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A SQL é conhecida comercialmente como uma “linguagem de consulta” padrão utilizada para manipular bases de dados relacionais, possuindo diversos recursos na definição da estrutura de dados para modificação de dados no banco de dados e para a especificação de restrições de segurança. A SQL integra três sub-linguagens, descritas a seguir.
I. Suporta comandos para manipular dados, como select, insert, update e delete.
II. Suporta comandos para supervisionar o acesso aos dados, como grant e revoke.
III. Suporta comandos para criação de objetos e administração do banco de dados, como alter e drop.
As sub-linguagens descritas em I, II e III são, respectivamente:
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No contexto dos bancos de dados relacionais SQL, muitas vezes surge a necessidade de se realizar uma determinada ação, de acordo com algum evento que acontecer e é isso que o Trigger viabiliza. No que diz respeito à sintaxe para criação de um trigger, observam-se os parâmetros descritos a seguir.
I. NOME DO TRIGGER – identifica o nome da trigger como objeto do banco de dados, devendo seguir as regras básicas de nomenclatura de objetos.
II. NOME DA TABELA – identifica o nome da tabela à qual o trigger estará ligado, para ser disparado mediante ações de insert, update ou delete.
III. Opção X/Y/Z – escolhida para definir o momento em que o trigger será disparado, onde X representa o valor padrão e faz com o que o gatilho seja disparado junto da ação, Y faz com que o disparo se dê somente após a ação que o gerou ser concluída, e Z faz com que o trigger seja executado no lugar da ação que o gerou.
IV. Opção M/N/P – escolhida entre as instruções DML para indicar e informar ao banco qual ação irá disparar o gatilho.
Os parâmetros que devem substituir X/Y/Z em III e M/N/P em IV são, respectivamente:
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A tabela abaixo, faz parte de um banco de dados relacional PostgreSQL.

Para obter o nome e cargo de todos os funcionários, ordenando o resultado por celular em ordem alfabética de nome das pessoas que tenham celulares cadastrados, a sintaxe correta para o comando SQL a ser executado é:
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- Banco de Dados RelacionalRestrições de IntegridadeIntegridade Referencial
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Estrangeira
- Banco de Dados RelacionalTipos de ChavesChave Primária
No contexto de bancos de dados, um tipo de restrição de integridade assegura que valores de uma coluna em uma tabela são válidos baseados nos valores em uma outra tabela relacionada. Por exemplo, se um produto de COD $75DF foi cadastrado em uma tabela de Vendas, então um produto com COD $75DF deve existir na tabela de produtos relacionada. Resumindo, cada valor de uma chave estrangeira deve corresponder a um valor de uma chave primária existente, servindo para manter a consistência entre tuplas de duas relações, existindo em consequência dos relacionamentos entre entidades.
O tipo de restrição é denominado integridade:
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No desenvolvimento de um Banco de Dados, é realizada, no Projeto Lógico, a seguinte atividade:
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- Conceitos e FundamentosPapéis e Responsabilidades do DBA
- AdministraçãoSegurançaAutorização de Acesso
- AdministraçãoSegurançaControle de Acesso
- AdministraçãoSegurançaSegurança de Dados
A segurança de um banco de dados herda as mesmas dificuldades que a segurança da informação enfrenta, que é garantir a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade. Um SGBD deve fornecer mecanismos que auxiliem nesta tarefa, sendo três deles descritos a seguir.
I. É todo controle feito por meio de regras de restrição, implementadas nas contas dos usuários. O DBA é o responsável por declarar as regras dentro do SGBD, sendo o responsável por conceder ou remover privilégios, criar ou excluir usuários, e atribuir um nível de segurança aos usuários do sistema, de acordo com a política da empresa.
II. É um mecanismo para BD estatísticos, que atua protegendo informações estatísticas de um indivíduo ou de um grupo. Estes tipos de BD são usados principalmente para produzir estatísticas sobre populações, podendo conter informações confidenciais. Os usuários têm permissão apenas para recuperar informações estatísticas sobre populações e não para recuperar dados individuais, como, por exemplo, a renda de uma pessoa específica.
III. É um mecanismo que previne que as informações fluam por canais secretos e violem a política de segurança ao alcançarem usuários não autorizados. Ele regula tráfego de dados entre um objeto ALFA para outro BETA, que ocorre quando um programa lê valores de ALFA e escreve valores em BETA.
