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Na figura, !$ \overline {MN} // \overline{BC}. !$ Se !$ AB \, = \, 30 cm, !$ então !$ \overline{MB} !$ mede, em cm,
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A aresta da base de um prisma quadrangular regular mede 2 cm. Se a diagonal desse prisma mede !$ 2\sqrt{11} !$ cm, sua altura, em cm, mede
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Uma certa massa de um gás ideal ocupa um volume de 3 L, quando está sob uma pressão de 2 atm e à temperatura de 27 ºC. A que temperatura, em ºC, esse gás deverá ser submetido para que o mesmo passe a ocupar um volume de 3,5 L e fique sujeito a uma pressão de 3 atm?
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Uma mosca pousa sobre um disco que gira num plano horizontal, em movimento circular uniforme, executando 60 rotações por minuto. Se a distância entre a mosca e o centro do disco é de 10 cm, a aceleração centrípeta, em !$ \pi^2 !$ cm/s2, a qual a mosca está sujeita sobre o disco, é de:
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São negativas, no 4º quadrante, as funções
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I always wanted a car and thought that having one would make my life easier. I still remember the day I bought the car - my car! - and drove it home. It was the happiest day of my life... and then everything went wrong.
First of all, I got a ticket for speeding. I was so excited about driving my new car that I didn’t realize how fast I was going. Later, when I got home, there was nowhere to park on the street. I looked for parking for almost thirty minutes. Finally, I found a place – six blocks from my house! The next morning, I decided to drive to school. The traffic was terrible and I was fifteen minutes late for class. All this happened in the first twenty-four hours of owning a car!
By the end of the first year, I was almost $2,000 in debt. I needed money for car payments, gas and insurance. It was crazy! In the end, I had to sell the car to pay my bills.
So what’s the moral of the story? If you don’t need a car, don’t buy one. It would be a terrible mistake!
In “... I didn’t realize how fast I was going.”, the underlined word can be replaced by
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Se x e y são números reais positivos, !$ co \,\, log_2 \,\, { \large 1 \over 32} \, = \, x, !$ e log y 256 = 4 , então x + y é igual a
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Conhecimento e Religião
Artur Diniz Neto
Os cientistas não são indivíduos diferentes de nós, que vêem tudo o que não vemos; realmente, eles enxergam um pouquinho do que não conseguimos enxergar, embora ignorem a imensidão do desconhecido, na qual estamos mergulhados. É por isto que já se afirmou com razão que “a ciência é uma vela na escuridão”. De fato ela ilumina pouco ao redor de nós, deixando tudo o mais na escuridão da ignorância e da necessidade.
Num congresso realizado em Nova Iorque, em 1956, os cientistas assinaram uma declaração dizendo que o “vazio absoluto” não deixa de ser uma parte integrante de nosso universo, este universo em que se acham estrelas, homens e átomos. Por outras palavras, queriam eles dizer que a matéria de nosso universo estende tentáculos invisíveis, prolongamentos por toda a parte do vazio. Isto significa dizer que o vazio não é vazio e que os corpos não são separados, distintos, distantes, mas contíguos. Muitos anos antes disso, um sábio chamado Loren Eiseley já admitia uma infinda ponte de infinitas formas de seres. E formulou a idéia de rara profundidade e grande inspiração: “é impossível colher uma flor sem ofender uma estrela”.
Se os homens entendessem bem este conceito, suas ações, reações e interações seriam muito diversas.
A idéia de contigüidade de tudo não é nova. Já havia sido externada por Charles Hoy Fort, por volta de 1910, mas, naquela época, os cientistas eram impertinentes e intolerantes: descartavam, sem mais exame, qualquer idéia conflitante com os conceitos oficialmente aceitos.
Há pouco, os jornais noticiaram que a Física chegou a uma descoberta que revoluciona tudo quanto sabíamos: o que pensávamos que fossem partículas atômicas são, na realidade, aglomerados imensos de partículas mantidas admiravelmente unidas por uma força estranha, que eles chamaram aglútinon. (...)
A verdadeira religião, que está trazendo maior compreensão da divindade e que vem realizando a “transmutação” alquímica do homem e que está tornando concreta a sonhada fusão ou unicidade das ciências, é a Física. O homem começou a ter revelações novas, desde que se propôs a estudar o desconhecido. Penetrando cada vez mais no desconhecido, ele começa a reformular, ou redimensionar o infinito. Porém, de joelhos, porque, “na busca incessante, a Religião encontrou a Fé, a Filosofia encontrou a Dúvida, a Ciência está encontrando Deus”.
Vocabulário
contigüidade: estado de contíguo, proximidade
transmutação: transformação, mudança
unicidade: qualidade ou estado de único
O segundo parágrafo do texto não contém a seguinte idéia:
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Conhecimento e Religião
Artur Diniz Neto
Os cientistas não são indivíduos diferentes de nós, que vêem tudo o que não vemos; realmente, eles enxergam um pouquinho do que não conseguimos enxergar, embora ignorem a imensidão do desconhecido, na qual estamos mergulhados. É por isto que já se afirmou com razão que “a ciência é uma vela na escuridão”. De fato ela ilumina pouco ao redor de nós, deixando tudo o mais na escuridão da ignorância e da necessidade.
Num congresso realizado em Nova Iorque, em 1956, os cientistas assinaram uma declaração dizendo que o “vazio absoluto” não deixa de ser uma parte integrante de nosso universo, este universo em que se acham estrelas, homens e átomos. Por outras palavras, queriam eles dizer que a matéria de nosso universo estende tentáculos invisíveis, prolongamentos por toda a parte do vazio. Isto significa dizer que o vazio não é vazio e que os corpos não são separados, distintos, distantes, mas contíguos. Muitos anos antes disso, um sábio chamado Loren Eiseley já admitia uma infinda ponte de infinitas formas de seres. E formulou a idéia de rara profundidade e grande inspiração: “é impossível colher uma flor sem ofender uma estrela”.
Se os homens entendessem bem este conceito, suas ações, reações e interações seriam muito diversas.
A idéia de contigüidade de tudo não é nova. Já havia sido externada por Charles Hoy Fort, por volta de 1910, mas, naquela época, os cientistas eram impertinentes e intolerantes: descartavam, sem mais exame, qualquer idéia conflitante com os conceitos oficialmente aceitos.
Há pouco, os jornais noticiaram que a Física chegou a uma descoberta que revoluciona tudo quanto sabíamos: o que pensávamos que fossem partículas atômicas são, na realidade, aglomerados imensos de partículas mantidas admiravelmente unidas por uma força estranha, que eles chamaram aglútinon. (...)
A verdadeira religião, que está trazendo maior compreensão da divindade e que vem realizando a “transmutação” alquímica do homem e que está tornando concreta a sonhada fusão ou unicidade das ciências, é a Física. O homem começou a ter revelações novas, desde que se propôs a estudar o desconhecido. Penetrando cada vez mais no desconhecido, ele começa a reformular, ou redimensionar o infinito. Porém, de joelhos, porque, “na busca incessante, a Religião encontrou a Fé, a Filosofia encontrou a Dúvida, a Ciência está encontrando Deus”.
Vocabulário
contigüidade: estado de contíguo, proximidade
transmutação: transformação, mudança
unicidade: qualidade ou estado de único
De acordo com o primeiro parágrafo, assinale a alternativa em que se explica corretamente a metáfora: “ A ciência é uma vela na escuridão.”
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Na figura, O é o centro da circunferência. O valor de x é

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