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779718 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
De acordo com Margarida Kunsch, no dia a dia usam-se as terminologias “organizações” e “instituições” como sinônimos para identificar agrupamentos sociais nas suas mais diferentes tipologias (empresas públicas ou privadas, escolas, universidades, ONGs, órgãos públicos etc).
Considerando a afirmação de Kunsch, analise as afirmativas a seguir:
I. Ambas as terminologias acima citadas significam a mesma coisa e tornaram-se sinônimas.
II. As terminologias “organizações” e “instituições” são usadas como sinônimos por identificarem agrupamentos sociais.
III. Tratar organizações e instituições como sinônimos é um equívoco por parte de alguns públicos.
IV. Na prática, organizações e instituições não são sinônimos.
Assinale
 

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779369 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
A Bandeira Nacional “pode ser usada em todas as manifestações do sentimento patriótico dos brasileiros, de caráter oficial ou particular”. Com base no Decreto-Lei 70.274, de 1972, em seu Artigo 23, que determina o uso correto do pavilhão nacional, analise as afirmativas a seguir:
I. O pavilhão nacional pode ser hasteado em mastro ou adriças, nos edifícios públicos ou particulares, templos, campos de esporte, escritórios, salas de aula, auditórios, embarcações, ruas e praças, em qualquer lugar em que lhe seja assegurado o devido respeito.
II. O pavilhão nacional pode ser distendido sem mastro, conduzido por aeronaves ou balões, aplicado sobre parede ou preso a um cabo horizontal ligando edifícios, árvores, postes ou mastros.
III. O pavilhão nacional pode ser reproduzido sobre paredes, tetos, vidraças, veículos e aeronaves.
IV. O pavilhão nacional pode compor, com outras bandeiras, panóplias, escudos ou peças semelhantes.
V. O pavilhão nacional pode ser conduzido em formaturas, desfiles ou mesmo individualmente.
VI. O pavilhão nacional pode ser distendido sobre ataúdes, até a ocasião do sepultamento.
Assinale
 

