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Foram encontradas 50 questões.

1431681 Ano: 2006
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Nas alternativas abaixo, assinale aquela que contém um delito contra a religião e a unidade da Igreja (cf. CIC cân. 1368).
 

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1431622 Ano: 2006
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Rafael Llano Cifuentes, em sua obra Novo Direito Matrimonial Canônico, ao tratar da questão da consangüinidade: conceitos e noções prévias, afirma que “tronco” é:
 

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1431216 Ano: 2006
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Nos cânones de 273 a 289, o Código de Direito Canônico estabelece as obrigações e direitos dos clérigos. Nas alternativas abaixo, assinale aquela que contém um desses direitos.
 

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1431096 Ano: 2006
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Ao apresentar a noção de redenção, Pablo Arce e Ricardo Sada afirmam que nela há natureza e efeitos. (cf. Curso de Teologia Dogmática, p. 157). A alternativa abaixo que se refere aos efeitos da redenção é:
 

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1430922 Ano: 2006
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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No termo protestantismo engloba-se um conjunto de comunidades que tiveram como ponto de partida Martinho Lutero, a Alemanha, em 1517. Lutero começou por negar as indulgências e depois a autoridade do Papa, mas sua doutrina se fundamenta em duas colunas principais. (cf. Curso de Teologia Dogmática, Pablo Arce e Ricardo Sada. p 193). Tais fundamentos são o(a):
 

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1412646 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Leia atentamente o texto e responda a questão a seguir.
CHAPEUZINHO VERMELHO
Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho que morava com sua mãe ao lado de uma floresta. Um dia, a mãe de Chapeuzinho lhe pediu para levar uma cesta de frutas frescas e água mineral à casa de sua vovozinha – não porque isso fosse trabalho de mulher, vejam só, mas porque era um ato generoso e que propiciava à filha uma visão comunitária sobre a vida. Tenho a acrescentar que sua vovozinha não estava doente, mas em plena saúde física e mental, sendo totalmente capaz de tomar conta de si mesma como adulta madura que era.
E assim Chapeuzinho Vermelho partiu de sua casa, com sua cesta, floresta adentro. Muita gente acreditava que a floresta era um lugar cheio de presságios e perigos, e nunca punha os pés lá. Chapeuzinho Vermelho, no entanto, em sua sexualidade emergente, tinha confiança em si e nenhuma argumentação freudiana tão óbvia a intimidava.
No caminho para a casa da vovozinha, Chapeuzinho foi abordada por um lobo, que lhe perguntou o que havia na cesta. Ela respondeu: “Alimentação natural e saudável para minha avó, que é uma adulta amadurecida e, obviamente, capacitada a cuidar de si mesma.”
O lobo respondeu: “Sabe, querida, não é seguro para uma menina andar pela floresta sozinha.”
