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TEXTO II
O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
“Mas a compreensão comum era outra”.
Esse período do texto, em relação ao que vem antes, indica uma:
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TEXTO II
O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
O par de palavras que muda de sentido se houver inversão na posição dos termos é:
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O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
Palavra que NÃO faz parte do jargão – língua especializada de alguma profissão – da Informática é:
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O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
A evolução do texto ocorre:
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O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
“Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito”.
A oposição que caracteriza, respectivamente, os dois momentos citados é:
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O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
O segmento do texto que não inclui qualquer observação metalinguística é:
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O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
O segmento do texto que NÃO traz nenhum tipo de identificação temporal é:
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O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
O nome “Aristóteles” não aparece explicado no texto por:
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O FUTURO DA EDUCAÇÃO ESTÁ NAS NUVENS
Ivan Aguirra, Educatrix, ano 3 n. 5
No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico. Mas a compreensão comum era outra. No pensamento mítico, por exemplo, as nuvens eram habitadas por ninfas, chamadas de Nefeles. Muitos séculos depois, por volta de 1800, o meteorologista amador Luke Howard foi o primeiro a nomear os grandes grupos de nuvens: cumulus, stratus, nimbus e cimus, nomes que até hoje, com algumas alterações, são utilizados no campo da meteorologia. Se antes enxergávamos ninfas, hoje só nos preocupamos com a chuva que vai atrapalhar o trânsito.
Metáfora privilegiada, a palavra nuvem entrou no campo da informática no final da primeira década do século XXI. A computação em nuvem, ou cloud computing, termo original em inglês, possibilitou, de certa forma, a independência das plataformas físicas. Quando crio um arquivo de texto, por exemplo, não preciso necessariamente armazená-lo no disco rígido do meu computador, ou em um pen-drive (e quem se lembra dos antigos disquetes?). Posso colocá-lo na nuvem: em qualquer lugar em que estiver, basta apenas que eu acesse meu arquivo, por meio de um smartphone, laptop ou mesmo um PC. Sempre disponível e acessível, os arquivos em nuvem potencializaram a capacidade de armazenamento de dados e permitiram uma difusão nunca antes imaginada.
“No mundo grego antigo, as nuvens não eram apenas um agregado físico-químico composto de água. Em seu tratado intitulado Meteorologia, Aristóteles refletiu sobre as nuvens sob um aspecto mais científico”.
A função do segundo período desse segmento do texto é:
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O Mini-Sudoku é um jogo que apresenta um quadrado dividido em cinco linhas e cinco colunas. A ideia é completar as quadrículas usando apenas os números 1, 2, 3, 4 e 5 de modo que, ao final, cada número apareça exatamente uma vez em cada linha e em cada coluna. Por exemplo, este é um jogo já resolvido:
1 | 2 | 3 | 4 | 5 |
3 | 5 | 4 | 1 | 2 |
5 | 4 | 1 | 2 | 3 |
4 | 3 | 2 | 5 | 1 |
2 | 1 | 5 | 3 | 4 |
Jogue agora este Mini-Sudoku:
5 | 1 | 2 | ||
1 | 2 | 3 | ||
1 | X | |||
4 | ||||
4 |
O X apresentado substitui o seguinte número:
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