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Foram encontradas 80 questões.

1300545 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Considere um triângulo retângulo de catetos 9cm e 12cm. A bissetriz interna relativa à hipotenusa desse triângulo mede:

 

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1298413 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Mark the correct alternative to complete the sentence.
Max _________________ ill for three weeks. He’s still in hospital.

 

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1298283 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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enunciado 2115186-1

Uma barra com peso de 20N, cuja massa não é uniformemente distribuída, está em equilíbrio dentro de um recipiente com água, como mostrado na figura dada. O apoio apenas oferece reação na vertical. O volume da barra é igual a 500 cm³. Considerando g = 10 m/s², a massa específica da água igual a 10³ kg/m³ e que o centro de gravidade da barra está a 30 cm da extremidade apoiada, o comprimento da barra é igual a

 

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1295587 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Choose the correct option.
I’m going to have the car _______ tomorrow morning.

 

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1263877 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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enunciado 1263877-1

No circuito da figura dada, a distância entre as linhas A e B, é de 512 m. O carro número 1, que estava parado na linha A, como indicado na figura, parte com aceleração de 4 m/s2, que mantém constante até cruzar a linha B. No mesmo instante em que o carro número 1 parte (podemos considerar t=0s), o carro número 2 passa em MRU (Movimento Retilíneo Uniforme) com velocidade de 120 km/h, que mantém até cruzar a linha B. A velocidade, aproximada, do carro número 1 ao cruzar a linha B e o carro que a cruza primeiro são, respectivamente,

 

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1262896 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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UM CINTURÃO

Graciliano Ramos

As minhas primeiras relações com a justiça foram dolorosas e deixaram-me funda impressão. Eu devia ter quatro ou cinco anos, por aí, e figurei na qualidade de réu. Certamente já me haviam feito representar esse papel, mas ninguém me dera a entender que se tratava de julgamento. Batiam-me porque podiam bater-me, e isto era natural.

Os golpes que recebi antes do caso do cinturão, puramente físicos, desapareciam quando findava a dor. Certa vez minha mãe surrou-me com uma corda nodosa que me pintou as costas de manchas sangrentas. Moído, virando a cabeça com dificuldade, eu distinguia nas costelas grandes lanhos vermelhos. Deitaram-me, enrolaram-me em panos molhados com água de sal – e houve uma discussão na família. Minha avó, que nos visitava, condenou o procedimento da filha e esta afligiu-se. Irritada, ferira-me à toa, sem querer. Não guardei ódio a minha mãe: o culpado era o nó. Se não fosse ele, a flagelação me haveria causado menor estrago. E estaria esquecida. A história do cinturão, que veio pouco depois, avivou-a.

Meu pai dormia na rede, armada na sala enorme. Tudo é nebuloso. Paredes extraordinariamente afastadas, rede infinita, os armadores longe, e meu pai acordando, levantando-se de mau humor, batendo com os chinelos no chão, a cara enferrujada. Naturalmente não me lembro da ferrugem, das rugas, da voz áspera, do tempo que ele consumiu rosnando uma exigência. Sei que estava bastante zangado, e isto me trouxe a covardia habitual. Desejei vê-lo dirigir-se a minha mãe e a José Baía, pessoas grandes, que não levavam pancada. Tentei ansiosamente fixar-me nessa esperança frágil. A força de meu pai encontraria resistência e gastarse- ia em palavras.

Débil e ignorante, incapaz de conversa ou defesa, fui encolher-me num canto, para lá dos caixões verdes. Se o pavor não me segurasse, tentaria escapulir-me: pela porta da frente chegaria ao açude, pela do corredor acharia o pé de turco. Devo ter pensado nisso, imóvel, atrás dos caixões. Só queria que minha mãe, sinhá Leopoldina, Amaro e José Baía surgissem de repente, me livrassem daquele perigo.

Ninguém veio, meu pai me descobriu acocorado e sem fôlego, colado ao muro, e arrancou-me dali violentamente, reclamando um cinturão. Onde estava o cinturão? Eu não sabia, mas era difícil explicar-me: atrapalhava-me, gaguejava, embrutecido, sem atinar com o motivo da raiva. Os modos brutais, coléricos, atavam-me; os sons duros morriam, desprovidos de significação.

Não consigo reproduzir toda a cena. Juntando vagas lembranças dela a fatos que se deram depois, imagino os berros de meu pai, a zanga terrível, a minha tremura infeliz. Provavelmente fui sacudido. O assombro gelavame o sangue, escancarava-me os olhos.

Onde estava o cinturão? Impossível responder. Ainda que tivesse escondido o infame objeto, emudeceria, tão apavorado me achava. Situações deste gênero constituíram as maiores torturas da minha infância, e as consequências delas me acompanharam.

O homem não me perguntava se eu tinha guardado a miserável correia: ordenava que a entregasse imediatamente. Os seus gritos me entravam na cabeça, nunca ninguém se esgoelou de semelhante maneira.

Onde estava o cinturão? Hoje não posso ouvir uma pessoa falar alto. O coração bate-me forte, desanima, como se fosse parar, a voz emperra, a vista escurece, uma cólera doida agita coisas adormecidas cá dentro. A horrível sensação de que me furam os tímpanos com pontas de ferro.

Onde estava o cinturão? A pergunta repisada ficou-me na lembrança: parece que foi pregada a martelo.

