Um paciente está internado no CTI, em pós-operatório de uma
toracotomia para realização de uma lobectomia inferior
esquerda, por uma neoplasia de não pequenas células. Encontrase sonolento após ter recebido analgesia venosa. Está com uma
saturação de oxigênio de 97%. Apresenta, neste momento, um
batimento cardíaco de 167 bpm e pressão arterial de
75/35 mmHg. O eletrocardiograma confirma o diagnóstico de
uma fibrilação que não existia em exames anteriores e que,
segundo a enfermagem, é de início recente.
Adolescente do sexo feminino é trazida à emergência com febre,
artralgia em grandes articulações e cansaço aos esforços.
Ao exame físico, apresenta sopro cardíaco (sem história prévia) e
sinais inflamatórios em joelhos e tornozelos. Exames laboratoriais
mostram PCR e VHS elevados, além de título aumentado de
ASLO.
Considerando os critérios revisados pela Organização Mundial da
Saúde (OMS) em 2004, a categoria diagnóstica dessa adolescente é
Escolar, quatro anos, é trazido para atendimento no setor de
emergência por apresentar febre, dor no ouvido direito e
abaulamento retroauricular com vermelhidão e sensibilidade
local há dois dias. Foi diagnosticada com infecção de ouvido na
semana anterior, mas os sintomas persistiram apesar do uso de
amoxicilina. Ao exame, nota-se discreta protrusão da orelha
direita; restante do exame sem alterações.
A conduta imediata baseada na principal hipótese diagnóstica é
Lactente de 7 meses, previamente saudável, apresentou
episódios de vômitos intensos cerca de duas horas após se
alimentar com arroz há um mês, seguido de palidez cutânea,
letargia, hipotonia, diarreia, hipotermia e leve distensão
abdominal. Hoje, repetiu o alimento e novamente apresentou os
mesmos sintomas. Não há febre, nem sangue nas fezes. Exame
físico mostra criança prostrada, com perfusão periférica
levemente reduzida e abdome levemente distendido, porém
flácido.
Tendo em conta a principal hipótese diagnóstica, o sintoma
considerado como critério diagnóstico maior é
Escolar, 8 anos, masculino, apresenta aumento de volume na
parte posterior do joelho direito, percebido há cerca de duas
semanas, sem história de trauma. Ao exame físico, nota-se massa
firme, compressível, pouco dolorosa à palpação, localizada
medialmente à fossa poplítea, mais evidente com o joelho em
extensão. Radiografia do joelho não mostra alterações ósseas.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o teste realizado
durante o exame físico que auxilia no diagnóstico é a avaliação
por meio da
Adolescente, 17 anos, comparece com seu filho de 4 anos para
avaliação devido a queixa da escola sobre comportamentos
agressivos e dificuldade de interação com os colegas. A mãe
relata que cria o filho sozinha, com pouco apoio familiar, vive em
condição de vulnerabilidade social e enfrenta conflitos
frequentes com a própria mãe. Refere dificuldade para
estabelecer rotinas e sente-se sobrecarregada emocionalmente.
O pai da criança não participa ativamente da criação.
Considerando o contexto clínico e os determinantes sociais
envolvidos, é correto afirmar que
Lactente, 50 dias, é trazido ao ambulatório de puericultura por
estar amarelado desde o quinto dia de vida. Nasceu a termo,
parto normal, com peso adequado e usa leite materno exclusivo.
Ao exame físico, bom ganho ponderal, icterícia, hipocolia e
colúria, hepatomegalia de consistência firme às custas do lobo
esquerdo proeminente. Exames laboratoriais mostram elevação
de bilirrubina conjugada (>1 mg/dL) e a ultrassonografia
abdominal revela vesícula biliar contraída e não visualização do
ducto colédoco e sinal do “cordão triangular”.
O passo seguinte em relação à confirmação da principal hipótese
diagnóstica é realizar
Lactente, 2 meses, em aleitamento materno exclusivo, é trazido à
consulta de puericultura com história de esforço e choro intenso
antes de evacuar, há cerca de duas semanas. Após o esforço,
elimina fezes amolecidas sem sangue ou muco. As evacuações
ocorrem diariamente, e está se alimentando bem, ganhando
peso adequadamente.
Exame físico sem alterações.
A principal hipótese diagnóstica é