Chapeuzinho retrucou: “Considero sua observação sexista e extremamente ofensiva, mas vou ignorá-la, por você desempenhar um papel tradicional de pária da sociedade. Agora, se você me desculpa, preciso seguir caminho.” E Chapeuzinho foi andando pela estrada afora.
Como todos os quadrúpedes que habitam as florestas, e que não conseguem se organizar política e socialmente, os lobos são desprovidos do pensamento linear ocidental e, por isso mesmo, têm uma visão imediatista sobre tudo o que os cerca. Sendo assim, o lobo não conseguia pensar em Chapeuzinho Vermelho sem dissociá-la da imagem de algumas batatas e um bom molho ferrugem!
E foi pensando nisto que ele pegou um caminho mais curto para a casa da vovó. Mal chegou, foi logo comendo a velhinha. Uma ação inteiramente válida para o carnívoro que era. E então, desvinculado de noções rígidas e tradicionalistas do que é masculino e feminino, vestiu as roupas da vovó e se meteu na cama.
Chapeuzinho Vermelho entrou na casinha e disse: “Vovó, trouxe alimentos desnatados e sem sal para lhe homenagear como matriarca sábia e nutridora que é.”
Da cama, o lobo disse suavemente: “Chegue mais perto, filha, para que eu te veja melhor.”
E Chapeuzinho respondeu: “Oh, ia me esquecendo que, como os morcegos, a senhora é oticamente cega. Mas, vovó, que olhos grandes você tem!”
“Eles muito viram e muito perdoaram, minha querida.”
“Vovó, que nariz grande você tem – relativamente, é claro e, certamente, bonito a seu modo.”
E o lobo respondeu com falsa modéstia: “Precisa ver o resto...”
“Vovó, que dentes grandes você tem!”
E o lobo disse: “Estou contente com quem eu sou, e com o que sou!” Dito isso, saltou da cama e agarrou Chapeuzinho Vermelho, pronto para devorá-la. A menina ficou assustada com o lobo vestido daquele jeito, mas evitou qualquer piada preconceituosa e de mau gosto sobre a opção sexual do animal, mas pôs-se a gritar devido à deliberada invasão de seu espaço pessoal.
Seus gritos foram ouvidos por um lenhador (ou técnico florestal, como ele mesmo preferia ser chamado). Quando entrou na cabana e viu a luta, o lenhador tentou intervir. Mas, quando ergueu o machado, Chapeuzinho e o lobo pararam.
E o que você pensa que vai fazer?”, perguntou Chapeuzinho.
O lenhador piscou e tentou responder, mas as palavras não vieram.
“Invadindo nosso espaço como um homem de Neandertal! Confiando em armas em lugar do seu próprio pensamento!”, exclamou, “Sexista! Especieísta! Falocentrista! Açougueiro de árvores! Como ousa supor que mulheres e lobos não podem resolver seus problemas sem a ajuda de um homem?!”
Ao ouvir o discurso passional de Chapeuzinho Vermelho, a vovó pulou de dentro da boca do lobo, pegou o machado do lenhador e cortou-lhe a cabeça.
Superado esse contratempo, Chapeuzinho Vermelho, vovó e o lobo sentiram uma certa comunhão de propósitos. Decidiram então estabelecer uma comunidade alternativa, baseada no respeito mútuo e na cooperação, e viveram juntos na floresta, felizes para sempre.
GARNER, James Finn. Contos de fadas politicamente corretos: uma versão adaptada aos nossos tempos. Tradução e adaptação de Cláudio Paiva. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996, p. 11-15.
A linguagem e o modo de contar a história permitem afirmar que o narrador trata a matéria narrada num tom
 