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Quando o cérebro começa a falhar
O cérebro humano é fascinante. Ele nos permite pensar, imaginar, agir, falar, coordenar nossos movimentos, armazenar informações e muito mais. Assim, doenças que atinjam o cérebro podem limitar consideravelmente a capacidade de manifestarmos a nossa forma humana.
As chamadas doenças neurodegenerativas constituem um grupo de enfermidades que, em sua maioria, surgem com o envelhecimento. Geralmente, são associadas à demência, cujo exemplo mais comum é a doença de Alzheimer. Com o aumento da expectativa de vida das pessoas, é natural e necessário que a ciência se preocupe em entender como essas doenças se desenvolvem e identificar potenciais formas de tratá-las.
Você certamente conhece alguém ou alguma história de uma pessoa acometida por uma doença neurodegenerativa. Deve ter conhecimento também sobre o sofrimento causado aos pacientes e seus familiares. Existem dezenas dessas doenças, que têm em comum uma progressiva degeneração das funções cerebrais, que invariavelmente levam a inabilidades físicas, demência e, na maioria dos casos, à morte.
Mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a doença de Alzheimer (DA), a principal forma de demência conhecida. Esse número tende a crescer à medida que a longevidade da população mundial aumenta e que hábitos de vida nada saudáveis são adotados. Apesar disso, a DA ainda não dispõe de nenhuma forma de diagnóstico precoce — o que prejudica o início do acompanhamento médico e de possíveis intervenções experimentais — e, infelizmente, ainda não tem cura. Isso não quer dizer, no entanto, que a ciência nesse campo esteja parada. Muito se descobriu nas últimas três décadas.
Uma pergunta frequente que muitos se fazem ao envelhecer é se estariam desenvolvendo DA e ainda não sabem. Por isso, vários grupos de pesquisa têm buscado sinais capazes de prever o Alzheimer muito antes que a doença se estabeleça. Mas não há motivo de preocupação se você é jovem ainda: o aparecimento da DA só é comum a partir dos 65 anos, e o esquecimento ocasional de algo pode ser apenas circunstancial. Porém, se os problemas de memória afetam a sua qualidade de vida, aí sim é o momento de se consultar com um neurologista.
As causas específicas da DA ainda não são totalmente estabelecidas. Uma explicação bem aceita para o desenvolvimento da DA consiste no acúmulo substancial do peptídeo beta-amiloide (Aβ) no cérebro de pacientes, o que prejudica o funcionamento dos neurônios e de outras células cerebrais, danificando a memória. A ação do Aβ também pode gerar outros eventos tóxicos para o cérebro que levam a outros sintomas da doença, como ansiedade, depressão e apatia. Além disso, a progressão do Alzheimer leva a novos sintomas, como distúrbios de sono, agitação e dificuldades motoras.
Como não existe detecção da DA antes do surgimento dos sintomas, os níveis aumentados de Aβ só haviam sido observados em pacientes que já apresentavam perda de memória. Avanços importantes têm sido alcançados recentemente com o desenvolvimento de técnicas que permitem detectar pequenas variações nos níveis de Aβ no líquor (fluido que banha nosso cérebro e nossa medula espinhal) e no sangue em pacientes com risco de desenvolver a doença. Esses testes ainda não estão disponíveis em hospitais, mas a perspectiva é que eles estejam acessíveis dentro de uma década.
Essas observações também indicam que marcadores cerebrais e bioquímicos da DA poderiam ser identificados décadas antes do aparecimento dos sintomas clínicos. Isso gera a perspectiva de que potenciais intervenções profiláticas e/ou terapêuticas possam ser empregadas em pacientes que apresentam indicativos bioquímicos ou moleculares de DA antes do estabelecimento clínico da doença. A identificação sistemática desses marcadores poderá contribuir não apenas para o entendimento da progressão, mas também para o desenvolvimento de terapias eficientes no futuro.
A DA é uma doença progressiva que afeta primariamente algumas regiões do cérebro, como o hipocampo. O hipocampo é fortemente associado à formação e manutenção de memórias no cérebro, e seu funcionamento alterado parece, portanto, levar à perda de memórias em pacientes com Alzheimer. No entanto, há um rápido acometimento de outras regiões do cérebro, incluindo os córtices pré-frontal e temporal, o que ajuda a explicar os sintomas clínicos da doença.
(...)
Muitos testes clínicos têm sido feitos em pacientes de diferentes condições neurodegenerativas. Esses estudos têm se concentrado em duas estratégias: o desenvolvimento de novas drogas com alvos específicos e o emprego de medicamentos já aprovados para tratar outras doenças. Infelizmente, muitos dos fármacos testados em pacientes têm apresentado resultados negativos, mas há boas razões para se animar e ter esperança.
No caso da DA, muito esforço tem sido feito em desenvolver anticorpos que bloqueiem a ação do peptídeo Aβ. O insucesso clínico dessa abordagem possivelmente se deve ao fato de que o tratamento comece tarde demais, apenas quando o quadro de mau funcionamento cerebral já está estabelecido e os pacientes já apresentam sintomas clínicos.
Contudo, vários resultados também sugerem que estamos progredindo em entender e tratar melhor as doenças neurodegenerativas. Por exemplo, um novo composto se mostrou eficaz em reduzir os níveis de um marcador da doença de Huntington. No caso de pacientes com Parkinson, terapias ainda em avaliação sugerem que a estimulação elétrica controlada de algumas regiões do cérebro dos pacientes pode diminuir os sintomas de tremores e de falta de coordenação motora.
Ainda não dispomos de uma medicação que interrompa ou reverta o quadro neurodegenerativo de pacientes com DA ou outras formas de demência. Isso certamente causa uma aflição nos familiares dos pacientes ao verem aquele quadro evoluir sem que muito possa ser feito. No entanto, é bastante importante que a qualidade de vida dos pacientes seja preservada na medida do possível.
Uma informação interessante é que a musicoterapia – exposição controlada e estímulo dos pacientes a músicas que lhe são prazerosas – tem claros efeitos positivos em sintomas de agitação, confusão mental e bem-estar geral. A música ativa circuitos cerebrais bastante complexos relacionados às emoções e pode, de fato, fazer bem.
Por fim, há de se ressaltar o cuidado que se deve ter com falsas promessas de reversão ou cura da DA ou de outras condições neurodegenerativas. Terapias milagrosas com pílulas ou cirurgias, mesmo que aplicadas por médicos, ainda não têm validade clínica e não há comprovação científica alguma de que funcionam. A comprovação científica é realmente necessária para mostrar que os medicamentos têm a ação esperada e que não prejudicam mais ainda o já debilitado paciente.
Ainda há muitos mares a serem navegados na compreensão das doenças neurodegenerativas, mas o público em geral pode nos ajudar dando seu suporte e apoiando, sempre que possível, iniciativas de pesquisa nessa área.
(Mychael V. Lourenço.
Instituto de Bioquímica Médica, Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Matéria publicada em 10/6/19. Disponível em: cienciahoje.org.br)
Esse número tende a crescer à medida que a longevidade da população mundial aumenta e que hábitos de vida nada saudáveis são adotados.
A respeito do trecho acima, analise as afirmativas a seguir:
I. A substituição de à medida que por na medida em que não significaria alteração da classificação da função sintática completa da oração que inicia, embora haja mudança de sentido.
II. A forma à medida que é equivalente à forma à medida em que, a qual, esta, poderia substituir aquela sem prejuízo gramatical ou semântico.
III. O segundo que do período se classifica como conjunção integrante.
Assinale
 

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779025 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Acerca da história da atividade de assessoria de imprensa, analise as afirmativas a seguir:
I. As atividades de assessoria de imprensa surgiram no início do século XX, com Ivy Lee.
II. A prática de assessoria de imprensa, nos Estados Unidos, se tornou mais comum depois da crise de 1929.
III. A criação, em 1931, no Brasil, do Departamento de Imprensa e Propaganda, por Getulio Vargas, marca o surgimento da atividade no país.
Assinale
 

