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Foram encontradas 430 questões.

3355144 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Um programa malicioso, que executa funções ocultas diferentes daquelas para as quais foi projetado, é classificado como

 

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3355143 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Ao editar uma planilha no LibreOffice Calc, versão 6.0.0.1 em português do Brasil para Windows 10, qual descrição é exibida ao posicionar o ponteiro do mouse sobre o botão representado na figura a seguir?

Enunciado 3745600-1

 

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3355142 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Durante a edição de um documento no Microsoft Word 2016, versão em português do Brasil para Windows 10, qual ação é executada ao clicar no botão representado na figura a seguir?

Enunciado 3745599-1

 

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3355141 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Acerca do conceito de software livre, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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3355140 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Considerando as grandezas computacionais, quantos bits correspondem a 64 bytes?

 

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3355139 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Coluna Carbono Zero: os carros elétricos são a única opção?

Em alguns casos, o carro a álcool pode ser até mais limpo. Entenda por quê.

Há um consenso, vindo principalmente do mundo desenvolvido, de que os carros elétricos são o futuro. Esses veículos, em princípio, poderiam atingir neutralidade total de carbono, caso pudessem ser recarregados a partir de fontes 100% limpas. O problema é que não é assim que a banda toca.

Ao plugar o carro na tomada, o consumidor está transferindo energia da rede elétrica para a bateria, e a chave para entender o real impacto sobre emissões é saber como essa energia foi gerada.

Um estudo da empresa alemã Mahle revelou que no Brasil, onde 85% da eletricidade vem de fontes renováveis (e limpas), como as hidrelétricas, alimentar um carro elétrico ao longo de dez anos emitiria o equivalente a 17,6 toneladas de CO2.

Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2 – mais até do que um veículo a gasolina, que emitiria 31,3 toneladas no mesmo período de uso. Essa diferença seria o fim da história, não fosse outra tecnologia em uso no Brasil há muito tempo: os biocombustíveis, em particular o etanol. O mesmo estudo da Mahle indica que a emissão média de um carro movido a etanol, no Brasil, é de 12,1 toneladas de CO2-equivalente a cada dez anos. Ou seja, menos até que o carro elétrico!

É fato que os motores a etanol emitem um bocado de poluentes, mas boa parte disso é compensada pela natureza renovável do sistema: para produzir mais etanol, é preciso plantar cana, que tira CO2 da atmosfera via fotossíntese. No balanço, a conta fica bonita. E com a vantagem adicional de que os carros flex e a disponibilidade ampla do etanol fazem com que nossa grade de mobilidade já esteja praticamente toda preparada para se beneficiar disso.

Contudo, esse também não é o fim da história, porque o balanço de carbono não é o único fator envolvido. Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).

Ademais, se todo mundo aderir ao etanol, haverá combustível para todos? Do outro lado, haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?

Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix. Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor; para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos. Certeza, só uma: precisamos cortar, em escala global, o uso dos combustíveis fósseis.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/carbono-zero/colunacarbono-zero-os-carros-eletricos-sao-a-unica-opcao/. Acesso em: 07 ago. 2022.

Considerando as classes gramaticais em uso, assinale a alternativa correta em relação ao que se afirma a seguir.

 

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3355138 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Coluna Carbono Zero: os carros elétricos são a única opção?

Em alguns casos, o carro a álcool pode ser até mais limpo. Entenda por quê.

Há um consenso, vindo principalmente do mundo desenvolvido, de que os carros elétricos são o futuro. Esses veículos, em princípio, poderiam atingir neutralidade total de carbono, caso pudessem ser recarregados a partir de fontes 100% limpas. O problema é que não é assim que a banda toca.

Ao plugar o carro na tomada, o consumidor está transferindo energia da rede elétrica para a bateria, e a chave para entender o real impacto sobre emissões é saber como essa energia foi gerada.

Um estudo da empresa alemã Mahle revelou que no Brasil, onde 85% da eletricidade vem de fontes renováveis (e limpas), como as hidrelétricas, alimentar um carro elétrico ao longo de dez anos emitiria o equivalente a 17,6 toneladas de CO2.

Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2 – mais até do que um veículo a gasolina, que emitiria 31,3 toneladas no mesmo período de uso. Essa diferença seria o fim da história, não fosse outra tecnologia em uso no Brasil há muito tempo: os biocombustíveis, em particular o etanol. O mesmo estudo da Mahle indica que a emissão média de um carro movido a etanol, no Brasil, é de 12,1 toneladas de CO2-equivalente a cada dez anos. Ou seja, menos até que o carro elétrico!

