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Mulher de 28 anos, previamente hígida, procura atendimento por
lesão indolor em vulva, percebida há aproximadamente 10 dias.
Refere relação sexual desprotegida com parceiro eventual há
cerca de três semanas. Nega corrimento, febre ou prurido.
Ao exame ginecológico, observa-se úlcera única de aproximadamente 1,5 cm em pequeno lábio esquerdo, de bordas endurecidas, base limpa e fundo avermelhado. Linfonodos inguinais bilaterais aumentados, firmes, indolores e não aderidos. Refere ausência de dor local.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial recomendada são
Ao exame ginecológico, observa-se úlcera única de aproximadamente 1,5 cm em pequeno lábio esquerdo, de bordas endurecidas, base limpa e fundo avermelhado. Linfonodos inguinais bilaterais aumentados, firmes, indolores e não aderidos. Refere ausência de dor local.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial recomendada são
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Mulher de 66 anos, G5P5, sexualmente ativa, procura avaliação
ginecológica por sensação de peso vaginal, exteriorização de
abaulamento ao esforço e incontinência urinária aos esforços.
Ao exame ginecológico com manobra de Valsalva, observam-se
os seguintes parâmetros do sistema POP-Q: Aa em +2, Ba em +3,
ponto C em +2, D em +1, Ap em –1, Bp em 0, e comprimento
vaginal total (TVL) de 8 cm. Genitália externa sem atrofia
significativa.
Com base no exame físico, assinale a classificação mais compatível com os achados descritos.
Com base no exame físico, assinale a classificação mais compatível com os achados descritos.
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Mulher de 39 anos, G3P3, procura atendimento por amenorreia
secundária há 3 anos e fadiga progressiva. Relata que, após o
último parto, apresentou hemorragia puerperal grave com
necessidade de transfusão sanguínea. Desde então, não voltou a
menstruar, não apresentou lactação e vem notando
ressecamento vaginal e queda de cabelos. Ao exame: PA 94/62
mmHg, FC 96 bpm, pele seca, genitália externa atrófica, mamas
hipotróficas. IMC: 23 kg/m².
Exames laboratoriais:
• TSH: 0,1 µUI/mL; • T4 livre: 0,4 ng/dL; • FSH: 2,1 mUI/mL; • LH: 1,9 mUI/mL; • Cortisol matinal: 4,1 µg/dL; • Prolactina: 2,1 ng/mL.
O diagnóstico mais provável frente ao quadro clínico e laboratorial é
Exames laboratoriais:
• TSH: 0,1 µUI/mL; • T4 livre: 0,4 ng/dL; • FSH: 2,1 mUI/mL; • LH: 1,9 mUI/mL; • Cortisol matinal: 4,1 µg/dL; • Prolactina: 2,1 ng/mL.
O diagnóstico mais provável frente ao quadro clínico e laboratorial é
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Paciente de 67 anos, G3P3, apresenta sangramento uterino
anormal na pós-menopausa. A biópsia endometrial revelou
adenocarcinoma endometrioide grau 2. Realizada histerectomia
total com salpingo-ooforectomia bilateral e linfadenectomia
pélvica. O anatomopatológico demonstrou tumor infiltrando mais
de 50% do miométrio, sem acometimento cervical, trompas,
ovários ou linfonodos. Ausência de invasão linfovascular.
Com base nos achados clínico-patológicos, o estadiamento FIGO de 2023 mais adequado para esse caso é
Com base nos achados clínico-patológicos, o estadiamento FIGO de 2023 mais adequado para esse caso é
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Adolescente de 17 anos, nuligesta, comparece à consulta por
ausência de menarca. Relata desenvolvimento mamário iniciado
aos 12 anos (M2), mas sem progressão.
Ao exame físico: mamas em M3, presença de pelos púbicos e axilares em P4, genitália normal. IMC: 21 kg/m². Exames laboratoriais: FSH 48 mUI/mL, LH 32 mUI/mL, estradiol 12 pg/mL. Cariótipo: 46,XX.
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
Ao exame físico: mamas em M3, presença de pelos púbicos e axilares em P4, genitália normal. IMC: 21 kg/m². Exames laboratoriais: FSH 48 mUI/mL, LH 32 mUI/mL, estradiol 12 pg/mL. Cariótipo: 46,XX.
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
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Paciente de 24 anos, G0P0, previamente hígida, procura
atendimento com dor pélvica em baixo ventre há 5 dias, de
intensidade progressiva, associada a corrimento vaginal
purulento e febre não aferida. Refere também dispareunia e
disúria.