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1410993 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Leia atentamente o texto e responda a questão a seguir.
CHAPEUZINHO VERMELHO
Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho que morava com sua mãe ao lado de uma floresta. Um dia, a mãe de Chapeuzinho lhe pediu para levar uma cesta de frutas frescas e água mineral à casa de sua vovozinha – não porque isso fosse trabalho de mulher, vejam só, mas porque era um ato generoso e que propiciava à filha uma visão comunitária sobre a vida. Tenho a acrescentar que sua vovozinha não estava doente, mas em plena saúde física e mental, sendo totalmente capaz de tomar conta de si mesma como adulta madura que era.
E assim Chapeuzinho Vermelho partiu de sua casa, com sua cesta, floresta adentro. Muita gente acreditava que a floresta era um lugar cheio de presságios e perigos, e nunca punha os pés lá. Chapeuzinho Vermelho, no entanto, em sua sexualidade emergente, tinha confiança em si e nenhuma argumentação freudiana tão óbvia a intimidava.
No caminho para a casa da vovozinha, Chapeuzinho foi abordada por um lobo, que lhe perguntou o que havia na cesta. Ela respondeu: “Alimentação natural e saudável para minha avó, que é uma adulta amadurecida e, obviamente, capacitada a cuidar de si mesma.”
O lobo respondeu: “Sabe, querida, não é seguro para uma menina andar pela floresta sozinha.”
Chapeuzinho retrucou: “Considero sua observação sexista e extremamente ofensiva, mas vou ignorá-la, por você desempenhar um papel tradicional de pária da sociedade. Agora, se você me desculpa, preciso seguir caminho.” E Chapeuzinho foi andando pela estrada afora.
Como todos os quadrúpedes que habitam as florestas, e que não conseguem se organizar política e socialmente, os lobos são desprovidos do pensamento linear ocidental e, por isso mesmo, têm uma visão imediatista sobre tudo o que os cerca. Sendo assim, o lobo não conseguia pensar em Chapeuzinho Vermelho sem dissociá-la da imagem de algumas batatas e um bom molho ferrugem!
E foi pensando nisto que ele pegou um caminho mais curto para a casa da vovó. Mal chegou, foi logo comendo a velhinha. Uma ação inteiramente válida para o carnívoro que era. E então, desvinculado de noções rígidas e tradicionalistas do que é masculino e feminino, vestiu as roupas da vovó e se meteu na cama.
Chapeuzinho Vermelho entrou na casinha e disse: “Vovó, trouxe alimentos desnatados e sem sal para lhe homenagear como matriarca sábia e nutridora que é.”
Da cama, o lobo disse suavemente: “Chegue mais perto, filha, para que eu te veja melhor.”
E Chapeuzinho respondeu: “Oh, ia me esquecendo que, como os morcegos, a senhora é oticamente cega. Mas, vovó, que olhos grandes você tem!”
“Eles muito viram e muito perdoaram, minha querida.”
“Vovó, que nariz grande você tem – relativamente, é claro e, certamente, bonito a seu modo.”
E o lobo respondeu com falsa modéstia: “Precisa ver o resto...”
“Vovó, que dentes grandes você tem!”
E o lobo disse: “Estou contente com quem eu sou, e com o que sou!” Dito isso, saltou da cama e agarrou Chapeuzinho Vermelho, pronto para devorá-la. A menina ficou assustada com o lobo vestido daquele jeito, mas evitou qualquer piada preconceituosa e de mau gosto sobre a opção sexual do animal, mas pôs-se a gritar devido à deliberada invasão de seu espaço pessoal.
Seus gritos foram ouvidos por um lenhador (ou técnico florestal, como ele mesmo preferia ser chamado). Quando entrou na cabana e viu a luta, o lenhador tentou intervir. Mas, quando ergueu o machado, Chapeuzinho e o lobo pararam.
E o que você pensa que vai fazer?”, perguntou Chapeuzinho.
O lenhador piscou e tentou responder, mas as palavras não vieram.
“Invadindo nosso espaço como um homem de Neandertal! Confiando em armas em lugar do seu próprio pensamento!”, exclamou, “Sexista! Especieísta! Falocentrista! Açougueiro de árvores! Como ousa supor que mulheres e lobos não podem resolver seus problemas sem a ajuda de um homem?!”
Ao ouvir o discurso passional de Chapeuzinho Vermelho, a vovó pulou de dentro da boca do lobo, pegou o machado do lenhador e cortou-lhe a cabeça.
Superado esse contratempo, Chapeuzinho Vermelho, vovó e o lobo sentiram uma certa comunhão de propósitos. Decidiram então estabelecer uma comunidade alternativa, baseada no respeito mútuo e na cooperação, e viveram juntos na floresta, felizes para sempre.
GARNER, James Finn. Contos de fadas politicamente corretos: uma versão adaptada aos nossos tempos. Tradução e adaptação de Cláudio Paiva. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996, p. 11-15.
Chapeuzinho Vermelho saiu para a floresta sós, não se preocupando com o perigo que corria. manhã, o sol estava radiante e nada poderia impedi-la de ver sua avó. Ela, que nunca dera importância recomendações da sua mãe sobre a conduta na floresta, encontrou um lobo que andava toa.
A seqüência que corresponde ao correto preenchimento das lacunas é:
 

