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Choose the option that correctly completes the sentences below, respectively.
I- Factories are warning that they may have to ______ workers.
II- He wore a dark grey suit that would not ______ in a workplace.
III- This plan might ______ costing us more money.
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Analise as afirmações que se seguem.
I- Se x , y , z são números reais positivos, então !$ \dfrac{x+y+z}{3} !$ !$ \ge !$ !$ \sqrt[3]{x.y.z} !$
II- Se z é um número complexo de módulo unitário que satisfaz a condição z2n !$ \ne !$ -1, sendo n um número inteiro positivo, então !$ \dfrac{z^n}{1+z^{2n}} !$ é um número real.
III- Se A4,3 representa a matriz dos coeficientes de um sistema linear com quatro equações e três incógnitas, esse sistema será possível e determinado sempre que o posto desta matriz A for menor ou igual a 3.
Então, pode-se dizer que
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A PIPOCA
Rubem Alves
A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras que com as panelas. Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-me a algo que poderia ter o nome de "culinária literária". Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nóbis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos. Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poéticofilosófico a uma meditação sobre o filme A festa de Babette, que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chef. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo − porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.
As comidas, para mim, são entidades oníricas. Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu. A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás,
conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas ideias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível. A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela.
Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem. Para os cristãos, religiosos são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida...). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas. Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do candomblé baiano: que a pipoca é a comida sagrada do candomblé...
A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido. Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista do tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a ideia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos. Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado. Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!
E o que é que isso tem a ver com o candomblé? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo
poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa − voltar a ser crianças!
Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão − sofrimentos cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: pum! − e ela aparece como uma outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.
Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro. "Morre e transforma-te!" − dizia Goethe.
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia as explicações científicas não valem. Por exemplo: em Minas "piruá" é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: "Fiquei piruá!" Mas acho que o poder metafórico dos piruás é muito maior. Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. Ignoram o dito de Jesus: "Quem preservar a sua vida perde-la-á." A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo. Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande
brincadeira...
Disponível em http://www.releituras.com/rubemalves_pipoca.asp. Acessado em 31 de mai. 2016.
Assinale a opção em que a expressão sublinhada NÃO cumpre a função de sujeito.
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O esquema a seguir mostra duas esferas presas por um fio fino aos braços de uma balança. A esfera 2 tem massa m2 = 2,0 g, volume V2 = 1,2 cm3 e encontra-se totalmente mergulhada em um recipiente com água. Considerando a balança em equilíbrio, qual é o valor da massa m1 da esfera 1, em gramas?
Dados: ρágua = 1000 kg/m3; e g = 10 m/s2.

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Considere uma polia girando em torno de seu eixo central, conforme figura abaixo. A velocidade dos pontos A e B são, respectivamente, 60 cm/s e 0,3 m/s. A distância AB vale 10 cm. O diâmetro e a velocidade angular da polia, respectivamente, valem:

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Seja g(x) = 4 - cos x e f '(x) = 4x - e2x . Sabendo se que f (0) = g(0), determine f (x).
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Part I - Reading Comprehension
Pidgins and creoles
Pidgin Languages
A pidgin is a system of communication which has grown up among people who do not share a common language, but who want to talk to each other, for trading or other reasons. Pidgins have been variously called ‘makeshift’, ‘marginal’, or ‘mixed’ languages. They have a limited vocabulary, a reduced grammatical structure, and a much narrower range of functions, compared to the languages which gave rise
to them. They are the native language of no one, but they are nonetheless a main means of communication for millions of people, and a major focus of interest to those who study the way languages change.
It is essential to avoid the stereotype of a pidgin language, as perpetrated over the years in generations of children’s comics and films. The ‘Me Tarzan, you Jane’ image is far from the reality. A pidgin is not a language which has broken down; nor is it the result of baby talk, laziness, corruption, primitive thought processes, or mental deficiency. On the contrary: pidgins are demonstrably creative adaptations of natural languages, with a structure and rules of their own. Along with creoles, they are evidence of a fundamental process of linguistic change, as languages come into contact with each other, producing new varieties whose structures and uses contract and expand. They provide the clearest evidence of language being created and shaped by society for its own ends, as people adapt to new social circumstances. This emphasis on processes of change is reflected in the terms pidginization and creolization.
Most pidgins are based on European languages – English, French, Spanish, Dutch, and Portuguese – reflecting the history of colonialism. However, this observation may be the result only of our ignorance of the languages used in parts of Africa, South America, or South-east Asia, where situations of language contact are frequent. One of the best-known non European pidgins is Chinook Jargon, once used for trading by American Indians in north-west USA. Another is Sango, a pidginized variety of Ngbandi, spoken widely in west-central Africa.
Because of their limited function, pidgin languages usually do not last for very long – sometimes for only a few years, and rarely for more than a century. They die when the original reason for communication diminishes or disappears, as communities move apart, or one community learns the language of the other. (Alternatively, the pidgin may develop into a creole.) The pidgin French which was used in Vietnam all but disappeared when the French left; similarly, the pidgin English which appeared during the American Vietnam campaign virtually disappeared as soon as the war was over. But there are exceptions. The pidgin known as Mediterranean Lingua Franca, or Sabir, began in the Middle Ages and lasted until the 20th century.
Some pidgins have become so useful as a means of communication between languages that they have developed a more formal role, as regular auxiliary languages. They may even be given official status by a community, as lingua francas. These cases are known as ‘expanded pidgins’, because of the way in which they have added extra forms to cope with the needs of their users, and have come to be used in a much wider range of situations than previously. In time, these languages may come to be used on the radio, in the press, and may even develop a literature of their own. Some of the most widely used expanded pidgins are Krio (in Sierra Leone), Nigerian Pidgin English, and Bislama (in Vanuatu). In Papua New Guinea, the local pidgin (Tok Pisin) is the most widely used language in the country.
(CRYSTAL, David. The Cambridge Encyclopedia of Language, 3rd ed., 2010, p.344).
In line 65, “(...) they have added extra forms to cope with the needs of their users (...)”, the phrasal verb in bold is closest in meaning to:
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Considere uma bolinha de gude de volume igual a 10 cm3 e densidade 2,5 g/cm3 presa a um fio inextensível de comprimento 12 cm, com volume e massa desprezíveis. Esse conjunto é colocado no interior de um recipiente com água. Num instante t0, a bolinha de gude é abandonada de uma posição (1) cuja direção faz um ângulo θ = 45º com a vertical conforme mostra a figura a seguir. O módulo da tração no fio, quando a bolinha passa pela posição mais baixa (2) a primeira vez, vale 0,25 N. Determine a energia cinética nessa posição anterior.
Dados: ρágua = 1000 kg/m3; e g = 10m/s2 .

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Choose the option that correctly completes the text below, respectively.
“______ half-past twelve next day Lord Henry Wotton strolled from Curzon Street over to the Albany to call on his uncle, Lord Fermor, a genial if somewhat rough-mannered old bachelor, ______ the outside world called selfish, ______ it derived no particular benefit from him, but ______ was considered generous by Society as he fed the people who amused him.”
(WILDE, Oscar. The Picture of Dorian Gray. Collins Classics.)
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Determine uma matriz invertível P que satisfaça a equação. P-1 . !$ A = \begin{bmatrix} 5 & 0 \\ 0 & -2 \end{bmatrix} !$, sendo !$ A = \begin{bmatrix} 1 & -2 \\ 3 & 3 \end{bmatrix} !$.
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