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Foram encontradas 80 questões.

Escolar, masculino, cinco anos, é trazido à consulta ambulatorial por apresentar micções muito frequentes durante o dia, chegando a urinar a cada 10 a 15 minutos, com início súbito. Os responsáveis negam dor, infecção urinária, escapes diurnos ou episódios noturnos. A criança já era desfraldada e os sintomas começaram pouco antes do início das aulas. Não há alterações ao exame físico.

Sobre a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que
 

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Escolar, nove anos, apresenta, há seis meses, movimentos repetitivos e abruptos da cabeça e emissão de sons guturais. Os episódios aumentam em situações de estresse, mas cessam durante o sono e não ocorrem enquanto ele joga videogame. Os pais relatam que ele consegue controlar os movimentos por curtos períodos.

Baseado na principal hipótese diagnóstica, os sintomas motores, vocais e o tempo de duração deles são classificados, respectivamente, como
 

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Adolescente, sexo feminino, com quadro insidioso de dor e inchaço em joelhos, punhos e tornozelos, com rigidez matinal e limitação progressiva dos movimentos. Ao exame, observa-se simetria no acometimento articular e leve contratura em flexão dos dedos das mãos. Exames laboratoriais revelam elevação de velocidade de hemossedimentação (VHS) e proteína C reativa (PCR), com fator reumatoide positivo. Relata, ainda, fadiga e episódios de febre baixa nas últimas semanas.

Considerando a principal hipótese diagnóstica e os biomarcadores a ela relacionados, é correto afirmar que
 

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Lactente de 20 dias apresenta lacrimejamento constante e secreção esbranquiçada no olho desde os primeiros dias de vida, sem sinais sistêmicos ou febre. A mãe relata que o quadro piora quando o bebê chora. Ao exame, há leve edema palpebral e refluxo de secreção à compressão do saco lacrimal direito.

A principal hipótese diagnóstica sobre a origem dos sintomas é
 

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Uma paciente de 62 anos, com histórico de dores abdominais recorrentes nos últimos 6 meses, é submetida a uma íleocolonoscopia completa.
O exame revela a presença de múltiplos divertículos (mais de 15) no cólon sigmoide, descendente, transverso e ascendente. Além disso, o endoscopista descreve espasticidade em cólon sigmoide, associada a eritema e edema na mucosa adjacente de alguns óstios diverticulares. Também se observam algumas áreas de erosão esparsas. Não há sinais de sangramento ativo, perfuração ou fístulas.
Com base nesses achados e na Classificação DICA (Diverticular Inflammation and Complication Assessment), o estadiamento correto para essa paciente é
 

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Uma paciente de 35 anos com doença de Crohn íleo-cólica moderada/grave foi iniciada em tratamento com adalimumabe. Após 12 meses de tratamento com boa resposta intestinal, ela desenvolve um quadro de psoríase em placas grave e extensa no tronco e membros, que não responde ao tratamento tópico. A paciente não tinha histórico prévio de psoríase. A biópsia de pele confirma o diagnóstico de psoríase.
Diante do caso clínico apresentado, a melhor opção terapêutica para essa paciente, entre as listadas a seguir, é
 

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Paciente de 55 anos, sexo masculino, procura atendimento com queixas de disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 5 anos, regurgitação alimentar noturna e perda de peso significativa.
A manometria esofágica de alta resolução revela aperistalse no corpo do esôfago e relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior (EEI). A radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno evidencia uma grande dilatação esofágica, com calibre superior igual a 8 cm e sem tortuosidades.
Com base no quadro clínico e nos achados radiológicos, a classificação de Rezende para o caso descrito é
 

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Paciente do sexo feminino, 33 anos, portadora de retocolite ulcerativa (RCU) com diagnóstico há 8 anos, encontra-se em terapia imunobiológica com infliximabe guiada por monitorização terapêutica de nível sérico na dose padrão de 5 mg/kg a cada 2 meses. Relata ter feito uso prévio de mesalazina e azatioprina.
No momento, encontra-se assintomática e com exames laboratoriais normais, a se incluir uma dosagem de calprotectina fecal de 25 mcg/g (valor de referência < 50 mcg/g). Ultrassonografia abdominal normal. Nega tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal. Realiza colonoscopia a pedido de seu médico assistente, que foi completa, até o íleo distal, com preparo intestinal adequado (Escala de Boston: 9), apresentando remissão endoscópica (subescore endoscópico de Mayo: 0).
Exame histopatológico dos segmentos examinados apresenta apenas atividade inflamatória leve em reto, inespecífica, sem sinais de displasia ou outras informações pertinentes. Demais segmentos com análise histopatológica normal.
Baseado nessas informações, conforme os guidelines da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO), o tempo adequado de repetição do exame para essa paciente é de
 

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Um paciente de 68 anos, sexo masculino, é submetido à cirurgia de ressecção de um tumor em cólon sigmoide.
O exame anatomopatológico da peça cirúrgica revela um adenocarcinoma que invade a serosa, mas não perfura o peritônio visceral. Foram identificados linfonodos metastáticos em 3 dos 15 linfonodos regionais ressecados. Não há evidência de metástases a distância nos exames de imagem pré-operatórios e nem durante o intraoperatório.
Com base nesses achados, a classificação TNM e o estádio tumoral do paciente são:
 

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Mulher, 65 anos, atendida na emergência com dor torácica e episódios de disfagia intermitente. Esofagograma realizado no dia seguinte mostra divertículo esofageano nos 5 cm distais do esôfago. Manometria revela ondas peristáticas de elevada amplitude em esôfago distal (média igual ou superior a 180 mm Hg) e relaxamento normal do EEI.
O diagnóstico mais provável para a clínica apresentada pela paciente é
 

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