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Um paciente de 67 anos é submetido à punção de massa periférica de 4 cm. Tem história de tabagismo 40 anos-maço. O diagnóstico é adenocarcinoma. Realizado PET CT e posteriormente EBUS, verifica-se que a doença está em estágio II.
Após a ressecção cirúrgica, a droga mais adequada considerando a presença de mutação EGFR, é:
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Um paciente, previamente saudável, apresenta-se no ambulatório com queixa de tosse seca persistente há 2 meses, associada a fadiga, dor torácica leve e dispneia aos leves esforços. Refere perda ponderal de 4 quilos no último mês, sem febre. Nega tabagismo ou história ocupacional. Apresenta tatuagem antiga onde nota haver local endurecido recentemente. Alguns gânglios são palpáveis na região cervical. A radiografia de tórax mostra adenomegalia hilar bilateral acompanhada de infiltrado intersticial em terços médios de ambos os pulmões.
O exame mais adequado para confirmar o diagnóstico dessa doença, levando-se em consideração o contexto clínico-radiológico, é:
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Um paciente de 45 anos internou-se no andar para tratamento de pneumonia comunitária. Após antibioticoterapia adequada, evoluiu, depois de alguns dias, com febre e estabilização em níveis elevados de parâmetros inflamatórios no sangue (proteína C reativa).
Nesse contexto, a realização de uma tomografia computadorizada é necessária para:
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Uma paciente de 74 anos, sabidamente com lesões estruturais irreversíveis na sua árvore brônquica, teve seu primeiro diagnóstico de colonização por Pseudomonas aeruginosa há muitos anos. Cansada de sofrer com as exacerbações, decide se tratar de forma adequada.
Considerando o contexto clínico apresentado pela paciente, a terapêutica de manutenção mais adequada é:
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Um paciente de 67 anos procurou auxílio médico para investigação de tosse crônica. Negava tabagismo. Referia que o sintoma era antigo e recorrente, mas estava progressivamente pior e agora apresentava-se com mais secreção. Em sua história, referia idas periódicas ao pronto-socorro por essa queixa respiratória. No entanto, nunca aprofundou essa investigação. Procurou um pneumologista, que solicitou uma tomografia computadorizada de tórax que evidenciou bronquiectasias.
Considerando-se a história clínica do paciente, a etiologia mais comum para essa afecção respiratória é(são):
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A prevalência das bronquiectasias cresce a cada cem mil pessoas com o passar dos anos, muito provavelmente pelo aumento na qualidade dos exames de imagem.
Os sinais definidores na tomografia de tórax que melhor contribuem para o diagnóstico das bronquiectasias são:
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Um paciente de 62 anos, grande fumante, sem outras comorbidades, interna-se com quadro clínico de síndrome coronariana aguda. Etilista diário, tinha recebido recomendação de interromper o uso do álcool por alteração laboratorial prévia (aumento das transaminases). A radiografia de tórax de rotina feita no leito mostra nódulo pulmonar no terço superior direito. A tomografia de tórax evidencia nódulo de 2,0 cm, bem definido, com halo em vidro fosco. Refere ter contato, em seu apartamento de cobertura, com morcegos que buscavam fruta. É solicitada sorologia para histoplasmose que mostra-se positiva para banda M.
Sabendo que não há qualquer queixa respiratória e sintomas sistêmicos, a conduta mais adequada para esse paciente é:
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Um paciente de 55 anos faz procedimento odontológico prolongado, ficando por várias horas na cadeira do seu dentista. Cerca de três semanas após, apresenta quadro com síndrome febril, associada a tosse purulenta, em grande quantidade, de odor fétido. A radiografia de tórax mostra lesão escavada no lobo superior direito, com nível hidroaéreo no seu interior, sem presença de corpo estranho.
A principal conduta terapêutica para esse paciente é:
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Uma paciente de 72 anos, coronariopata, interna-se na unidade coronariana com quadro de angina instável. Após três dias, recebe alta hospitalar. Passadas pouco mais de 48 horas, a paciente é trazida por familiares com história de queda importante do estado geral, febre, tosse e dispneia e, nas últimas horas, confusão mental. Após avaliação, foi feito diagnóstico de choque séptico secundário a pneumonia. A CCIH é acionada e informam que há um surto de Klebsiella produtora de betalactamase de espectro estendido.
Com esse quadro clínico, o primeiro antibiótico a ser prescrito antes do resultado das culturas será:
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