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2601753 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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SER AUTOR

Escrever é difícil? Parece que sim, a julgar pelo que ouço de pessoas muito diversas, até mesmo de escritores. Imagine para os pobres mortais! E, sobretudo, acrescentaria, numa sociedade que se julga e é julgada por não saber, em geral, escrever. Até mestrandos e doutorandos, vejam só, recorrem a colegas, selecionados da área de Letras, que supõem "saber português", para uma boa revisão do que rascunharam em seus trabalhos acadêmicos.

No meu tempo de docência universitária, ouvia, frequentemente, alunos comentarem que concluiriam o curso sem saberem escrever, que o português era difícil, com muitas regras e exceções! Tomava fôlego, quando este comentário era feito em sala de aula e, como quem não quer nada, indagava informalmente a um aluno: Por que você acha que não sabe português e que nossa(!) língua é difícil? Resposta invariável: Não domino bem estas classificações gramaticais e tenho também meus vaciles quanto ao uso da norma culta! Veja a gramática do inglês Bem mais simples, não? Então, você escreve bem textos em inglês? É, mais ou menos ...

Respiro fundo. Me lembro logo do Mário Quintana em situação semelhante: "Um dia de espantos, hoje. Conversando com uma rapariga em flor, estudante, queixa-se ela da · dificuldade da língua portuguesa, espanto-me: Mas como pode ser difícil uma língua em que você está falando comigo há dez minutos com toda a facilidade? Ela ficou espantada."

Meus espantos eram frequentes ... Ainda são! A escora, embora queiram alguns tampar o sol com a peneira, estimula a cultura do erro, contribuindo muito, e desde cedo, para perpetuar esta avaliação de que a língua é difícil, de que escrever "um texto correto" então nem se falai Basta uma concordância, uma regência, "as sintaxes de exceção" ...

Passava para os meus alunos testemunhos de alguns escritores, valorizados como tais, o de Rache[ de Queiroz, por exemplo: Se eu dependesse, afirmava, para escrever, do domínio dos nomes tão complicados presentes no ensino da língua (ela se divertia), eu não poderia ser escritora. Como é mesmo? Oração reduzida de gerúndio? Sujeito inexistente? Substantivo epiceno?, caçoava. E ela, acrescento, mesmo pela fala da narradora, nem sempre se vale da língua bem comportada.

Escrever, na verdade, ainda que adotado certinho o português que é ensinado, exige bem mais da gente: o conhecimento do real, a ordenação das ideias, o domínio do gênero textual, a intenção comunicativa ... Muitos outros conhecimentos, enfim! A vivência dos bancos escolares prossegue atuante pela vida afora, qual uma corrente. Nos tornamos adultos, com curso superior, e carentes ainda de um professor, por perto, para nos corrigir! Não dá para entender, dá? Só os escritores ( e, atualmente, nem todos, nem todos ... ) e os que se arvoram em conhecedores da língua escapam de uma avaliação severa. Ela língua difícil! Eta sociedade que fica então a afrontar o uso da língua legitimado pelas autor(idades)!

Como ficar seguro de se assumir como autor, na escola e na vida, com tanto isto não pode, isto deve ser evitado, isto afronta as leis da língua, isto é de emprego não referendado pelos escritores (quais, na verdade?), isto, tenham paciência, é lá português? Perguntinha tola que me fica incomodando (gosto de me complicar . neurose? • com indagações perturbadoras): que língua falam todos os brasileiros (e são tantos!) sem escolaridade?

Fui a uma boa papelaria comprar um cartão para escrever a uma amiga, que aniversariava. Em minha procura, fui me dando conta de que eu só selecionava cartões com ilustrações de gosto duvidoso para mim: em geral, multicoloridas, florezinhas que estressavam o cartão, com variedade nas partes externa e interna deles, borboletas estilizadas então, em quase todos... E as mensagens? Sem erros gramaticais, diga-se logo! Mas que mensagens tolas, com palavras ou expressões mais que gastas, ou, ao contrário, meio solenes, com a pretensão, talvez, de darem ao texto certo sabor literário. Estas mensagens pouco variavam. Pudera!, eram impessoais. Onde o autor?

Sempre considerei que a vida, asseguradas certas igualdades, está na diferença. Uma palavra diferente pode nos proporcionar uma esperança nova. Indaguei a um funcionário da papelaria se não havia cartão, desses duplos, sem mensagem, e que a ilustração, caso existente, fosse sóbria ( empreguei outra palavra, mais corrente, na ocasião). Não tinha, me respondeu. Coube, então, ao atendente me perguntar: Por que quer escrever a mensagem? Que trabalho! Já estão prontas em todos estes cartões daqui!