É fato que os motores a etanol emitem um bocado de poluentes, mas boa parte disso é compensada pela natureza renovável do sistema: para produzir mais etanol, é preciso plantar cana, que tira CO2 da atmosfera via fotossíntese. No balanço, a conta fica bonita. E com a vantagem adicional de que os carros flex e a disponibilidade ampla do etanol fazem com que nossa grade de mobilidade já esteja praticamente toda preparada para se beneficiar disso.

Contudo, esse também não é o fim da história, porque o balanço de carbono não é o único fator envolvido. Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).

Ademais, se todo mundo aderir ao etanol, haverá combustível para todos? Do outro lado, haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?

Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix. Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor; para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos. Certeza, só uma: precisamos cortar, em escala global, o uso dos combustíveis fósseis.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/carbono-zero/colunacarbono-zero-os-carros-eletricos-sao-a-unica-opcao/. Acesso em: 07 ago. 2022.

Assinale a alternativa correta em relação ao seguinte trecho: “Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2”.

 

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3355137 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Coluna Carbono Zero: os carros elétricos são a única opção?

Em alguns casos, o carro a álcool pode ser até mais limpo. Entenda por quê.

Há um consenso, vindo principalmente do mundo desenvolvido, de que os carros elétricos são o futuro. Esses veículos, em princípio, poderiam atingir neutralidade total de carbono, caso pudessem ser recarregados a partir de fontes 100% limpas. O problema é que não é assim que a banda toca.

Ao plugar o carro na tomada, o consumidor está transferindo energia da rede elétrica para a bateria, e a chave para entender o real impacto sobre emissões é saber como essa energia foi gerada.

Um estudo da empresa alemã Mahle revelou que no Brasil, onde 85% da eletricidade vem de fontes renováveis (e limpas), como as hidrelétricas, alimentar um carro elétrico ao longo de dez anos emitiria o equivalente a 17,6 toneladas de CO2.

Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2 – mais até do que um veículo a gasolina, que emitiria 31,3 toneladas no mesmo período de uso. Essa diferença seria o fim da história, não fosse outra tecnologia em uso no Brasil há muito tempo: os biocombustíveis, em particular o etanol. O mesmo estudo da Mahle indica que a emissão média de um carro movido a etanol, no Brasil, é de 12,1 toneladas de CO2-equivalente a cada dez anos. Ou seja, menos até que o carro elétrico!

É fato que os motores a etanol emitem um bocado de poluentes, mas boa parte disso é compensada pela natureza renovável do sistema: para produzir mais etanol, é preciso plantar cana, que tira CO2 da atmosfera via fotossíntese. No balanço, a conta fica bonita. E com a vantagem adicional de que os carros flex e a disponibilidade ampla do etanol fazem com que nossa grade de mobilidade já esteja praticamente toda preparada para se beneficiar disso.

Contudo, esse também não é o fim da história, porque o balanço de carbono não é o único fator envolvido. Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).

Ademais, se todo mundo aderir ao etanol, haverá combustível para todos? Do outro lado, haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?

Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix. Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor; para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos. Certeza, só uma: precisamos cortar, em escala global, o uso dos combustíveis fósseis.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/carbono-zero/colunacarbono-zero-os-carros-eletricos-sao-a-unica-opcao/. Acesso em: 07 ago. 2022.

Considerando os excertos retirados do texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Em “[...] o uso dos combustíveis fósseis.”, o adjetivo destacado é uniforme e plural, que concorda em número e gênero com o substantivo, atribuindo-lhe características.

( ) Em “[...] os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar [...]”, o termo destacado é um adjetivo que evidencia a característica prejudicial dos motores a combustão.

( ) Em “O problema é que não é assim que a banda toca.”, o item em destaque está adjetivando o substantivo banda, além de concordar em gênero (feminino) e número (singular).

( ) Em “[...] para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos.”, o sujeito e o predicativo do sujeito estão escritos com a concordância na marcação de plural, como pede a norma culta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
3355136 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Coluna Carbono Zero: os carros elétricos são a única opção?

Em alguns casos, o carro a álcool pode ser até mais limpo. Entenda por quê.

Há um consenso, vindo principalmente do mundo desenvolvido, de que os carros elétricos são o futuro. Esses veículos, em princípio, poderiam atingir neutralidade total de carbono, caso pudessem ser recarregados a partir de fontes 100% limpas. O problema é que não é assim que a banda toca.

Ao plugar o carro na tomada, o consumidor está transferindo energia da rede elétrica para a bateria, e a chave para entender o real impacto sobre emissões é saber como essa energia foi gerada.