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1408003 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Leia atentamente o texto e responda a questão a seguir.
CHAPEUZINHO VERMELHO
Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho que morava com sua mãe ao lado de uma floresta. Um dia, a mãe de Chapeuzinho lhe pediu para levar uma cesta de frutas frescas e água mineral à casa de sua vovozinha – não porque isso fosse trabalho de mulher, vejam só, mas porque era um ato generoso e que propiciava à filha uma visão comunitária sobre a vida. Tenho a acrescentar que sua vovozinha não estava doente, mas em plena saúde física e mental, sendo totalmente capaz de tomar conta de si mesma como adulta madura que era.
E assim Chapeuzinho Vermelho partiu de sua casa, com sua cesta, floresta adentro. Muita gente acreditava que a floresta era um lugar cheio de presságios e perigos, e nunca punha os pés lá. Chapeuzinho Vermelho, no entanto, em sua sexualidade emergente, tinha confiança em si e nenhuma argumentação freudiana tão óbvia a intimidava.
No caminho para a casa da vovozinha, Chapeuzinho foi abordada por um lobo, que lhe perguntou o que havia na cesta. Ela respondeu: “Alimentação natural e saudável para minha avó, que é uma adulta amadurecida e, obviamente, capacitada a cuidar de si mesma.”
O lobo respondeu: “Sabe, querida, não é seguro para uma menina andar pela floresta sozinha.”
Chapeuzinho retrucou: “Considero sua observação sexista e extremamente ofensiva, mas vou ignorá-la, por você desempenhar um papel tradicional de pária da sociedade. Agora, se você me desculpa, preciso seguir caminho.” E Chapeuzinho foi andando pela estrada afora.
Como todos os quadrúpedes que habitam as florestas, e que não conseguem se organizar política e socialmente, os lobos são desprovidos do pensamento linear ocidental e, por isso mesmo, têm uma visão imediatista sobre tudo o que os cerca. Sendo assim, o lobo não conseguia pensar em Chapeuzinho Vermelho sem dissociá-la da imagem de algumas batatas e um bom molho ferrugem!
E foi pensando nisto que ele pegou um caminho mais curto para a casa da vovó. Mal chegou, foi logo comendo a velhinha. Uma ação inteiramente válida para o carnívoro que era. E então, desvinculado de noções rígidas e tradicionalistas do que é masculino e feminino, vestiu as roupas da vovó e se meteu na cama.
Chapeuzinho Vermelho entrou na casinha e disse: “Vovó, trouxe alimentos desnatados e sem sal para lhe homenagear como matriarca sábia e nutridora que é.”
Da cama, o lobo disse suavemente: “Chegue mais perto, filha, para que eu te veja melhor.”
E Chapeuzinho respondeu: “Oh, ia me esquecendo que, como os morcegos, a senhora é oticamente cega. Mas, vovó, que olhos grandes você tem!”
“Eles muito viram e muito perdoaram, minha querida.”
“Vovó, que nariz grande você tem – relativamente, é claro e, certamente, bonito a seu modo.”
E o lobo respondeu com falsa modéstia: “Precisa ver o resto...”
“Vovó, que dentes grandes você tem!”
E o lobo disse: “Estou contente com quem eu sou, e com o que sou!” Dito isso, saltou da cama e agarrou Chapeuzinho Vermelho, pronto para devorá-la. A menina ficou assustada com o lobo vestido daquele jeito, mas evitou qualquer piada preconceituosa e de mau gosto sobre a opção sexual do animal, mas pôs-se a gritar devido à deliberada invasão de seu espaço pessoal.
Seus gritos foram ouvidos por um lenhador (ou técnico florestal, como ele mesmo preferia ser chamado). Quando entrou na cabana e viu a luta, o lenhador tentou intervir. Mas, quando ergueu o machado, Chapeuzinho e o lobo pararam.
E o que você pensa que vai fazer?”, perguntou Chapeuzinho.
O lenhador piscou e tentou responder, mas as palavras não vieram.
“Invadindo nosso espaço como um homem de Neandertal! Confiando em armas em lugar do seu próprio pensamento!”, exclamou, “Sexista! Especieísta! Falocentrista! Açougueiro de árvores! Como ousa supor que mulheres e lobos não podem resolver seus problemas sem a ajuda de um homem?!”
Ao ouvir o discurso passional de Chapeuzinho Vermelho, a vovó pulou de dentro da boca do lobo, pegou o machado do lenhador e cortou-lhe a cabeça.
Superado esse contratempo, Chapeuzinho Vermelho, vovó e o lobo sentiram uma certa comunhão de propósitos. Decidiram então estabelecer uma comunidade alternativa, baseada no respeito mútuo e na cooperação, e viveram juntos na floresta, felizes para sempre.
GARNER, James Finn. Contos de fadas politicamente corretos: uma versão adaptada aos nossos tempos. Tradução e adaptação de Cláudio Paiva. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996, p. 11-15.
O único caso em que o pronome relativo sublinhado nos períodos abaixo não tem função de sujeito é:
 