Ao exame físico: dor à palpação hipogástrica e à mobilização uterina, toque vaginal com dor à palpação de anexos. Sinais vitais: temperatura axilar de 38,3 ºC, frequência cardíaca de 114 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. Laboratório com leucocitose e PCR elevada. Ultrassonografia transvaginal evidencia imagem cística complexa em anexo direito, com conteúdo espesso e septações finas, medindo 5,5 cm.
A conduta inicial mais adequada é
Ao exame físico: dor à palpação hipogástrica e à mobilização uterina, toque vaginal com dor à palpação de anexos. Sinais vitais: temperatura axilar de 38,3 ºC, frequência cardíaca de 114 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. Laboratório com leucocitose e PCR elevada. Ultrassonografia transvaginal evidencia imagem cística complexa em anexo direito, com conteúdo espesso e septações finas, medindo 5,5 cm.
A conduta inicial mais adequada é
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Mulher de 26 anos, nuligesta, sexualmente ativa, comparece para
exame ginecológico de rotina. Refere ciclos menstruais regulares,
sem queixas geniturinárias.
Ao exame especular, observa-se pequena lesão esbranquiçada, translúcida, elevada, medindo cerca de 4 mm, em região do colo uterino, sem sinais de inflamação, sangramento ou lesões acetobrancas. Colpocitologia e teste de HPV realizados há 8 meses foram normais.
A conduta mais apropriada diante desse achado é
Ao exame especular, observa-se pequena lesão esbranquiçada, translúcida, elevada, medindo cerca de 4 mm, em região do colo uterino, sem sinais de inflamação, sangramento ou lesões acetobrancas. Colpocitologia e teste de HPV realizados há 8 meses foram normais.
A conduta mais apropriada diante desse achado é
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Mulher de 68 anos comparece ao consultório por prurido vulvar
crônico, de longa data, associado à ardência e sensação de
queimação. Refere falha terapêutica com antifúngicos tópicos.
Ao exame físico, observa-se lesão única em grande lábio direito, de bordas irregulares, superfície eritematosa com áreas esbranquiçadas, descamativas e discretamente infiltradas, medindo cerca de 2,5 cm, sem ulceração. Realizada biópsia com diagnóstico histopatológico de lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL), sem sinais de invasão.
A colpocitologia e a colposcopia foram normais. A conduta inicial mais adequada para essa paciente é
Ao exame físico, observa-se lesão única em grande lábio direito, de bordas irregulares, superfície eritematosa com áreas esbranquiçadas, descamativas e discretamente infiltradas, medindo cerca de 2,5 cm, sem ulceração. Realizada biópsia com diagnóstico histopatológico de lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL), sem sinais de invasão.
A colpocitologia e a colposcopia foram normais. A conduta inicial mais adequada para essa paciente é
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Paciente de 26 anos, nuligesta, comparece para investigação de
infertilidade primária. Relata ciclos regulares, sem dismenorreia
significativa. Nega comorbidades. Exame físico sem alterações.
A histerossalpingografia revelou cavidade endometrial com
contornos regulares, mas com falha de enchimento linear no
terço superior, trompas visualizadas com Cotté positivo.
Solicitada ressonância magnética pélvica, que evidenciou útero
único com reentrância endometrial medindo 18 mm e ângulo de
60º e sem duplicidade de colo ou vagina.
Assinale a opção que apresenta a malformação uterina mais provável e a conduta adequada.
Assinale a opção que apresenta a malformação uterina mais provável e a conduta adequada.
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Mulher de 29 anos, G0P0, procura atendimento por dor crônica
na região vulvar com início há cerca de 6 meses. Relata sensação
de ardência e queimação na entrada vaginal, piorando com uso
de roupas justas, longos períodos sentada e durante o contato
sexual. Nega corrimentos, infecções prévias recentes ou uso de
medicamentos locais. Já utilizou antifúngicos e antibióticos sem
melhora.
Ao exame físico, não há lesões aparentes em vulva ou vagina, mas há dor referida à pressão leve com cotonete no vestíbulo vulvar posterior. Os exames laboratoriais e culturas estão normais. Refere impacto significativo em sua vida sexual e emocional.
Nesse caso, a conduta inicial mais adequada é
Ao exame físico, não há lesões aparentes em vulva ou vagina, mas há dor referida à pressão leve com cotonete no vestíbulo vulvar posterior. Os exames laboratoriais e culturas estão normais. Refere impacto significativo em sua vida sexual e emocional.
Nesse caso, a conduta inicial mais adequada é
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