Foram encontradas 50 questões.
Considere os períodos abaixo.
I. À pessoa que não é preconceituosa, não discrimina ninguém.
II. É necessário meu amigo, ter consciência deste problema.
III. João, meu colega de classe, está internado.
A pontuação está correta somente em:
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Considere as orações abaixo.
I. Sua reação ciumenta implicou a crise conjugal.
II. É importante obedecer as regras.
III. Não assisti o capítulo final da novela.
A regência está correta somente em:
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Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente substituído pelo pronome.
Não contei a verdade aos meus pais.
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Assinale a alternativa em que a palavra precisa ser necessariamente acentuada.
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Considere as orações abaixo.
I. Necessita-se de dois estagiários.
II. Contratou-se dois estagiários.
III. Conserta-se computadores.
A concordância está correta somente em:
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Para responder a questão, leia o texto abaixo.
Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Assinale a alternativa que apresenta a conjunção que poderia substituir a palavra destacada no período abaixo, sem alteração de sentido.
“Eu não sou preconceituoso, mas...”
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Para responder a questão, leia o texto abaixo.
Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Assinale a alternativa que classifica, correta e respectivamente, as palavras destacadas no período abaixo.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente.
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Para responder a questão, leia o texto abaixo.
Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Considere as afirmativas abaixo.
I. O autor considera que o Brasil é um pais não preconceituoso, em que há miscigenação e os direitos de todos são iguais.
II. Muitas vezes, a pessoa não percebe que suas práticas cotidianas de discriminação caracterizam preconceito.
III. A criminalização da discriminação garante que não haja preconceito no país.
Está correto o que se afirma somente em:
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Para responder a questão, leia o texto abaixo.
Se ouvir “Eu não sou preconceituoso, mas...”, corra para longe
Leonardo Sakamoto - Trecho
01/09/2013
“Eu não sou preconceituoso, mas...
Esta frase é deliciosa. Não é um aviso de “olha, não encare isso como preconceito”, mas um alerta. Do tipo “segura, que lá vem um preconceito”. A ressalva, completamente inútil, serve, pelo contrário, para reforçar que a pessoa em questão é exatamente aquilo pelo qual não gostaria de ser tomada.
Cultivamos nosso medo e ódio, mas, às vezes, pega mal expressá-los em público assim, tão abertamente. Porque pode ser visto como crime ou delito. Ou ser alvo de criticas — mesmo que os críticos compartilhem da mesma visão de mundo que você. E, além do mais, como todos sabemos, o Brasil é o país da alegre miscigenação, em que todos são considerados iguais em direitos. Os que discordam disso devem se mudar ou levar um corretivo para deixarem de serem bestas. E isso: ame-o ou deixe-o.
E engraçado como o preconceituoso não se vê como tal. Quem solta um “Eu não sou preconceituoso, mas...” separa essa palavra de seu significado e pensa o preconceito como algo abstrato, etéreo. Uma ideia que não teria nada a ver com tratar pessoas de forma diferente ou fazer um julgamento prévio de seu caráter devido à sua classe social, orientação sexual, cor de pele, etnia, nacionalidade, identidade de gênero, pela presença de alguma deficiência e por aí vai.
E cabe tanta abobrinha em um “Eu não sou preconceituoso, mas...” que ele se tornou o novo “Amar é...”, presente naqueles livrinhos simpáticos da minha infância.
Duvida?
Eu não sou preconceituoso, mas bandido bom é bandido morto.
Eu não sou preconceituoso, mas mulher no volante é um perigo.
Eu não sou preconceituoso, mas esse aeroporto tá parecendo uma rodoviária.
Eu não sou preconceituoso, mas adoro esse shopping. Só tem gente bonita por aqui.”
...
Considere as afirmativas abaixo.
I. Segundo o texto, a oração inicial “eu não sou preconceituoso” indica que a pessoa, na verdade, vai enunciar algo preconceituoso.
II. Segundo o texto, a pessoa afirma que não é preconceituosa porque, muitas vezes, não se enxerga como tal.
III. Segundo o texto, as pessoas só não admitem seu preconceito porque isso é crime.
Está correto o que se afirma somente em:
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Considerando as proposições:
\( P: \large{5 \over 4} \) representa 12,5% e Q: a quarta parte de 32 é maior que 9, pode-se dizer que a alternativa verdadeira é:
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