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Mulher, de 52 anos, menopausada há 2 anos, apresenta
significativo ressecamento vaginal, gerando piora de sua
qualidade de vida. Tem antecedente de trombose venosa
profunda (TVP) há 5 anos, sem recidiva desde então.
Considerando o histórico de TVP dessa paciente, a melhor estratégia para a melhora dos seus sintomas seria usar
Considerando o histórico de TVP dessa paciente, a melhor estratégia para a melhora dos seus sintomas seria usar
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A osteoporose é uma doença muitas vezes assintomática, que
deve ser rastreada principalmente em grupos de risco.
Entre os principais fatores para o desenvolvimento dessa doença, encontra-se a(o)
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Paciente de 65 anos, sexo feminino, com osteoporose
estabelecida e múltiplas fraturas vertebrais prévias, apresenta
dor óssea persistente e níveis de cálcio sérico continuamente
elevados (12 mg/dL). A investigação diagnóstica revela
hiperparatireoidismo primário com adenoma de paratireoide.
Nesse caso, a conduta mais apropriada para essa paciente é
Nesse caso, a conduta mais apropriada para essa paciente é
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Paciente, 48 anos, sexo feminino, com carcinoma papilífero de
tireoide tratada com tireoidectomia total. O anatomopatológico
revelou carcinoma papilífero de tireoide, subtipo clássico <
1,0 cm de diâmetro, ausência de invasão vascular ou extensão
extratiroidiana. A paciente retorna 6 meses após a cirurgia
referindo uso correto da levotiroxina e trazendo resultados de US
cervical sem alterações TSH = 1,0 mU/L (VR: 0,4 a 4,5 mU/L),
tireoglobulina 0,1 ng/mL e anticorpo antitireoglobulina negativo.
A conduta a ser adotada para essa paciente é
A conduta a ser adotada para essa paciente é
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Paciente de 29 anos, sexo feminino, com história de carcinoma
medular da tireoide (CMT), diagnosticado há 6 meses, submetida
à tireoidectomia total e ao esvaziamento cervical.
Levando-se em consideração que a linhagem celular do CMT deriva das células parafoliculares, o melhor marcador sérico para seguimento dessa paciente é
Levando-se em consideração que a linhagem celular do CMT deriva das células parafoliculares, o melhor marcador sérico para seguimento dessa paciente é
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Mulher, 52 anos de idade, assintomática, fez US de tireoide que
revelou nódulo sólido bem delimitado, hipoecogênico, sem
microcalcificações, medindo 2,9 x 2,1 x 1,0 cm em 1/3 inf de LE
de tireoide.
A respeito do manejo desse nódulo, é correto afirmar que
A respeito do manejo desse nódulo, é correto afirmar que
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A tireoidite subaguda dolorosa, ou de De Quervain, acontece
geralmente após um processo inflamatório, frequentemente
viral, no qual o paciente, além de dor na região cervical, pode
apresentar febre e disfunção tireoidiana.
Para tratar essa condição, devemos considerar o uso de
Para tratar essa condição, devemos considerar o uso de
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Paciente, 63 anos de idade, está em uso de amiodarona para
tratamento de fibrilação atrial. Após quatro meses de uso do
medicamento, retorna à consulta com piora das palpitações e
apresentando tremores. Ao exame físico: PA 140 x 80 mmHg,
FC 108 bpm com ritmo cardíaco irregular. Tireoide com volume
discretamente aumentado e sem nódulos palpáveis. Ausência de
alterações. Exames laboratoriais: TSH < 0,01 mUI/L (VR: 0,4 a
4,0); T4 livre 2,8 ng/dL (VR: 0,8 a 1,9); TRAB 3,5 U/L (VR: < 1,0).
US da tireoide com aumento difuso da vascularização da glândula
e sem nódulos.
Diante da impossibilidade de suspensão da amiodarona, a melhor conduta no momento é
Diante da impossibilidade de suspensão da amiodarona, a melhor conduta no momento é
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A tireoidite pós-parto pode ocorrer de 1 a 3 meses após o parto e
se caracteriza por uma fase de hipertireoidismo, seguida por
hiportireoidismo, com posterior recuperação da função
tireoidiana na maioria dos casos.
A fase de tireotoxicose da tireoidite se diferencia da Doença de Graves por apresentar
A fase de tireotoxicose da tireoidite se diferencia da Doença de Graves por apresentar
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Paciente feminina, 42 anos, trabalhadora de escritório, procura
atendimento com queixa de dor óssea difusa há 6 meses,
principalmente em região lombar e membros inferiores,
associada à fraqueza muscular proximal progressiva. Nega uso de
medicações crônicas.
Traz exames laboratoriais: Cálcio total: 8,7 mg/dL (VR: 8,5-10,5); Cálcio iônico: 4,2 mg/dL (VR: 4,6-5,3); Fósforo: 2,3 mg/dL (VR: 2,5-4,5); PTH: 185 pg/mL (VR: 15-65); 25-hidroxi-vitamina D: 8 ng/mL (VR: > 30); Creatinina: 0,9 mg/dL; Albumina: 4,0 g/dL; cálcio urinário normal.
A conduta terapêutica mais apropriada para essa paciente é
Traz exames laboratoriais: Cálcio total: 8,7 mg/dL (VR: 8,5-10,5); Cálcio iônico: 4,2 mg/dL (VR: 4,6-5,3); Fósforo: 2,3 mg/dL (VR: 2,5-4,5); PTH: 185 pg/mL (VR: 15-65); 25-hidroxi-vitamina D: 8 ng/mL (VR: > 30); Creatinina: 0,9 mg/dL; Albumina: 4,0 g/dL; cálcio urinário normal.
A conduta terapêutica mais apropriada para essa paciente é
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