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Foram encontradas 80 questões.

3884576 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH
Homem de 50 anos com cirrose hepática de etiologia alcoólica é admitido na emergência com hematêmese vultuosa. O exame de endoscopia digestiva alta evidenciou varizes esofágicas com sangramento ativo.

Além da ligadura elástica, a seguinte medida farmacológica deve ser instituída:
 

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3884575 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH
Homem de 65 anos, etilista e tabagista é admitido na emergência, taquicárdico, com quadro de hematêmese. Nesse caso, a primeira abordagem recomendada é
 

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3884574 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: EBSERH
Homem de 45 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos há 4 meses e perda de peso de 8 kg no período. Não há sintomas respiratórios.

Nesse caso, a conduta propedêutica inicial mais apropriada é a
 

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Paciente do sexo masculino, 39 anos, sem comorbidades, procura atendimento com queixa de pirose 3 a 4 vezes por semana, geralmente após refeições gordurosas. Não apresenta regurgitação noturna ou disfagia. Uso intermitente de antiácido traz alívio parcial. Endoscopia digestiva alta recente é normal. pHmetria de 24 horas mostra índice de refluxo (DeMeester) = 12 (normal < 14,7), com correlação sintoma-refluxo positiva (número de sintomas associados a episódios ácidos = 75%). Manometria esofágica com esfíncter esofágico inferior (EEI) com pressão normal, peristaltimo preservado, relaxamento completo do EEI durante a deglutição.

O diagnóstico mais provável é
 

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Paciente do sexo feminino, 27 anos, com quadro de dor abdominal epigástrica que evoluiu com migração para fossa ilíaca direita há cerca de 8 horas, associada a náuseas, vômitos e hiporexia. Nega febre.
Ao exame físico, apresenta dor à descompressão de fossa ilíaca direita, sem dor à compressão ou defesa abdominal. Exames laboratoriais mostram leucocitose sem desvio à esquerda.

Considerando a possibilidade diagnóstica de apendicite aguda, o escore de Alvarado dessa paciente é
 

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Homem de 62 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta perda ponderal de 12 kg em 3 meses, anorexia e epigastralgia. Endoscopia digestiva alta revela lesão ulcerada na pequena curvatura gástrica, com bordas elevadas e infiltradas. A biópsia confirma adenocarcinoma gástrico. O paciente é submetido a gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2.
O anatomopatológico revela:

– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3);
– metástase em 4 linfonodos regionais (pN2);
– ausência de metástases à distância (pM0).

O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
 

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Um paciente de 42 anos, com histórico de obesidade e apneia obstrutiva do sono, apresenta queixas de sonolência diurna excessiva e dificuldade para controlar a ingestão alimentar, especialmente à noite. Ele relata que acorda várias vezes durante a noite e sente fome mesmo após refeições completas.

Exames laboratoriais mostram:

– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.

Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
 

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Paciente feminina, 26 anos, apresenta fadiga crônica, desconforto abdominal pós-prandial e episódios esporádicos de diarreia, sem perda ponderal significativa. Tem histórico de anemia ferropriva refratária a suplementação oral.
Exames recentes mostram:

– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.

Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
 

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Paciente do sexo masculino, 38 anos, com história de doença de Crohn ileocecal diagnosticada há 10 anos. Evoluiu com estenoses cicatriciais e episódios de suboclusão intestinal, sendo submetido a íleo- colectomia direita com anastomose íleo-transversa há 14 meses. Retorna à consulta com dor abdominal intermitente, diarreia (> 6 episódios-dia) e perda ponderal. Está em uso de terapia imunobiológica com anti-TNF associada a imunossupressor (azatioprina). Seu médico assistente solicita colonoscopia, que mostra:

– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.

Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
 

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Paciente do sexo masculino, 33 anos, previamente assintomático, relata episódios esporádicos de hematoquezia (“sangue está pingando no vaso sanitário ao final da evacuação”), sem proctalgia, sem diarreia, sem muco ou pus nas fezes. Nega perda ponderal e dores abdominais. Nega comorbidades. Nega tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal.

A conduta inicial mais adequada é
 

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