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778846 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Acerca da importância da Internet para o universo das relações públicas, analise as afirmativas a seguir:
I. A Internet transforma o processo comunicacional no tempo e no espaço, já que se modificam as noções de velocidade no transporte da informação.
II. A Internet abandona a noção de hierarquia, pois é cibernética, o que faz com que a interação seja um de seus importantes atributos.
III. A Internet pressupõe a entrada de atores na rede como uma situação preestabelecida; uma vez ocorrida, a conexão é perene.
Assinale
 

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778743 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
O processo de urbanização intensa, logo após a Segunda Guerra Mundial, refletiria nas análises sobre a comunicação no continente. Efetivamente, as pessoas que chegavam aos grandes centros urbanos, como São Paulo, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Cidade do México ou Santiago, acabaram expostas aos meios de comunicação de massa (notadamente o rádio e a televisão) de maneira muito rápida. A preocupação com “as massas” alentava pesquisas destinadas a denunciar a alienação promovida pela comunicação, que se valia da população analfabeta, presa fácil de sofrer manipulação, deslumbrada pelo fascínio apresentado pelos meios de comunicação.
VICENTE, MM. História e
comunicação na ordem internacional.
São Paulo: Editora UNESP; São Paulo:
Cultura Acadêmica, 2009.
Com base nesse fragmento de texto, assinale a alternativa correta.
 

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778444 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
No Brasil, a prática de Relações Públicas teve início em 1914, por meio da empresa canadense de eletricidade Light and Power, que depois virou Eletropaulo, então sob a liderança de Eduardo Pinheiro Lobo, patrono da profissão no País. No entanto, apesar de algumas iniciativas isoladas anteriores na esfera governamental, seu desenvolvimento sóíviria a ocorrer de fato a partir da década de 1950. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
 

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778340 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
De acordo com as orientações do Manual de Radialismo da Radiobrás (EBC), analise as afirmativas a seguir:
I. As assessorias de imprensa devem ser limitadas à condição de fontes de informação. É papel dos jornalistas enriquecer asa pautas sugeridas por elas, retirando o caráter comercial ou unilateral da sugestão e perceber as tentativas de valorização ou supressão de informações.
II. As citações empregadas nas matérias que não tenham sido obtidas em primeira mão pelos jornalistas devem ser atribuídas às suas fontes originais. Nomes de empresas, instituições, produtos e pessoas devem ser, sempre que possível, omitidos.
III. Se alguém, que seja parte importante da discussão que é objeto de uma cobertura, se recusa a participar da reportagem, é importante que se diga que a pessoa foi procurada, mas preferiu não falar. O jornalista ou radialista, então, pode dar uma breve explicação sobre o contexto e a opinião já conhecida dessa pessoa sobre o assunto em pauta. Nesse caso, deve ficar evidente a data e o contexto em que tal informação foi concedida inicialmente.
Assinale
 

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778218 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Assessoria de imprensa é uma das atividades de comunicação corporativa que visa à conquista de mídia espontânea por meio do relacionamento entre marcas e jornalistas de veículos de comunicação. Entenda-se por mídia espontânea a menção positiva de uma marca em conteúdo de caráter editorial. A conquista de mídia espontânea pode ter como finalidade tanto menções edificantes à marca quanto o gerenciamento de menções negativas, como ocorre em crises envolvendo empresas.
POLITI, Cassio. O que é assessoria de
imprensa? 2017. Disponível em:
<https://www.comuniquese.
com.br/blog/o-que-e-assessoria-deimprensa/>.
Acesso em: 24 jul. 2019.
Com base no texto acima, analise as afirmativas a seguir:
I. As menções sobre as empresas como conteúdo editorial não são de decisão dos veículos de comunicação.
II. A comunicação corporativa e a assessoria de comunicação são área distintas.
III. Menções positivas sobre seus clientes-empresas são objetivadas pelos assessores de imprensa.
Assinale
 

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778068 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
A partir do final dos anos 1980, o termo “hibridismo” tornou-se palavra-chave para caracterizar as sociedades contemporâneas, especialmente, as latino-americanas. Depois da explosão das redes planetárias de comunicação e da WWW (World Wide Web), o uso das palavras “hibridismo”, “híbrido” e “hibridização” ou “hibridação” expandiu-se consideravelmente para se referir tanto à convergência das mídias no mundo digital quanto à mistura de linguagens na hipermídia, ou seja, a junção do hipertexto com a multimídia que define a linguagem que é própria das redes. Recentemente, o uso do vocábulo “hibridismo” expandiu-se ainda mais para se referir à interconexão dos espaços físicos de circulação com os espaços virtuais de informação a que os usuários de dispositivos móveis se conectam.
SANTAELLA, L. A ecologia pluralista das
mídias locativas. Revista FAMECOS -
Mídia, Cultura e Tecnologia, [s. l.], v. 3, n.
37, p. 20–24, 2008. Disponível em:
<http://search.ebscohost.com/login.aspx?dire
ct=true&db=foh&AN=37835761&lang=ptbr&
site=eds-live>. Acesso em: 25 jul. 2019.
Com base na leitura do texto acima, é correto afirmar que
 

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