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Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.
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Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.
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Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.
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Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.
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Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.
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Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.
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Considere um paciente de 71 anos de idade, portador sabidamente de hepatite por vírus C há mais de 10 anos, sem seguimento ou tratamento. Procurou atendimento médico por dor abdominal e, no achado de tomografia abdominal, evidenciam-se cirrose hepática, trombose de veia porta, ascite, esplenomegalia e nódulo hepático SIII. RNM com primovist mostra infiltração extensa SIII e SIV e trombose extensa de veia porta. Alfafetoproteína 53.000 U/L.
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Um paciente de 52 anos de idade é portador de cirrose hepática por álcool há mais de 10 anos, abstêmio e compensado há 10 anos, em uso de aldactone 25 mg. Já apresentou hemorragia digestiva alta (HDA) por úlcera péptica gástrica e fez ligaduras elásticas. Hoje apresenta-se com dor contínua em hérnia umbilical e alternância de hábito intestinal. Tomografia computadorizada de abdome: hepatopatia crônica com sinais de hipertensão portal e ascite – não foi visto nódulo de USG de abdome. Volumosa hérnia umbilical. Exames 26/4: Hb/HTO = 13/37; leuco = 3.100; plaq = 35.000; TGO = 57 U/L; TGP = 31 U/L; FA = 160 U/L; GGT = 68 U/L; BT = 2 mg/dL; alfafeto = 69 IU/mL; albumina = 3,0 g/dL; INR = 1,3; creatinina = 1,0. RNM abdominal – moderada ascite, sinais de hepatopatia crônica – nódulo SIII 31 mm x 27 mm com washout compatível com hepatocarcinoma – hérnia umbilical contendo omento e líquido ascítico, espessamento de vesícula biliar. Fez uso de cefalexina e vimovo, com melhora clínica. Fez transplante hepático há seis meses pelo protocolo de hepatocarcinoma após TACE (quimioembolização) e operou hérnia umbilical encarcerada 15 dias após o transplante.
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Um paciente de 52 anos de idade é portador de cirrose hepática por álcool há mais de 10 anos, abstêmio e compensado há 10 anos, em uso de aldactone 25 mg. Já apresentou hemorragia digestiva alta (HDA) por úlcera péptica gástrica e fez ligaduras elásticas. Hoje apresenta-se com dor contínua em hérnia umbilical e alternância de hábito intestinal. Tomografia computadorizada de abdome: hepatopatia crônica com sinais de hipertensão portal e ascite – não foi visto nódulo de USG de abdome. Volumosa hérnia umbilical. Exames 26/4: Hb/HTO = 13/37; leuco = 3.100; plaq = 35.000; TGO = 57 U/L; TGP = 31 U/L; FA = 160 U/L; GGT = 68 U/L; BT = 2 mg/dL; alfafeto = 69 IU/mL; albumina = 3,0 g/dL; INR = 1,3; creatinina = 1,0. RNM abdominal – moderada ascite, sinais de hepatopatia crônica – nódulo SIII 31 mm x 27 mm com washout compatível com hepatocarcinoma – hérnia umbilical contendo omento e líquido ascítico, espessamento de vesícula biliar. Fez uso de cefalexina e vimovo, com melhora clínica. Fez transplante hepático há seis meses pelo protocolo de hepatocarcinoma após TACE (quimioembolização) e operou hérnia umbilical encarcerada 15 dias após o transplante.
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Um paciente de 52 anos de idade é portador de cirrose hepática por álcool há mais de 10 anos, abstêmio e compensado há 10 anos, em uso de aldactone 25 mg. Já apresentou hemorragia digestiva alta (HDA) por úlcera péptica gástrica e fez ligaduras elásticas. Hoje apresenta-se com dor contínua em hérnia umbilical e alternância de hábito intestinal. Tomografia computadorizada de abdome: hepatopatia crônica com sinais de hipertensão portal e ascite – não foi visto nódulo de USG de abdome. Volumosa hérnia umbilical. Exames 26/4: Hb/HTO = 13/37; leuco = 3.100; plaq = 35.000; TGO = 57 U/L; TGP = 31 U/L; FA = 160 U/L; GGT = 68 U/L; BT = 2 mg/dL; alfafeto = 69 IU/mL; albumina = 3,0 g/dL; INR = 1,3; creatinina = 1,0. RNM abdominal – moderada ascite, sinais de hepatopatia crônica – nódulo SIII 31 mm x 27 mm com washout compatível com hepatocarcinoma – hérnia umbilical contendo omento e líquido ascítico, espessamento de vesícula biliar. Fez uso de cefalexina e vimovo, com melhora clínica. Fez transplante hepático há seis meses pelo protocolo de hepatocarcinoma após TACE (quimioembolização) e operou hérnia umbilical encarcerada 15 dias após o transplante.
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