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A Antropologia Bíblica/teológica se diferencia da Antropologia Geral ou Ciência da Humanidade, que inclui todas as ciências que têm os homens como objeto de estudo. Conforme Louis Berkhof em seu livro “Teologia Sistemática”, do que se ocupa a Antropologia Teológica?
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Segundo Gordon D. Fee e Douglas Stuart, em seu livro “Entendes o que lês?” o problema com a interpretação dos Salmos surge primariamente da sua natureza – aquilo que são. De que forma o autor identifica o livro de Salmos?
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A Idade Média acrescentou muito pouca coisa à doutrina da pessoa de Cristo. Devido a várias influências, como as de ênfase à imitação de Cristo, das teorias sobre a expiação e do desenvolvimento da doutrina da missa, a Igreja se apegou fortemente à plena humanidade de Cristo. “A divindade de Cristo”, diz Mackintosh, “passou a ser vista mais como o coeficiente infinito elevando a ação e paixão humanas a um valor infinito”. Em seu livro “Teologia Sistemática”, Louis Berkhof diz que, contudo, alguns novos pontos foram salientados por Tomás de Aquino na sua exposição sobre a pessoa de Cristo. Assinale qual a afirmativa feita por Tomás de Aquino sobre a pessoa de Cristo, segundo Berkof.
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De acordo com a Escritura, o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus e, portanto, tem relação com Deus. Traços desta verdade acham-se na literatura pagã. Paulo assinalou aos atenienses que alguns dos seus poetas falam do homem como geração de Deus, At 17:28. Segundo Louis Berkhof, em seu livro “Teologia Sistemática”, qual era o pensamento de Lutero a este respeito?
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De acordo com R.N. Champlin, na Enciclopédia da Bíblia, Teologia e Filosofia, quando Jesus se auto-denominou “Filho do Homem” e, afirmou que viria entre as nuvens do céu, de que maneira se justifica o uso da expressão “filho do homem” por ele empregada?
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Com base em diversos textos bíblicos, a absoluta maioria dos cristãos atribui a origem do pecado ao próprio ser humano a partir do primeiro casal no Éden. É típica da Idade Média a classificação dos pecados em “pecados mortais” e “pecados veniais”. Como Martinho Lutero, grande líder da Reforma Protestante, no século XVI exprime seu pensamento?
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Enquanto para os reformadores a teologia tinha sua origem na revelação bíblica, alguns filósofos procuravam elaborar uma teologia natural baseada em deduções lógicas acerca da natureza do mundo e da própria idéia de Deus. Friedrich D. E. Schleiermacher (1768-1834) desenvolveu aquilo que alguns chamam de “teologia positiva”. Qual o postulado característico do pensamento de Schleiermacher?
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De acordo com Wilfred Cantwell Smith, em seu livro “O sentido e o fim da religião” a principal formulação da teologia reformadora encontra-se na obra de João Calvino, Cristianae Religionis Intitutio, publicada em 1536, posteriormente revisada e publicada em inúmeras edições e diversos idiomas. No texto calvinista mantém-se preservada a expressão Christiana religio ou seus equivalentes em cada edição ou reimpressão. Conforme a compreensão de Smith, assinale a alternativa dada que exprime o sentido de religio para Calvino.
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Para Wilfred Cantwell Smith, em “O sentido e o fim da religião”, para se entender o que é fé religiosa, no contexto contemporâneo, faz-se necessário considerar pelo menos quatro itens importantes sobre o tema. Quais são eles?
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Leia o texto I para responder o item.
TEXTO I
O DISCURSO MIDIÁTICO
Mídia, informação, cultura de massa e publicidade foram além de suas fronteiras. Não conseguimos mais separar claramente seus domínios!$ ^{(A)} !$.
Havia um segmento de informação (jornal, telejornal, rádio), um segmento de comunicação institucional (publicidade, propaganda, estruturas em empresas e governos), e um de cultura de massa (seriados, novelas, quadrinhos, os livros best sellers, os filmes blockbusters, eventos esportivos, shows em estádios). Esses segmentos se misturaram, em um coquetel que leva texto, som e imagem, para brindar a essência da revolução digital!$ ^{(B)} !$.
Já não sabemos distinguir os domínios de texto, imagem e som. Nem a internet sabe. Não é caso de pouca fé, mas dizer que “está nas escrituras” não é mais suficiente. Além do texto, há também uma demanda por imagem e som. Tenho certeza de que isso aumentaria o número de fiéis.
As mídias se fundem. O grupo Murdoch, o grupo franco-americano Vivendi-Universal (edição musical e cinematográfica editoras, agências de publicidade) e a fusão América On Line (internet) com a Time-Warner (revista, cinema, canais de televisão) são exemplos desse movimento.
As empresas possuem um grande papel no campo da informação. Além do óbvio poder econômico e financeiro, há o poder midiático, descrito por Ignacio Ramonet (professor da Université Paris VII, autor de La propagande silencieuse e diretor de redação do Le Monde Diplomatique) como o “aparato ideológico da globalização”. O poder midiático é a capacidade de aceitação da globalização e tem como aparato, em seu conjunto, o conteúdo dos sites, o que vemos na televisão, o que ouvimos no rádio, o que lemos nos jornais, o que a ficção transcreve.!$ ^{(C)} !$
No presente, informação é mercadoria!$ ^{(D)} !$. Mais do que uma vocação educacional, o intuito é comercial. Embora grande parte da informação seja gratuita, há uma nova relação estabelecida. Antigamente uma empresa jornalística vendia informação aos cidadãos. Hoje uma empresa midiática vende consumidores aos seus anunciantes. A informação não se move conforme os ditames da comunicação mas em função de interesses comerciais. E isso numa velocidade assombrosa. O mundo é instantâneo. Imediato. A “essência” da informação é então de impressões e sensações!$ ^{(E)} !$. O discurso das empresas midiáticas — informação, da publicidade, da cultura de massa — tem retoricamente as mesmas características: a rapidez (artigos breves, frases curtas, títulos de impacto); a simplicidade (vocabulário básico, sintática simples); e elementos de dramatização (riso, euforia, tragédia).
Ramonet destaca que tais características — que são as de um discurso de cultura de massa — são idênticas às do discurso que se dirige às crianças. Falamos brevemente, com simplicidade, de maneira emocional. O discurso de cultura de massa é portanto um discurso infantilizado.
O nível de instrução educacional no mundo está em crescimento. Acredito que essa ascensão, em algum momento, provoque uma reação contra essa infantilização. Mas como combatê-la? Para atacar um discurso de massa usaremos as mesmas armas? Será dente por dente? É melhor abrir o olho.
CORREIA, Luis Adonis Valente. In: Língua Portuguesa, ano II, n. 13, nov/2006, Rio de Janeiro. p. 47 (Corporativo)
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