Um estudo da empresa alemã Mahle revelou que no Brasil, onde 85% da eletricidade vem de fontes renováveis (e limpas), como as hidrelétricas, alimentar um carro elétrico ao longo de dez anos emitiria o equivalente a 17,6 toneladas de CO2.

Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2 – mais até do que um veículo a gasolina, que emitiria 31,3 toneladas no mesmo período de uso. Essa diferença seria o fim da história, não fosse outra tecnologia em uso no Brasil há muito tempo: os biocombustíveis, em particular o etanol. O mesmo estudo da Mahle indica que a emissão média de um carro movido a etanol, no Brasil, é de 12,1 toneladas de CO2-equivalente a cada dez anos. Ou seja, menos até que o carro elétrico!

É fato que os motores a etanol emitem um bocado de poluentes, mas boa parte disso é compensada pela natureza renovável do sistema: para produzir mais etanol, é preciso plantar cana, que tira CO2 da atmosfera via fotossíntese. No balanço, a conta fica bonita. E com a vantagem adicional de que os carros flex e a disponibilidade ampla do etanol fazem com que nossa grade de mobilidade já esteja praticamente toda preparada para se beneficiar disso.

Contudo, esse também não é o fim da história, porque o balanço de carbono não é o único fator envolvido. Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).

Ademais, se todo mundo aderir ao etanol, haverá combustível para todos? Do outro lado, haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?

Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix. Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor; para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos. Certeza, só uma: precisamos cortar, em escala global, o uso dos combustíveis fósseis.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/carbono-zero/colunacarbono-zero-os-carros-eletricos-sao-a-unica-opcao/. Acesso em: 07 ago. 2022.

Considerando o trecho: “[...] haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?”, assinale a alternativa correta.

 

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3355135 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EMBASA
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Coluna Carbono Zero: os carros elétricos são a única opção?

Em alguns casos, o carro a álcool pode ser até mais limpo. Entenda por quê.

Há um consenso, vindo principalmente do mundo desenvolvido, de que os carros elétricos são o futuro. Esses veículos, em princípio, poderiam atingir neutralidade total de carbono, caso pudessem ser recarregados a partir de fontes 100% limpas. O problema é que não é assim que a banda toca.

Ao plugar o carro na tomada, o consumidor está transferindo energia da rede elétrica para a bateria, e a chave para entender o real impacto sobre emissões é saber como essa energia foi gerada.

Um estudo da empresa alemã Mahle revelou que no Brasil, onde 85% da eletricidade vem de fontes renováveis (e limpas), como as hidrelétricas, alimentar um carro elétrico ao longo de dez anos emitiria o equivalente a 17,6 toneladas de CO2.

Já na Bolívia, que tem quase 65% de sua eletricidade gerada por combustíveis fósseis, alimentar esse mesmo carro geraria 32,5 toneladas de CO2 – mais até do que um veículo a gasolina, que emitiria 31,3 toneladas no mesmo período de uso. Essa diferença seria o fim da história, não fosse outra tecnologia em uso no Brasil há muito tempo: os biocombustíveis, em particular o etanol. O mesmo estudo da Mahle indica que a emissão média de um carro movido a etanol, no Brasil, é de 12,1 toneladas de CO2-equivalente a cada dez anos. Ou seja, menos até que o carro elétrico!

É fato que os motores a etanol emitem um bocado de poluentes, mas boa parte disso é compensada pela natureza renovável do sistema: para produzir mais etanol, é preciso plantar cana, que tira CO2 da atmosfera via fotossíntese. No balanço, a conta fica bonita. E com a vantagem adicional de que os carros flex e a disponibilidade ampla do etanol fazem com que nossa grade de mobilidade já esteja praticamente toda preparada para se beneficiar disso.

Contudo, esse também não é o fim da história, porque o balanço de carbono não é o único fator envolvido. Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).

Ademais, se todo mundo aderir ao etanol, haverá combustível para todos? Do outro lado, haverá apagão elétrico se todo mundo abandonar os combustíveis fósseis e plugar seus carros na tomada?

Qualquer solução racional, especialmente no caso do Brasil, envolverá um mix. Para uso urbano, o carro elétrico parece melhor; para viagens longas, etanol e outros biocombustíveis são mais convidativos. Certeza, só uma: precisamos cortar, em escala global, o uso dos combustíveis fósseis.

Adaptado de: https://super.abril.com.br/carbono-zero/colunacarbono-zero-os-carros-eletricos-sao-a-unica-opcao/. Acesso em: 07 ago. 2022.

O uso dos parênteses no trecho “Nas grandes cidades, os motores a combustão prejudicam a qualidade do ar e aumentam a incidência de doenças respiratórias (um problema que o carro elétrico não tem).” tem a função de

 

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