Capitulei. A sociedade, de modo geral, quer mesmo textos prontos e quase iguais. Reflexo mais evidente de gente que não está habituada a pensar, que acha que não pode ser autora nem de uma frasezinha (para que se expor assim à avaliação de um professor por aí?). Pego um destes cartões: "os primeiros raios de sol", "iluminem seu coração", "fazer seus pensamentos brilharem" ... Positivamente não imagino uma criança ou um jovem como autor destas expressões. Para um adulto ser o destinatário, iriam pensar, iriam sim!, que ele as copiou justamente de um cartão destes, que já gozam de certa tradição, não se pode enganar!

No fundo mesmo, continuidade de uma rotina escolar antiga, em que o estudante, raramente, se sente autor do que escreve. Ouvi ou li outro dia o comentário pertinente que na escola se faz muita redação, mas se escreve pouco. Diria, que, sobretudo, quando se espera que, no texto, se crie um clima afetivo, com reticências, exclamações, interrogações. A escora se apresenta como a escola do ponto, fundamentalmente. Afinar, quase sempre, o interlocutor do aluno, - um interiocutor potente! - , é o professor. Todo cuidado é pouco ... não é? Por isso, muitas vezes, a presença, em textos escolares, de palavras com paletó e gravata, ainda que empregadas inadequadamente.

O Manoel de Barros tem razão: Língua solene é coisa de políticos e advogados. É preciso ir ao encriançamento das palavras, palavras-brinquedo, palavras bolhas-de-sabão... Em certas situações, naturalmente. Com crianças então! Para festejar o aniversário de uma amiga, por que, num cartão, não começar a ser autor com um singelo, mas carinhoso "Gosto de você" ou num torpedo com um sempre bem recebido "Um beijo, minha amiga". Garantia assegurada de autoria textual! E de afetividade ...

Fonte: UCHÔA, Carlos Eduardo Falcão. A vida e o tempo em tom de conversa: crônicas de um professor de linguagem. 1ª ed. Rio de Janeiro: Odisseia, 2013, p. 141-145. (Texto adaptado)

Observe o trecho:

"Como é mesmo? Oração reduzida de gerúndio? Sujeito inexistente? Substantivo epiceno?, caçoava." (5º§)

Assinale a opção em que o termo destacado nos trechos abaixo é um substantivo epiceno.

 

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2601752 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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SER AUTOR

Escrever é difícil? Parece que sim, a julgar pelo que ouço de pessoas muito diversas, até mesmo de escritores. Imagine para os pobres mortais! E, sobretudo, acrescentaria, numa sociedade que se julga e é julgada por não saber, em geral, escrever. Até mestrandos e doutorandos, vejam só, recorrem a colegas, selecionados da área de Letras, que supõem "saber português", para uma boa revisão do que rascunharam em seus trabalhos acadêmicos.

No meu tempo de docência universitária, ouvia, frequentemente, alunos comentarem que concluiriam o curso sem saberem escrever, que o português era difícil, com muitas regras e exceções! Tomava fôlego, quando este comentário era feito em sala de aula e, como quem não quer nada, indagava informalmente a um aluno: Por que você acha que não sabe português e que nossa(!) língua é difícil? Resposta invariável: Não domino bem estas classificações gramaticais e tenho também meus vaciles quanto ao uso da norma culta! Veja a gramática do inglês Bem mais simples, não? Então, você escreve bem textos em inglês? É, mais ou menos ...

Respiro fundo. Me lembro logo do Mário Quintana em situação semelhante: "Um dia de espantos, hoje. Conversando com uma rapariga em flor, estudante, queixa-se ela da · dificuldade da língua portuguesa, espanto-me: Mas como pode ser difícil uma língua em que você está falando comigo há dez minutos com toda a facilidade? Ela ficou espantada."

Meus espantos eram frequentes ... Ainda são! A escola, embora queiram alguns tampar o sol com a peneira, estimula a cultura do erro, contribuindo muito, e desde cedo, para perpetuar esta avaliação de que a língua é difícil, de que escrever "um texto correto" então nem se falai Basta uma concordância, uma regência, "as sintaxes de exceção" ...

Passava para os meus alunos testemunhos de alguns escritores, valorizados como tais, o de Rachel de Queiroz, por exemplo: Se eu dependesse, afirmava, para escrever, do domínio dos nomes tão complicados presentes no ensino da língua (ela se divertia), eu não poderia ser escritora. Como é mesmo? Oração reduzida de gerúndio? Sujeito inexistente? Substantivo epiceno?, caçoava. E ela, acrescento, mesmo pela fala da narradora, nem sempre se vale da língua bem comportada.