Os três mecanismos descritos em I, II e III são denominados, respectivamente, controle de:
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A sigla SGBD tem por significado Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados, definido como o conjunto de programas para gerenciamento de uma base de dados, tendo como principal objetivo retirar da aplicação cliente a responsabilidade de gerenciar o acesso, a manipulação e a organização dos dados. Qualquer banco de dados que seja utilizado por mais de um usuário terá que realizar um controle de acesso entre as informações que estão sendo acessadas pelos usuários. Neste contexto, os S G B D implementam um recurso no qual usuários distintos tentam acessar a mesma informação e então é feito um controle entre essas transações. E, para a solução deste problema, existem diversas técnicas que são utilizadas como forma de assegurar a propriedade de não interferência entre uma operação e outra, ou o isolamento das transações executadas ao mesmo tempo. Grande parte dessas técnicas garante a serialização, que é a execução das transações de forma serial. Para isso, é necessário saber que transações são todas as operações executadas entre o início e o fim da transação. Esse recurso é conhecido por Controle de:
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que tange aos projetos lógico e físico de BD, a modelagem assume papel de extrema importância. Entre as ferramentas disponíveis, o Modelo Entidade Relacionamento (MER) é um modelo utilizado na Engenharia de Software para descrever as entidades envolvidas em um domínio de negócios, com seus atributos e os relacionamentos. Esse modelo representa de forma abstrata a estrutura que possuirá o banco de dados da aplicação, sendo o Diagrama Entidade-Relacionamento (DER) a representação gráfica do MER. Na elaboração de um DER, de acordo com a notação Peter Chen para representar entidades , atributos, relacionamentos e especialização, respectivamente, foram padronizados os seguintes símbolos:
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No que tange à abstração de dados, um sistema de BD deve garantir uma visão totalmente abstrata do banco de dados para o usuário, ou seja, para esse usuário pouco importa qual unidade de armazenamento está sendo usada para guardar seus dados, desde que estes estejam disponíveis no momento necessário. A figura abaixo tem por foco a abstração do BD em três níveis.

De acordo com a figura, destacam-se três níveis:
I. Este nível é o de mais alto nível de abstração, correspondendo a um modelo que independe da implementação em um SGBD. No contexto do projeto de BD, emprega uma técnica de modelagem baseada na representação por meio do diagrama entidade-relacionamento.
II. Este nível refere-se a uma descrição do BD, correspondendo a um modelo que considera a abstração na visão do usuário do SGBD. Pode-se concluir que o projeto depende do SGBD em uso, além de definir como será a implementação em um SGBD específico.
III. Este nível é o nível mais baixo de abstração, correspondendo a um modelo que descreve como os dados estão realmente armazenados. Pode-se concluir que engloba estruturas complexas de baixo nível e descreve os detalhes completos do armazenamento de dados e o caminho de acesso ao banco de dados.
Nessas condições, os níveis I, II e III são denominados, respectivamente:
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- Banco de Dados RelacionalNormalização1FN: Primeira Forma Normal
- Banco de Dados RelacionalNormalização2FN: Segunda Forma Normal
- Banco de Dados RelacionalNormalização3FN: Terceira Forma Normal
A normalização do banco de dados é o processo de transformações na estrutura de um banco de dados que visa eliminar redundâncias e anomalias de inserção, atualização e exclusão. Tal procedimento é feito a partir da identificação de uma anomalia em uma relação, decompondo-a em relações melhor estruturadas. Este processo compreende o uso de um conjunto de regras, chamadas de formas normais. Existem diversas FORMAS NORMAIS, com requisitos específicos, conforme caracterizado a seguir.
I. Uma relação está na forma normal X quando não existir dependências multivaloradas entre seus atributos, ou seja, campos que se repetem em relação à chave primária, gerando redundância nas tuplas da entidade.
II. Uma relação está na forma normal Y quando todos os atributos contêm apenas um valor correspondente, singular, e não existem grupos de atributos repetidos, ou seja, não admite repetições ou campos que tenham mais que um valor.
III. Uma relação está na forma normal W quando, na análise de uma tupla, não se encontra um atributo não chave dependente de outro atributo não chave.
IV. Uma relação está na forma normal Z quando todos os registros na tabela, que não são chaves, dependem da chave primária em sua totalidade e não apenas parte dela.
Nessas condições, os indicadores X, Y, W e Z referem-se, respectivamente, às formas normais:
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