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1407918 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Leia atentamente o texto e responda a questão a seguir.
CHAPEUZINHO VERMELHO
Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho que morava com sua mãe ao lado de uma floresta. Um dia, a mãe de Chapeuzinho lhe pediu para levar uma cesta de frutas frescas e água mineral à casa de sua vovozinha – não porque isso fosse trabalho de mulher, vejam só, mas porque era um ato generoso e que propiciava à filha uma visão comunitária sobre a vida. Tenho a acrescentar que sua vovozinha não estava doente, mas em plena saúde física e mental, sendo totalmente capaz de tomar conta de si mesma como adulta madura que era.
E assim Chapeuzinho Vermelho partiu de sua casa, com sua cesta, floresta adentro. Muita gente acreditava que a floresta era um lugar cheio de presságios e perigos, e nunca punha os pés lá. Chapeuzinho Vermelho, no entanto, em sua sexualidade emergente, tinha confiança em si e nenhuma argumentação freudiana tão óbvia a intimidava.
No caminho para a casa da vovozinha, Chapeuzinho foi abordada por um lobo, que lhe perguntou o que havia na cesta. Ela respondeu: “Alimentação natural e saudável para minha avó, que é uma adulta amadurecida e, obviamente, capacitada a cuidar de si mesma.”
O lobo respondeu: “Sabe, querida, não é seguro para uma menina andar pela floresta sozinha.”
Chapeuzinho retrucou: “Considero sua observação sexista e extremamente ofensiva, mas vou ignorá-la, por você desempenhar um papel tradicional de pária da sociedade. Agora, se você me desculpa, preciso seguir caminho.” E Chapeuzinho foi andando pela estrada afora.
Como todos os quadrúpedes que habitam as florestas, e que não conseguem se organizar política e socialmente, os lobos são desprovidos do pensamento linear ocidental e, por isso mesmo, têm uma visão imediatista sobre tudo o que os cerca. Sendo assim, o lobo não conseguia pensar em Chapeuzinho Vermelho sem dissociá-la da imagem de algumas batatas e um bom molho ferrugem!
E foi pensando nisto que ele pegou um caminho mais curto para a casa da vovó. Mal chegou, foi logo comendo a velhinha. Uma ação inteiramente válida para o carnívoro que era. E então, desvinculado de noções rígidas e tradicionalistas do que é masculino e feminino, vestiu as roupas da vovó e se meteu na cama.
Chapeuzinho Vermelho entrou na casinha e disse: “Vovó, trouxe alimentos desnatados e sem sal para lhe homenagear como matriarca sábia e nutridora que é.”
Da cama, o lobo disse suavemente: “Chegue mais perto, filha, para que eu te veja melhor.”
E Chapeuzinho respondeu: “Oh, ia me esquecendo que, como os morcegos, a senhora é oticamente cega. Mas, vovó, que olhos grandes você tem!”
“Eles muito viram e muito perdoaram, minha querida.”
“Vovó, que nariz grande você tem – relativamente, é claro e, certamente, bonito a seu modo.”
E o lobo respondeu com falsa modéstia: “Precisa ver o resto...”
“Vovó, que dentes grandes você tem!”
E o lobo disse: “Estou contente com quem eu sou, e com o que sou!” Dito isso, saltou da cama e agarrou Chapeuzinho Vermelho, pronto para devorá-la. A menina ficou assustada com o lobo vestido daquele jeito, mas evitou qualquer piada preconceituosa e de mau gosto sobre a opção sexual do animal, mas pôs-se a gritar devido à deliberada invasão de seu espaço pessoal.
Seus gritos foram ouvidos por um lenhador (ou técnico florestal, como ele mesmo preferia ser chamado). Quando entrou na cabana e viu a luta, o lenhador tentou intervir. Mas, quando ergueu o machado, Chapeuzinho e o lobo pararam.
E o que você pensa que vai fazer?”, perguntou Chapeuzinho.
O lenhador piscou e tentou responder, mas as palavras não vieram.
“Invadindo nosso espaço como um homem de Neandertal! Confiando em armas em lugar do seu próprio pensamento!”, exclamou, “Sexista! Especieísta! Falocentrista! Açougueiro de árvores! Como ousa supor que mulheres e lobos não podem resolver seus problemas sem a ajuda de um homem?!”
Ao ouvir o discurso passional de Chapeuzinho Vermelho, a vovó pulou de dentro da boca do lobo, pegou o machado do lenhador e cortou-lhe a cabeça.
Superado esse contratempo, Chapeuzinho Vermelho, vovó e o lobo sentiram uma certa comunhão de propósitos. Decidiram então estabelecer uma comunidade alternativa, baseada no respeito mútuo e na cooperação, e viveram juntos na floresta, felizes para sempre.
GARNER, James Finn. Contos de fadas politicamente corretos: uma versão adaptada aos nossos tempos. Tradução e adaptação de Cláudio Paiva. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996, p. 11-15.
Sobre o texto, é correto dizer que
 

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1407691 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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A forma verbal destacada está empregada corretamente em:
 

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