/FiO2 < 300 associada a infiltrado radiológico nas primeiras 72 h após o transplante pulmonar.
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Uma mulher de vinte e cinco anos de idade, hígida, não tabagista, vítima de acidente automobilístico, com traumatismo craniencefálico grave, trauma torácico e hemotórax bilaterais, foi submetida a drenagem bilateral de tórax, tendo apresentado melhora significativa do quadro respiratório, mas grave piora do quadro neurológico. Nessa circunstância, foi aberto protocolo para diagnóstico de morte encefálica (ME), que foi constatada após realização de todos os testes necessários preconizados em lei.
Com relação a esse quadro clínico e a aspectos relacionados ao transplante de pulmão, julgue o item subsecutivo.
A profilaxia para infecções virais contempla a cobertura dos vírus da família herpes: HSV e CMV. A profilaxia para fungos é direcionada aos seguintes agentes: Aspergillus spp., Candida spp. e Pneumocystis jirovecii.
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Uma mulher de vinte e cinco anos de idade, hígida, não tabagista, vítima de acidente automobilístico, com traumatismo craniencefálico grave, trauma torácico e hemotórax bilaterais, foi submetida a drenagem bilateral de tórax, tendo apresentado melhora significativa do quadro respiratório, mas grave piora do quadro neurológico. Nessa circunstância, foi aberto protocolo para diagnóstico de morte encefálica (ME), que foi constatada após realização de todos os testes necessários preconizados em lei.
Com relação a esse quadro clínico e a aspectos relacionados ao transplante de pulmão, julgue o item subsecutivo.
De modo geral, indica-se o transplante de pulmão naqueles pacientes que apresentem doenças obstrutivas, doenças supurativas, doenças intersticiais, doenças vasculares, com baixa probabilidade (> 70%) de sobrevida após noventa dias do transplante; e alta probabilidade (> 90%) de sobrevida após cinco anos, do ponto de vista clínico, se estiverem boas condições do enxerto.
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Uma mulher de vinte e cinco anos de idade, hígida, não tabagista, vítima de acidente automobilístico, com traumatismo craniencefálico grave, trauma torácico e hemotórax bilaterais, foi submetida a drenagem bilateral de tórax, tendo apresentado melhora significativa do quadro respiratório, mas grave piora do quadro neurológico. Nessa circunstância, foi aberto protocolo para diagnóstico de morte encefálica (ME), que foi constatada após realização de todos os testes necessários preconizados em lei.
Com relação a esse quadro clínico e a aspectos relacionados ao transplante de pulmão, julgue o item subsecutivo.
Após a avaliação da gasometria da referida paciente, associada aos parâmetros da ventilação mecânica, será possível considerá-la como potencial doadora de pulmão se os seguintes resultados forem obtidos: gasometria com relação PO2/FiO2 maior que 300 mmHg; PEEP = 5; FiO2 = 100%; VAC: 10 mL/kg a 12 mL/kg.
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Uma mulher de vinte e cinco anos de idade, hígida, não tabagista, vítima de acidente automobilístico, com traumatismo craniencefálico grave, trauma torácico e hemotórax bilaterais, foi submetida a drenagem bilateral de tórax, tendo apresentado melhora significativa do quadro respiratório, mas grave piora do quadro neurológico. Nessa circunstância, foi aberto protocolo para diagnóstico de morte encefálica (ME), que foi constatada após realização de todos os testes necessários preconizados em lei.
Com relação a esse quadro clínico e a aspectos relacionados ao transplante de pulmão, julgue o item subsecutivo.
O histórico de saúde da paciente em apreço (sem doenças preexistentes, não tabagista) e sua idade contribuem para caracterizá-la como potencial doadora de pulmão, independentemente do diagnóstico.
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