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Em pacientes com mais de 5 anos de história de refluxo, são fatores de risco para esôfago de Barrett que indicam uma endoscopia de controle
 

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O paciente se apresenta para avaliação de doença do refluxo gastroesofageano.

O exame imediato a ser realizado no referido paciente é a(o)

 

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Um paciente se apresenta para avaliação de doença do refluxo gastroesofageano.

Nesse caso, são considerados sintomas de alarme

 

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Médico clínico encaminha um paciente de 64 anos, etilista e tabagista de longa data, que procura atendimento com disfagia progressiva há 3 meses, inicialmente para sólidos e agora também para líquidos. O paciente refere perda ponderal de 8 kg, regurgitação frequente e episódios de dor retroesternal leve.
Ao exame físico, está emagrecido, sem linfadenomegalias periféricas. Endoscopia digestiva alta mostra lesão ulcerada e estenosante em terço médio do esôfago. Uma biópsia confirmou um carcinoma escamoso moderadamente diferenciado.
Nesse caso, a conduta mais adequada para o estadiamento e o planejamento terapêutico será
 

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Mulher de 60 anos, com diagnóstico confirmado de megaesôfago chagásico tipo IV, apresenta disfagia severa para líquidos e sólidos, regurgitação noturna e broncoaspiração recorrente. Fez tratamento clínico e dilatações sem sucesso. A manometria revelou ausência completa de peristalse e hipertonia do esfíncter esofágico inferior (EEI). O esofagograma mostra dilatação esofágica >10 cm com retardo no esvaziamento e eixo esofágico tortuoso. Está em bom estado clínico geral e sem contraindicações cirúrgicas.
Nesse caso, a melhor opção terapêutica é
 

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Paciente de 52 anos, sexo masculino, natural do interior de Minas Geraisrelata disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 1 ano, perda de 10 kg no período, regurgitação frequente de alimentos não digeridos e sensação de “bolo parado” retroesternal, mas nega pirose. Refere episódios noturnos de tosse e engasgos.
Ao exame físico geral, está emagrecido, mas sem alterações significativas. Uma endoscopia digestiva alta mostra esôfago dilatado, com retenção de alimentos e resistência na transposição do esfíncter inferior. Realizada esofagografia com bário que mostra imagem em “bico de pássaro” e grande dilatação esofágica.
Diante desse caso clínico, o diagnóstico mais provável e o exame complementar mais adequado para confirmação e classificação são
 

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Homem de 48 anos, previamente saudável, procura atendimento com quadro de dor abdominal intermitente há duas semanas, tipo cólica, em quadrante superior direito, acompanhada de episódios de náuseas, distensão abdominal e emagrecimento de 4 kg no período. Refere evacuações diminuídas, mas nega sangramentos.
Ao exame físico, apresenta distensão abdominal, ruídos hidroaéreos aumentados e massa móvel e dolorosa palpável em mesogástrio. Exames laboratoriais mostram anemia leve normocítica. Uma tomografia de abdome contrastada evidencia uma lesão em “alvo” (target sign) no jejuno proximal com espessamento parietal focal. Não há pneumoperitônio ou líquido livre.
Com base nesse caso clínico, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica são
 

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Uma mulher de 68 anos, com história de diverticulose conhecida, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal no quadrante inferior esquerdo há 5 dias, febre e sensação de distensão. Está em uso de antibiótico oral iniciado por médico generalista, sem melhora. Ao exame físico, encontra-se febril (38,4 ºC), com dor intensa em FIE e massa dolorosa palpável. Abdome com peristalse diminuída, sem sinais de peritonite generalizada. Tomografia de abdome evidencia espessamento do cólon sigmoide e coleção pericólica com gás de 6 cm, sem líquido livre difuso.
Com base na classificação de Hinchey, o estadiamento e a melhor conduta, nesse caso, são
 

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Homem de 64 anos, hipertenso e ex-tabagista, procura atendimento com queixa de dor abdominal há dois dias, localizada no quadrante inferior esquerdo, de início insidioso, associada à febre de 38,5 ºC, náuseas e episódios de diarreia aquosa. Relata que o quadro vem piorando progressivamente.
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, mas febril e com dor à palpação profunda do quadrante inferior esquerdo, sem sinais de irritação peritoneal difusa. A ausculta apresenta ruídos hidroaéreos discretamente diminuídos. Os exames laboratoriais mostram leucocitose com desvio à esquerda e PCR elevada. Ultrassonografia abdominal foi inconclusiva.
Diante desse quadro clínico o diagnóstico mais provável e a melhor conduta inicial são
 

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Mulher de 63 anos, menopausada há 10 anos, procura atendimento por aumento progressivo do volume abdominal, distensão e sensação de plenitude pós-prandial nos últimos 3 meses. Refere perda ponderal involuntária, episódios de náusea e alteração do hábito intestinal (alternância entre constipação e evacuações amolecidas). Nega sangramentos genitais.

Ao exame físico: abdome globoso, com ascite moderada, sinal de macicez móvel e presença de nódulos duros em flanco direito (Sinal de Blumer). Ao toque vaginal, palpa-se massa anexial esquerda de consistência pétrea.

Exames laboratoriais revelam:

CA-125: 640 U/mL (normal <35 U/mL); Hemoglobina: 10,2 g/d; Albumina: 2,8 g/Dl; Creatinina: 1,1 mg/dL.

Uma tomografia computadorizada de abdome/pelve evidencia: Massa anexial sólida e cística à esquerda (6,5 cm) e espessamento difuso do peritônio com implantes nodulares, ascite volumosa e linfonodomegalia retroperitoneal.

Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável, a preparação adequada do paciente e o tratamento de escolha são, respectivamente,

 

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