Um homem de 60 anos sem história de doença psiquiátrica
prévia ou de alterações cognitivas, encontra-se na emergência
em coma por intoxicação alcoólica aguda.
A melhor conduta inicial é:
Uma mulher de 30 anos, sem história de doença psiquiátrica
prévia, apresenta há alguns anos quadros alternantes de dois
grupamentos de sintomas. Primeiro grupo: ideação suicida,
tristeza intensa, desvalia, fadiga e alterações no sono. Segundo
grupo: excesso de euforia, logorreia, autoestima inflada,
aceleração de pensamentos com “fuga de ideias”, perda de
controle sobre as atitudes com intensificação de compulsões
(alimentar, jogos, compras e desejos sexuais), irritabilidade,
agressividade e delírios de grandeza.
Considerando o caso clínico relatado no texto 1, o diagnóstico
mais provável da paciente em questão é:
Uma mulher de 30 anos, sem história de doença psiquiátrica
prévia, apresenta há alguns anos quadros alternantes de dois
grupamentos de sintomas. Primeiro grupo: ideação suicida,
tristeza intensa, desvalia, fadiga e alterações no sono. Segundo
grupo: excesso de euforia, logorreia, autoestima inflada,
aceleração de pensamentos com “fuga de ideias”, perda de
controle sobre as atitudes com intensificação de compulsões
(alimentar, jogos, compras e desejos sexuais), irritabilidade,
agressividade e delírios de grandeza.
Considerando que os dois grupos de sintomas citados no texto 1
causam prejuízo significativo nas atividades de vida diária, o
tratamento mais adequado é:
Um idoso passou a apresentar dificuldades da marcha (passo
magnético) e incontinência urinária. Recentemente também
passou a apresentar déficit cognitivo caracterizado
principalmente por prejuízo atencional e síndrome disexecutiva.
Um paciente de 70 anos, ensino superior, relata estar sendo
furtado por sua esposa e afirma haver um complô para matá-lo.
No miniexame do estado mental, encontra-se desorientado no
tempo e no espaço e não consegue evocar as três palavras,
embora as tenha repetido corretamente alguns minutos antes.
Sua esposa relata que sua memória para fatos recentes vem
piorando de maneira progressiva há 1 ano, levando a prejuízos
significativos em suas atividades instrumentais da vida diária.
Um idoso de 77 anos em uso contínuo de omeprazol (40 mg/dia)
por 9 meses, passou recentemente a apresentar déficit cognitivo
que vem afetando suas atividades cotidianas.