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Paciente do sexo feminino, 52 anos, com antecedente de histerectomia total por via abdominal há 5 anos, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal difusa em cólica, iniciada há 24 horas, associada a náuseas, vômitos biliosos e ausência de eliminação de flatos e fezes desde então. Refere episódios semelhantes mais leves nos últimos dois anos, resolvidos espontaneamente. Ao exame físico, apresenta abdome distendido, ruídos hidroaéreos aumentados em timbre metálico, dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. O toque retal sem sangue ou massas.

Uma radiografia de abdome em pé mostra níveis hidroaéreos em alças de delgado com padrão em “pilha de moedas”. A tomografia computadorizada (TC) confirma obstrução de delgado com ponto de transição único, presença de alças distendidas, sem pneumoperitônio ou sinais de isquemia. Exames laboratoriais com leucócitos de 11.000/mm³ e lactato normal.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial, para essa paciente, são
 

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Um homem de 39 anos procura avaliação para cirurgia bariátrica. Refere ser obeso desde a adolescência, com múltiplas tentativas frustradas de perda de peso com dieta e atividade física. Relata histórico de refluxo gastroesofágico intenso, diagnosticado por endoscopia há 2 anos como esofagite grau C (Los Angeles). Também tem diabetes mellitus tipo 2 há 6 anos, atualmente mal controlado com metformina e insulina. Apresenta IMC de 42 kg/m², sem uso de álcool ou tabagismo. Nega sintomas depressivos ou compulsão alimentar grave.
Os exames complementares:

• Endoscopia: Esofagite grau C, sem hérnia hiatal;
• HbA1c: 9,2%;
• Eletrocardiograma e avaliação cardiológica pré-operatória: sem contraindicações;
• Avaliação psicológica: apto à cirurgia;
• Ultrassonografia abdominal: fígado esteatótico, sem litíase biliar.

A melhor técnica de cirurgia bariátrica indicada, nesse caso, é
 

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Homem de 58 anos, com história de colecistectomia por laparotomia há 8 anos, foi internado com diagnóstico de obstrução intestinal por bridas. Após 36 horas de tratamento conservador com hidratação, jejum, cateter nasogástrico e analgesia, mantém vômitos, dor abdominal e distensão. Não eliminou flatos. A ausculta revela ruídos hidroaéreos metálicos. Uma nova TC mostra persistência da distensão de alças delgadas, com mesmo ponto de transição. Sem pneumoperitônio ou sinais claros de isquemia. Lactato de 1,8 mmol/L, leucócitos 13.000/mm³.

Nesse caso, a melhor conduta para esse paciente será
 

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Uma paciente de 67 anos, previamente saudável, relata três episódios anteriores de dor no quadrante inferior esquerdo nos últimos dois anos, sempre associados à febre e tratados com antibióticos orais em regime ambulatorial. Há 10 dias, apresenta dor abdominal contínua e cólicas, com distensão progressiva, ausência de evacuações e flatulência há 3 dias.
Ao exame físico, há abdome distendido, ruídos hidroaéreos diminuídos e dor difusa à palpação, sem sinais de peritonite. Os exames laboratoriais revelam leucocitose de 14.500/mm³ e PCR de 62 mg/L. Tomografia computadorizada evidencia cólon sigmoide com espessamento parietal importante, estreitamento luminal e moderada distensão colônica a montante. Não há sinais de perfuração nem de abscesso.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta para essa paciente são
 

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Paciente de 67 anos, sexo masculino, tabagista crônico e etilista, procura atendimento por notar aumento progressivo de um nódulo indolor na fossa supraclavicular esquerda há 2 meses. Ao exame físico, palpa-se linfonodo endurecido, fixo, com cerca de 2,5 cm. O paciente refere ainda perda de peso de 6 kg em 3 meses, sensação de plenitude gástrica e episódios ocasionais de disfagia.

A principal hipótese diagnóstica associada ao achado do linfonodo de Virchow, nesse contexto, é
 

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Homem de 62 anos, IMC 34 kg/m², antecedente de duas laparotomias prévias (colecistectomia e sigmoidectomia), apresenta hérnia ventral volumosa há 8 anos, que cresceu progressivamente. Refere sensação de peso abdominal, dispneia aos esforços e dificuldade para mobilidade. Nega sintomas obstrutivos. Ao exame, há hérnia volumosa na linha média de aproximadamente 20 cm de diâmetro, com conteúdo intestinal palpável e redução parcial à posição supina. Pele íntegra, sem sinais inflamatórios.
Uma TC de abdome revela: hérnia com saco de 2.800 cm³ de conteúdo herniário, cavidade abdominal reduzida (volume intra-abdominal 3.000 cm³). Relação volume herniado/volume abdominal total = 48%. Sem perda de alça intestinal ou complicações isquêmicas.

A equipe cirúrgica discute a programação de cirurgia eletiva e conclui que a melhor estratégia inicial será
 

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Um paciente de 52 anos se apresenta com volumosa hérnia incisional em cicatriz mediana de laparotomia prévia. Refere crescimento progressivo, desconforto local e incapacidade de redução do conteúdo, não sendo possível determinar a extensão do defeito ao exame físico. O paciente não tem comorbidades e apresenta IMC de 27 kg/m2 .
Durante a avaliação desse paciente no pré-operatório, concluiu-se que a relação entre o volume do saco herniário e o volume da cavidade abdominal era de 30%.
Esse achado sugere a necessidade
 

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Um paciente de 52 anos se apresenta com volumosa hérnia incisional em cicatriz mediana de laparotomia prévia. Refere crescimento progressivo, desconforto local e incapacidade de redução do conteúdo, não sendo possível determinar a extensão do defeito ao exame físico. O paciente não tem comorbidades e apresenta IMC de 27 kg/m2 .
O(s) achado(s) mais pertinente(s) para a definição da técnica cirúrgica é(são)
 

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Um paciente de 52 anos se apresenta com volumosa hérnia incisional em cicatriz mediana de laparotomia prévia. Refere crescimento progressivo, desconforto local e incapacidade de redução do conteúdo, não sendo possível determinar a extensão do defeito ao exame físico. O paciente não tem comorbidades e apresenta IMC de 27 kg/m2 .
Baseado no caso anterior, o exame de imagem mais adequado é a(o)
 

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Um paciente de 52 anos se apresenta com volumosa hérnia incisional em cicatriz mediana de laparotomia prévia. Refere crescimento progressivo, desconforto local e incapacidade de redução do conteúdo, não sendo possível determinar a extensão do defeito ao exame físico. O paciente não tem comorbidades e apresenta IMC de 27 kg/m2 .
Em relação a esse paciente, assinale a afirmativa correta.
 

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