Escrever, na verdade, ainda que adotado certinho o português que é ensinado, exige bem mais da gente: o conhecimento do real, a ordenação das ideias, o domínio do gênero textual, a intenção comunicativa ... Muitos outros conhecimentos, enfim! A vivência dos bancos escolares prossegue atuante pela vida afora, qual uma corrente. Nos tornamos adultos, com curso superior, e carentes ainda de um professor, por perto, para nos corrigir! Não dá para entender, dá? Só os escritores ( e, atualmente, nem todos, nem todos ... ) e os que se arvoram em conhecedores da língua escapam de uma avaliação severa. Ela língua difícil! Eta sociedade que fica então a afrontar o uso da língua legitimado pelas autor(idades)!

Como ficar seguro de se assumir como autor, na escola e na vida, com tanto isto não pode, isto deve ser evitado, isto afronta as leis da língua, isto é de emprego não referendado pelos escritores (quais, na verdade?), isto, tenham paciência, é lá português? Perguntinha tola que me fica incomodando (gosto de me complicar . neurose? - com indagações perturbadoras): que língua falam todos os brasileiros (e são tantos!) sem escolaridade?

Fui a uma boa papelaria comprar um cartão para escrever a uma amiga, que aniversariava. Em minha procura, fui me dando conta de que eu só selecionava cartões com ilustrações de gosto duvidoso para mim: em geral, multicoloridas, florezinhas que estressavam o cartão, com variedade nas partes externa e interna deles, borboletas estilizadas então, em quase todos... E as mensagens? Sem erros gramaticais, diga-se logo! Mas que mensagens tolas, com palavras ou expressões mais que gastas, ou, ao contrário, meio solenes, com a pretensão, talvez, de darem ao texto certo sabor literário. Estas mensagens pouco variavam. Pudera!, eram impessoais. Onde o autor?

Sempre considerei que a vida, asseguradas certas igualdades, está na diferença. Uma palavra diferente pode nos proporcionar uma esperança nova. Indaguei a um funcionário da papelaria se não havia cartão, desses duplos, sem mensagem, e que a ilustração, caso existente, fosse sóbria ( empreguei outra palavra, mais corrente, na ocasião). Não tinha, me respondeu. Coube, então, ao atendente me perguntar: Por que quer escrever a mensagem? Que trabalho! Já estão prontas em todos estes cartões daqui!

Capitulei. A sociedade, de modo geral, quer mesmo textos prontos e quase iguais. Reflexo mais evidente de gente que não está habituada a pensar, que acha que não pode ser autora nem de uma frasezinha (para que se expor assim à avaliação de um professor por aí?). Pego um destes cartões: "os primeiros raios de sol", "iluminem seu coração", "fazer seus pensamentos brilharem" ... Positivamente não imagino uma criança ou um jovem como autor destas expressões. Para um adulto ser o destinatário, iriam pensar, iriam sim!, que ele as copiou justamente de um cartão destes, que já gozam de certa tradição, não se pode enganar!

No fundo mesmo, continuidade de uma rotina escolar antiga, em que o estudante, raramente, se sente autor do que escreve. Ouvi ou li outro dia o comentário pertinente que na escola se faz muita redação, mas se escreve pouco. Diria, que, sobretudo, quando se espera que, no texto, se crie um clima afetivo, com reticências, exclamações, interrogações. A escora se apresenta como a escola do ponto, fundamentalmente. Afinar, quase sempre, o interlocutor do aluno, - um interlocutor potente! - , é o professor. Todo cuidado é pouco ... não é? Por isso, muitas vezes, a presença, em textos escolares, de palavras com paletó e gravata, ainda que empregadas inadequadamente.

O Manoel de Barros tem razão: Língua solene é coisa de políticos e advogados. É preciso ir ao encriançamento das palavras, palavras-brinquedo, palavras bolhas-de-sabão... Em certas situações, naturalmente. Com crianças então! Para festejar o aniversário de uma amiga, por que, num cartão, não começar a ser autor com um singelo, mas carinhoso "Gosto de você" ou num torpedo com um sempre bem recebido "Um beijo, minha amiga". Garantia assegurada de autoria textual! E de afetividade ...

Fonte: UCHÔA, Carlos Eduardo Falcão. A vida e o tempo em tom de conversa: crônicas de um professor de linguagem. 1ª ed. Rio de Janeiro: Odisseia, 2013, p. 141-145. (Texto adaptado)

Assinale a opção que destaca o cuidado do locutor em adequar seu vocabulário aos conhecimentos linguísticos de seu interlocutor.

