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Um paciente de 42 anos, previamente saudável, apresenta dor
epigástrica crônica, diarreia aquosa e perda de 5 kg nos últimos 3
meses. Já foi tratado com IBP para úlcera duodenal, mas os
sintomas persistem, mesmo com doses altas. Ao exame,
encontra-se emagrecido, sem alterações focais. Uma endoscopia
digestiva alta mostra múltiplas úlceras duodenais distais. A
dosagem de gastrina sérica basal é 980 pg/mL (VN <150). O teste
com secretina foi positivo.
O diagnóstico mais provável e a melhor conduta para localização e tratamento do tumor são
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Mulher de 59 anos, com história de epigastralgia crônica e uso
intermitente de IBP, relata dor em queimação após refeições e
náuseas persistentes. Foi submetida a três endoscopias nos
últimos 12 meses, todas revelando úlcera gástrica antral de
bordas regulares, sempre com biópsias negativas para
malignidade. Realizou erradicação para H. pylori e segue com uso
contínuo de IBP, mas sem melhora clínica. O último exame
mostrou a mesma úlcera, com sinais de fibrose e estenose de
antro.
Nesse caso, a conduta cirúrgica mais apropriada será
Nesse caso, a conduta cirúrgica mais apropriada será
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Na emergência do hospital, um homem de 45 anos, tabagista e
etilista, com história prévia de dor epigástrica crônica, dá entrada
no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa, de início
há 3 horas, com irradiação para dorso e rigidez abdominal.
Ele refere náuseas e dispneia leve. Ao exame, encontra-se taquicárdico (FC 112 bpm), com abdome em tábua e sinais de peritonite difusa. Uma rotina de abdome agudo mostra ar livre subdiafragmático.
O diagnóstico mais provável e a conduta imediata a ser tomada são
Ele refere náuseas e dispneia leve. Ao exame, encontra-se taquicárdico (FC 112 bpm), com abdome em tábua e sinais de peritonite difusa. Uma rotina de abdome agudo mostra ar livre subdiafragmático.
O diagnóstico mais provável e a conduta imediata a ser tomada são
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Homem de 58 anos, previamente hígido, foi diagnosticado com
adenocarcinoma gástrico tipo intestinal localizado no corpo
médio do estômago, sem invasão da cárdia ou do piloro.
A ecoendoscopia revelou invasão até a subserosa (T3), com linfonodos locorregionais aumentados (N1). A tomografia não evidenciou metástases à distância. O paciente está em bom estado clínico geral e sem comorbidades.
A melhor opção de tratamento, para esse paciente, será
A ecoendoscopia revelou invasão até a subserosa (T3), com linfonodos locorregionais aumentados (N1). A tomografia não evidenciou metástases à distância. O paciente está em bom estado clínico geral e sem comorbidades.
A melhor opção de tratamento, para esse paciente, será
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Uma paciente de 67 anos, tabagista, revela queixas de
epigastralgia, plenitude pós-prandial e náuseas há cerca de 3
meses, além de perda ponderal de 6 kg. Nega vômitos ou
hematêmese.
Ao exame físico, encontra-se emagrecida, sem visceromegalias ou linfadenopatia palpável. Endoscopia digestiva alta revelou lesão ulcerovegetante em antro gástrico, e a biópsia confirmou adenocarcinoma gástrico bem diferenciado. Os exames laboratoriais mostraram anemia ferropriva.
Diante desse quadro clínico, a sequência correta para o estadiamento e a definição do tratamento será
Ao exame físico, encontra-se emagrecida, sem visceromegalias ou linfadenopatia palpável. Endoscopia digestiva alta revelou lesão ulcerovegetante em antro gástrico, e a biópsia confirmou adenocarcinoma gástrico bem diferenciado. Os exames laboratoriais mostraram anemia ferropriva.
Diante desse quadro clínico, a sequência correta para o estadiamento e a definição do tratamento será
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Um paciente de 59 anos, previamente hígido, tem diagnóstico
confirmado de adenocarcinoma de esôfago distal (junção
esofagogástrica tipo I), bem diferenciado, com 4 cm de extensão.
Apresenta disfagia leve, sem metástases à distância.
A ultrassonografia endoscópica revelou T3N1M0, mas o PET-CT não mostrou lesões fora da região. Está em bom estado geral, com função pulmonar e cardiovascular preservadas.
Portanto, o melhor tratamento para esse paciente será
A ultrassonografia endoscópica revelou T3N1M0, mas o PET-CT não mostrou lesões fora da região. Está em bom estado geral, com função pulmonar e cardiovascular preservadas.
Portanto, o melhor tratamento para esse paciente será
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Mulher de 68 anos com dor em fossa ilíaca esquerda (FIE), febre
(38,5 ºC) e leucocitose. História de diverticulose conhecida. TC de
abdome mostra espessamento de parede do sigmoide com
inflamação pericólica (estágio Hinchey Ia).
Nesse caso, a conduta inicial é
Nesse caso, a conduta inicial é
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Homem de 22 anos apresenta dor em fossa ilíaca direita (FID) há
18 horas, associada a náuseas e anorexia.
Ao exame: sinal de Blumberg positivo, leucocitose (14.000/mm³) e PCR elevado. Ultrassom abdominal mostra imagem em alvo em fossa ilíaca direita.
A conduta mais adequada é
Ao exame: sinal de Blumberg positivo, leucocitose (14.000/mm³) e PCR elevado. Ultrassom abdominal mostra imagem em alvo em fossa ilíaca direita.
A conduta mais adequada é
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Paciente com apendicite aguda recusa cirurgia por medo de complicações.
Está lúcido e orientado. Nesse caso, a conduta ética adequada é
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Em pacientes com mais de 5 anos de história de refluxo, são
fatores de risco para esôfago de Barrett que indicam uma
endoscopia de controle
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