Foram encontradas 80 questões.
Paciente com oclusão intestinal por hérnia estrangulada necessita
de laparotomia emergencial. Tem histórico de IC (FE = 35%) e
tabagismo ativo.
A seguinte estratégia de pré-habilitação é viável nesse cenário:
A seguinte estratégia de pré-habilitação é viável nesse cenário:
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Paciente com câncer de pâncreas, programado para
duodenopancreatectomia, apresenta risco elevado pelo escore
ACS NSQIP.
A ferramenta mais adequada para avaliar sua capacidade funcional antes da pré-habilitação é
A ferramenta mais adequada para avaliar sua capacidade funcional antes da pré-habilitação é
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Homem de 68 anos, fratura de fêmur que necessita de
artroplastia, com descondicionamento físico e desnutrição.
O período mínimo recomendado para intervenções de pré-habilitação apresentarem benefício é de
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Paciente de 70 anos, programado para colectomia por câncer
de cólon, apresenta sarcopenia, sedentarismo e anemia
(Hb = 9,8 g/dL).
O principal objetivo da pré-habilitação nesse paciente é
O principal objetivo da pré-habilitação nesse paciente é
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Uma paciente de 25 anos, refere dor e abaulamento em região
umbilical aos esforços. O diagnóstico de hérnia umbilical é feito.
Nesse caso, é correto afirmar que
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No tratamento de uma hérnia femoral D, a técnica de escolha é
a de
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Um paciente de 46 anos, realizou exame de US de próstata, que
revelou pequena hérnia inguinal D. O paciente é assintomático.
O exame clínico não demonstra qualquer protusão em região
inguinal D.
Nesse caso, a conduta é
Nesse caso, a conduta é
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Homem de 58 anos, com anemia ferropriva e fadiga, realizou
endoscopia que evidenciou gastrite atrófica com três lesões
polipoides pequenas (< 1 cm) em fundo gástrico. As biópsias
revelaram tumores neuroendócrinos bem diferenciados,
positivos para cromogranina A, Ki-67 <2%. A dosagem de gastrina
sérica foi de 1200 pg/mL. Tomografia e octreoscan sem
metástases.
O diagnóstico e a conduta cirúrgica mais adequada são
O diagnóstico e a conduta cirúrgica mais adequada são
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Paciente do sexo feminino, 52 anos, com antecedente de
histerectomia total por via abdominal há 5 anos, dá entrada no
pronto-socorro com dor abdominal difusa em cólica, iniciada há
24 horas, associada a náuseas, vômitos biliosos e ausência de
eliminação de flatos e fezes desde então. Refere episódios
semelhantes mais leves nos últimos dois anos, resolvidos
espontaneamente. Ao exame físico, apresenta abdome
distendido, ruídos hidroaéreos aumentados em timbre metálico,
dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. O toque retal sem
sangue ou massas.
Uma radiografia de abdome em pé mostra níveis hidroaéreos em alças de delgado com padrão em “pilha de moedas”. A tomografia computadorizada (TC) confirma obstrução de delgado com ponto de transição único, presença de alças distendidas, sem pneumoperitônio ou sinais de isquemia. Exames laboratoriais com leucócitos de 11.000/mm³ e lactato normal.
O diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial, para essa paciente, são
Uma radiografia de abdome em pé mostra níveis hidroaéreos em alças de delgado com padrão em “pilha de moedas”. A tomografia computadorizada (TC) confirma obstrução de delgado com ponto de transição único, presença de alças distendidas, sem pneumoperitônio ou sinais de isquemia. Exames laboratoriais com leucócitos de 11.000/mm³ e lactato normal.
O diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial, para essa paciente, são
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Um homem de 39 anos procura avaliação para cirurgia bariátrica.
Refere ser obeso desde a adolescência, com múltiplas tentativas
frustradas de perda de peso com dieta e atividade física. Relata
histórico de refluxo gastroesofágico intenso, diagnosticado por
endoscopia há 2 anos como esofagite grau C (Los Angeles).
Também tem diabetes mellitus tipo 2 há 6 anos, atualmente mal
controlado com metformina e insulina. Apresenta IMC de 42
kg/m², sem uso de álcool ou tabagismo. Nega sintomas
depressivos ou compulsão alimentar grave.
Os exames complementares:
• Endoscopia: Esofagite grau C, sem hérnia hiatal;
• HbA1c: 9,2%;
• Eletrocardiograma e avaliação cardiológica pré-operatória: sem contraindicações;
• Avaliação psicológica: apto à cirurgia;
• Ultrassonografia abdominal: fígado esteatótico, sem litíase biliar.
A melhor técnica de cirurgia bariátrica indicada, nesse caso, é
Os exames complementares:
• Endoscopia: Esofagite grau C, sem hérnia hiatal;
• HbA1c: 9,2%;
• Eletrocardiograma e avaliação cardiológica pré-operatória: sem contraindicações;
• Avaliação psicológica: apto à cirurgia;
• Ultrassonografia abdominal: fígado esteatótico, sem litíase biliar.
A melhor técnica de cirurgia bariátrica indicada, nesse caso, é
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