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Figura 1: curva de dissociação da oxihemoglobina (eixo Ox: pressão parcial de oxigênio; eixo Oy: saturação da oxihemoglobina).
*1 torr = 1 mmHg.

Figura 2: relação entre capacidade vital e força dos músculos
inspiratórios na análise de fraqueza muscular respiratória (eixo
Ox: força dos músculos inspiratórios, em % do previsto; eixo
Oy: capacidade vital, em % do previsto).
*linha contínua: fisiológica teórica esperada;
*linha pontilhada: alteração patológica;
*r: correlação encontrada entre as variáveis;
*p: nível de significância da correlação.
Considerando as figuras 1 e 2 anteriores, julgue o item a seguir, acerca de provas de função pulmonar nas doenças neuromusculares e outros mecanismos fisiológicos e fisiopatológicos do sistema pulmonar.
A análise da linha contínua na figura 2 permite inferir que para a avaliação da fraqueza dos músculos respiratórios, a redução da força dos músculos inspiratórios precede a redução na capacidade vital.
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Figura 1: curva de dissociação da oxihemoglobina (eixo Ox: pressão parcial de oxigênio; eixo Oy: saturação da oxihemoglobina).
*1 torr = 1 mmHg.

Figura 2: relação entre capacidade vital e força dos músculos
inspiratórios na análise de fraqueza muscular respiratória (eixo
Ox: força dos músculos inspiratórios, em % do previsto; eixo
Oy: capacidade vital, em % do previsto).
*linha contínua: fisiológica teórica esperada;
*linha pontilhada: alteração patológica;
*r: correlação encontrada entre as variáveis;
*p: nível de significância da correlação.
Considerando as figuras 1 e 2 anteriores, julgue o item a seguir, acerca de provas de função pulmonar nas doenças neuromusculares e outros mecanismos fisiológicos e fisiopatológicos do sistema pulmonar.
Em se tratando de caso de hipoxemia de grau leve (até 60 mmHg), a saturação arterial da hemoglobina ao oxigênio é mais sensível que a avaliação da pressão parcial do oxigênio no sangue arterial.
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Acerca da atuação do fisioterapeuta em ambiente de terapia intensiva, julgue o seguinte item.
Nos pacientes obesos, graças a fatores como aumento da pressão intra-abdominal, redução da capacidade residual funcional, da capacidade pulmonar total e aumento do trabalho respiratório, pode ser necessária a ventilação em posição prona. Para esta técnica ser considerada eficaz, um dos índices de sucesso consiste na observação do aumento da relação PaO2/FiO2 em 20, ou aumento isolado mínimo da PaO2 em 10 mmHg.
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Acerca da atuação do fisioterapeuta em ambiente de terapia intensiva, julgue o seguinte item.
A utilização de óxido nítrico inalatório em paciente com síndrome do desconforto respiratório agudo grave que curse com hipertensão pulmonar tem o mesmo mecanismo de ação que o uso profilático de tadalafila (genérico: cialis) nos pacientes com hipertensão pulmonar. Portanto, o cuidado no ajuste da dose deve ser considerado a partir da monitorização da resposta diante da dose.
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Acerca da atuação do fisioterapeuta em ambiente de terapia intensiva, julgue o seguinte item.
Em se tratando de trocas gasosas em paciente com episódio recente de acidente vascular cerebral hemorrágico, permite-se a técnica ventilatória conhecida como hipercapnia permissiva. Nesses casos, a estratégia principal é evitar a hipoxemia na lesão neurológica aguda, tendo em vista que esta condição está associada a aumento da mortalidade, tolerando-se, portanto, níveis mais elevados da PaCO2.
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Acerca da atuação do fisioterapeuta em ambiente de terapia intensiva, julgue o seguinte item.
Como a tosse manualmente assistida e a aspiração endotraqueal não proporcionam aumentos significativos na pressão intracraniana, essas técnicas podem ser utilizadas em pacientes admitidos por trauma craniencefálico, sem quaisquer danos.
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Uma paciente de cinquenta e oito anos de idade foi internada em UTI com quadro de infecção respiratória pós-aspiração.A paciente já apresentava diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), estabelecido havia 4 anos, e vem utilizando, nos últimos 2 anos, suporte ventilatório não invasivo (dispositivo de suporte à vida, Bilevel, em modo S/T, sendo IPAP = 14 cmH2O e EPAP = 6 cmH2O) apenas durante o sono. Exame de imagem pós-admissão em UTI evidenciou aspiração maciça comprometendo a base e a porção média do pulmão direito, o que motivou a intubação oro-traqueal com suporte ventilatório invasivo e sedação da paciente. Após 72 h de intubação e redução da sedação, a equipe achou por bem evoluir a paciente para modo ventilatório mandatório intermitente sincronizado, associado à pressão de suporte. A partir dessa nova modalidade ventilatória, a paciente passou a apresentar o seguinte gráfico do suporte ventilatório.