A fúria louca ia aumentar, causar-me sério desgosto. Conservar-me-ia ali desmaiado, encolhido, movendo os dedos frios, os beiços trêmulos e silenciosos. Se o moleque José ou um cachorro entrasse na sala, talvez as pancadas se transferissem. O moleque e os cachorros eram inocentes, mas não se tratava disto. Responsabilizando qualquer deles, meu pai me esqueceria, deixar-me-ia fugir, esconder-me na beira do açude ou no quintal. Minha mãe, José Baía, Amaro, sinhá Leopoldina, o moleque e os cachorros da fazenda abandonaram-me. Aperto na garganta, a casa a girar, o meu corpo a cair lento, voando, abelhas de todos os cortiços enchendo-me os ouvidos – e, nesse zunzum, a pergunta medonha. Náusea, sono. Onde estava o cinturão? Dormir muito, atrás de caixões, livre do martírio.

Havia uma neblina, e não percebi direito os movimentos de meu pai. Não o vi aproximar-se do torno e pegar o chicote. A mão cabeluda prendeu-me, arrastou-me para o meio da sala, a folha de couro fustigou-me as costas. Uivos, alarido inútil, estertor. Já então eu devia saber que gogos e adulações exasperavam o algoz. Nenhum socorro. José Baía, meu amigo, era um pobrediabo.

Achava-me num deserto. A casa escura, triste; as pessoas tristes. Penso com horror nesse ermo, recordo-me de cemitérios e de ruínas malassombradas. Cerravam-se as portas e as janelas, do teto negro pendiam teias de aranha. Nos quartos lúgubres minha irmãzinha engatinhava, começava a aprendizagem dolorosa.

Junto de mim, um homem furioso, segurando-me um braço, açoitando-me. Talvez as vergastadas não fossem muito fortes: comparadas ao que senti depois, quando me ensinaram a carta de A B C, valiam pouco. Certamente o meu choro, os saltos, as tentativas para rodopiar na sala como carrapeta eram menos um sinal de dor que a explosão do medo reprimido. Estivera sem bulir, quase sem respirar. Agora esvaziava os pulmões, movia-me num desespero.

O suplício durou bastante, mas, por muito prolongado que tenha sido, não igualava a mortificação da fase preparatória: o olho duro a magnetizar-me, os gestos ameaçadores, a voz rouca a mastigar uma interrogação incompreensível.

Solto, fui enroscar-me perto dos caixões, coçar as pisaduras, engolir soluços, gemer baixinho e embalar me com os gemidos. Antes de adormecer, cansado, vi meu pai dirigir-se à rede, afastar as varandas, sentar-se e logo se levantar, agarrando uma tira de sola, o maldito cinturão, a que desprendera a fivela quando se deitara. Resmungou e entrou a passear agitado. Tive a impressão de que ia falar-me: baixou a cabeça, a cara enrugada serenou, os olhos esmoreceram, procuraram o refúgio onde me abatia, aniquilado.

Pareceu-me que a figura imponente minguava – e a minha desgraça diminuiu. Se meu pai se tivesse chegado a mim, eu o teria recebido sem o arrepio que a presença dele sempre me deu. Não se aproximou: conservou-se longe, rondando, inquieto. Depois se afastou.

Sozinho, vi-o de novo cruel e forte, soprando, espumando. E ali permaneci, miúdo, insignificante, tão insignificante e miúdo como as aranhas que trabalhavam na telha negra. Foi esse o primeiro contato que tive com a justiça.

No que diz respeito ao mecanismo de coesão utilizado, a palavra retomada NÃO está indicada corretamente na opção:

 

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1258534 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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Mark the correct option to complete the sentence.

‘Her new beach house isn’t _______________ finished’.

 

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1257187 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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TEXT 1

Royal Navy hands fishing boat to Yemen authorities in counter-piracy operation

An elite team of Royal Marines stormed the fishing vessel on Friday, seizing it back from a gang of suspected Somali pirates. The pirates are believed to have stolen the fishing vessel in order to use it as a platform for launching hijack attempts on cargo ships and tankers in the Gulf of Aden.

The return of the fishing vessel – known as a dhow – is part of the NATO (North Atlantic Treaty Organization) crackdown on piracy in the seas around Somalia. Captain Gerry Northwood, who is heading the counter-piracy operation on board RFA Fort Victoria, said that he was pleased to return the dhow to her Yemeni owner. “This was a good example of Royal Navy and the Yemeni Navy working together for the common good of the local maritime community”, he said. “I was pleased that we were able to return the dhow to its rightful owner. It is important that through our cooperation with the Yemeni Navy, we reassure the local maritime community that we are able to protect their interests. They are as much the victims of Somali piracy as the larger international ships navigating through the area". The dhow was handed over to the Yemeni Navy. A spokesman said “Thank you for the dhow and thank you for everything”.

Piracy in the Indian Ocean currently costs the world economy billions of pounds a year. Merchant vessels are being forced into large detours around dangerous areas and insurance costs have risen.

(Adapted from www.telegraph.co.uk/news/worldnews/piracy/ Jan 17,2012)

In: ‘An elite team of Royal Marines stormed the fishing vessel on Friday (…)’ (lines 1-2), the underlined word could be replaced by:

 

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1257177 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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A área lateral de um tronco de pirâmide triangular regular cujas bases tem áreas !$ 25\sqrt{3}cm^2 !$ e !$ 4\sqrt{3}cm^2 !$ e altura 4cm é, em cm2 ,

enunciado 1257177-1

 

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1246763 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: EFOMM
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O limite da soma da expressão

!$ \dfrac{3}{4}.\dfrac{1}{4}+\dfrac{3}{4}.\dfrac{3}{4}.\dfrac{3}{4}.\dfrac{1}{4}+\dfrac{3}{4}.\dfrac{3}{4}.\dfrac{3}{4}.\dfrac{3}{4}.\dfrac{3}{4}.\dfrac{1}{4}+... !$

é igual a

 

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