 

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2601751 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Analise a figura abaixo.

Enunciado 3525435-1

Na figura acima, o bloco A, de massa m, repousa sobre um piso horizontal sem atrito, enquanto que o bloco B, de massa m/4, repousa sobre o bloco A O coeficiente de atrito estático entre os blocos é !$ μ !$. Sendo g a aceleração da gravidade, qual o módulo da maior força horizontal F que deve ser aplicada ao bloco B sem que os blocos deixem de se mover juntos?

 

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2601750 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Uma corda de violão de comprimento L e densidade linear !$ μ !$ é colocada próxima a um alto-falante alimentado por um oscilador de frequência variável. Observa-se que, quando a frequência do oscilador varia continuamente em uma certa faixa de frequências, a corda do violão só oscila apreciavelmente em duas determinadas frequências, f1 e f2 . Sabendo-se que f2 é maior do que f1, a tração a que a corda está submetida é dada pela expressão:

 

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2601749 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Analise a figura abaixo.

Enunciado 3525433-1

No circuito elétrico mostrado no esquema da figura acima, um gerador de fem !$ ε !$ e resistência interna r é ligado a um resistor e a dois capacitores planos idênticos e perpendiculares entre si, C1 e C2, operando em regime permanente. A distancia entre as placas dos capacitores é d e o comprimento das placas, L. Um elétron de massa m e carga e penetra horizontalmente na região entre as placas do capacitor C1, próximo á placa superior, com velocidade v0 constante paralela ás placas. Sabendo que o elétron atravessa as regiões entre as placas dos capacitores e sai de C2, próximo á placa da esquerda, com uma velocidade vertical paralela ás placas de C2, qual expressão permite calcular a resistência do resistor? Despreze os efeitos gravitacionais, bem como as variações do campo elétrico nas bordas dos capacitores.

 

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2601748 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Observe a figura abaixo.

Enunciado 3525432-1

O bloco 1 de massa 20kg desliza ao longo de um plano horizontal que possui coeficiente de atrito cinético !$ μ !$=0,40. Esse bloco está conectado, por um fio ideal ao bloco 2 de massa 5,0kg, como mostrado na figura acima. Em um mesmo intervalo de tempo, o bloco 2 percorre uma distância duas vezes maior que a distância percorrida pelo bloco 1. Sabendo que as polias são ideais, determine as acelerações do bloco 1 e do bloco 2, respectivamente, em m/s2 , e assinale a opção correta.

Dado: g = 10 m/s2

 

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2601747 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Observe a figura abaixo.

Enunciado 3525431-1

A figura acima apresenta a montagem de um sistema formado por dois trilhos fixos condutores, paralelos entre si, ligados a uma fonte de fem com resistência interna r=1,0!$ Ω !$. Sobre os trilhos encontra-se apoiada uma haste metálica AB, de comprimento d=1,0m, que pode se deslocar horizontalmente. Não há atrito entre os trilhos e a haste. O sistema encontra-se dentro de um campo de indução magnética B=0,50T, uniforme, dirigido para baixo, perpendicularmente ao plano do sistema. A haste e os trilhos possuem resistências desprezíveis e a haste é ligada a um bloco de peso P=30N por meio de um fio ideal, preso ao centro da haste e passando por uma polia ideal fixa. Para que o bloco seja erguido com uma velocidade constante v=10m/s, qual deve ser o módulo da fem da fonte, em volts?

 

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2601746 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Duas partículas A e B de massas m e 2m, respectivamente, são liberadas a partir do repouso a uma distância d uma da outra. Em seguida as partículas se moverão exclusivamente sob o efeito da atração gravitacional mútua. Sendo G a constante gravitacional, quando a distância entre as partículas se reduzir a d/2, o módulo da velocidade de A será dado por:

 

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2601745 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Analise a figura abaixo.

Enunciado 3525429-1

 

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2601744 Ano: 2022
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Observe as figuras abaixo.

Enunciado 3525428-1

A Figura 1 mostra um fio condutor de densidade volumétrica p e seção reta A, dobrado na forma de U com os três lados iguais, inicialmente dispostos no plano yz. O fio pode girar em torno de um eixo horizontal fixo e está imerso em um campo magnético uniforme vertical B dirigido para cima. Quando pelo condutor passa uma corrente elétrica, o condutor se desloca e, após estabelecido o equilíbrio, passa a fazer um ângulo !$ θ !$ com a vertical, conforme ilustrado na Figura 2. Sendo g a aceleração da gravidade, a intensidade da corrente elétrica é dada por:

 

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