Com referência a essas informações, julgue o item que se segue.
Um dos problemas que pode acontecer ao se ajustar um tempo inspiratório mais curto que a duração do esforço inspiratório realizado pelo paciente é a ocorrência de um ciclo prematuro, podendo ser este fenômeno corrigido ao se reduzir a pressão de suporte, ou reduzir o percentual do critério de ciclagem.
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Uma paciente de cinquenta e oito anos de idade foi internada em UTI com quadro de infecção respiratória pós-aspiração.A paciente já apresentava diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), estabelecido havia 4 anos, e vem utilizando, nos últimos 2 anos, suporte ventilatório não invasivo (dispositivo de suporte à vida, Bilevel, em modo S/T, sendo IPAP = 14 cmH2O e EPAP = 6 cmH2O) apenas durante o sono. Exame de imagem pós-admissão em UTI evidenciou aspiração maciça comprometendo a base e a porção média do pulmão direito, o que motivou a intubação oro-traqueal com suporte ventilatório invasivo e sedação da paciente. Após 72 h de intubação e redução da sedação, a equipe achou por bem evoluir a paciente para modo ventilatório mandatório intermitente sincronizado, associado à pressão de suporte. A partir dessa nova modalidade ventilatória, a paciente passou a apresentar o seguinte gráfico do suporte ventilatório.

Com referência a essas informações, julgue o item que se segue.
Assincronias paciente-ventilador são benignas, não impactam em tempo de permanência em UTI nem mesmo em utilização de suporte ventilatório.
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Uma paciente de cinquenta e oito anos de idade foi internada em UTI com quadro de infecção respiratória pós-aspiração.A paciente já apresentava diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), estabelecido havia 4 anos, e vem utilizando, nos últimos 2 anos, suporte ventilatório não invasivo (dispositivo de suporte à vida, Bilevel, em modo S/T, sendo IPAP = 14 cmH2O e EPAP = 6 cmH2O) apenas durante o sono. Exame de imagem pós-admissão em UTI evidenciou aspiração maciça comprometendo a base e a porção média do pulmão direito, o que motivou a intubação oro-traqueal com suporte ventilatório invasivo e sedação da paciente. Após 72 h de intubação e redução da sedação, a equipe achou por bem evoluir a paciente para modo ventilatório mandatório intermitente sincronizado, associado à pressão de suporte. A partir dessa nova modalidade ventilatória, a paciente passou a apresentar o seguinte gráfico do suporte ventilatório.

Com referência a essas informações, julgue o item que se segue.
Uma das explicações para este fenômeno reside no valor da pressão de suporte. Assim, quanto maior o nível de pressão de suporte oferecido, menor o tempo inspiratório, fazendo com que o tempo inspiratório ajustado será mais curto que o tempo da inspiração apresentado pelo paciente.
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Uma paciente de cinquenta e oito anos de idade foi internada em UTI com quadro de infecção respiratória pós-aspiração.A paciente já apresentava diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), estabelecido havia 4 anos, e vem utilizando, nos últimos 2 anos, suporte ventilatório não invasivo (dispositivo de suporte à vida, Bilevel, em modo S/T, sendo IPAP = 14 cmH2O e EPAP = 6 cmH2O) apenas durante o sono. Exame de imagem pós-admissão em UTI evidenciou aspiração maciça comprometendo a base e a porção média do pulmão direito, o que motivou a intubação oro-traqueal com suporte ventilatório invasivo e sedação da paciente. Após 72 h de intubação e redução da sedação, a equipe achou por bem evoluir a paciente para modo ventilatório mandatório intermitente sincronizado, associado à pressão de suporte. A partir dessa nova modalidade ventilatória, a paciente passou a apresentar o seguinte gráfico do suporte ventilatório.

Com referência a essas informações, julgue o item que se segue.
Uma possível resolução das assincronias apontadas no gráfico pode ser obtida ajustando-se a sensibilidade de disparo do suporte ventilatório, de forma que o ventilador fique o mais sensível possível, tendo apenas o cuidado de se evitar o autodisparo.
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