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Mulher de 65 anos é avaliada com quadro de exacerbação aguda da DPOC. Os medicamentos em uso são: antibioticoterapia, budesonida-formoterol, tioprópio, salbutamol e ipratrópio. Ao exame físico: temperatura: 38,1 ºC, pressão arterial: 150 x 95 mmHg; frequência cardíaca: 110/min; frequência respiratória: 32/min; SatO2 com cateter de oxigênio 4L/min: 84%; sibilos bilaterais são auscultados. Gasometria arterial: pH: 7,22; PCO2: 75 mmHg, PO2: 66 mmHg. A radiografia de tórax não mostra infiltrados. Nesse momento, o tratamento de escolha é
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Homem de 72 anos sobrevive a uma parada cardíaca (PCR) testemunhada com retorno da circulação espontânea após 32 minutos de ressuscitação cardiopulmonar. No momento, ele está internado na UTI com cerca de 72 horas após a PCR, entubado, em ventilação mecânica, estável, e sem medicamentos sedativos ou analgésicos. Nesse paciente, o achado que é mais provável de prever um resultado clínico adverso é
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Mulher de 63 anos, previamente hígida, sem comorbidades, apresenta quadro de dor abdominal intensa e vômitos há 1 dia. Ao exame físico: temperatura: 38,2 ºC; pressão arterial: 86 x 42 mmHg; frequência cardíaca: 108/min; SatO2: 93%; abdome com dor moderada à palpação do epigástrio e sons intestinais diminuídos. Exames séricos: hemoglobina: 13,5 g/dL; leucócitos: 18 500/mm3; creatinina: 2,1 mg/dL; bilirrubina direta: 2,1 mg/dL; aspartato aminotransferase: 96 U/L; alanina aminotransferase: 89 U/L; lipase 460 U/L (normal: 7 a 60).
Nessa paciente, os próximos passos recomendados são
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Mulher de 36 anos é internada com pneumonia adquirida na comunidade tratada com ceftriaxona e levofloxacino. Ela tem história de lúpus eritematoso sistêmico e fenômeno de Raynaud em uso de nifedipina e hidroxicloroquina. Ao exame físico: temperatura: 37,8 ºC; demais sinais vitais são normais. A saturação de oxigênio pela oximetria de dedo inicialmente era de 93% em ar ambiente, mas diminuiu para 84%, apesar da adição de oxigênio suplementar de 4 L/min por cânula nasal. O exame pulmonar revela roncos grosseiros dispersos e crepitações no lobo inferior direito. O exame cardíaco é normal. As extremidades estão frias. Nessa paciente, a próxima conduta recomendada é
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Homem de 69 anos, sem acompanhamento médico há mais de 10 anos, apresenta quadro de dormência e fraqueza do lado esquerdo do corpo. Ele relata que teve os mesmos sintomas 1 dia antes da apresentação atual, que durou 30 minutos, com recuperação completa. A tomografia de crânio e a ressonância magnética do encéfalo não demonstram alterações agudas. O ecocardiograma transtorácico é normal. A angiorressonância magnética dos vasos do SNC demonstra estenose grave da artéria cerebral média direita (ACMD).
Nesse momento, a conduta correta é:
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Homem de 21 anos, previamente hígido, sem comorbidades, com vacinação em dia, apresenta quadro de calafrios, queda do estado geral, prostração, oligúria, febre e dor de cabeça nos últimos 2 dias. Não há histórico de tabagismo, etilismo ou uso de drogas. Ele refere que voltou recentemente de uma viagem na região nordeste e norte do país. Ao exame físico: ansioso, hipocorado e sudorético; temperatura: 39,1 ºC; pressão arterial: 96 x 55 mmHg; frequência cardíaca: 122/min; frequência respiratória: 28/min; pele sem erupção cutânea; cardíaco e pulmonar: normais. Exames séricos: hemoglobina 5,6 g/dL; leucócitos: 3 900/mm3; plaquetas: 112 000/mm3; creatinina: 2,7 mg/dL; aspartato aminotransferase: 98 UI/L; alanina aminotransferase: 62 UI/L; bilirrubina direta: 1,1 mg/dL; bilirrubina indireta: 2,1 mg/dL; desidrogenase lática: 622 UI/L.
Nesse paciente, a principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 72 anos com histórico médico de hipertensão, hiperlipidemia e insuficiência cardíaca (FE: 45%) apresenta quadro de infecção cutânea e choque séptico, sendo intubada. Ela evolui bem, com melhora progressiva. No 3o dia, ela está acordada e cooperativa, em anasarca, congestão pulmonar, sendo incapaz de ser extubada devido à alta frequência respiratória. Ela recebe furosemida e inicia a alimentação enteral por sonda nasoentérica. Três dias após, ela apresenta os seguintes exames séricos: sódio: 146 mEq/L; potássio: 3,2 mEq/L; cloreto: 110 mEq/L; bicarbonato: 16 mEq/L; glicemia: 143 mg/dL; ureia: 46 mg/dL; creatinina: 1,2 mg/dL; albumina: 4,1 g/L; cálcio 9,8 mg/dL. Gasometria arterial: pH: 7,48; PCO2: 45 mmHg.
A causa mais provável do estado ácido-base dessa paciente é:
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Homem de 27 anos com histórico de colangite esclerosante primária e retocolite ulcerativa é internado com quadro de dor abdominal e alto débito na ileostomia nas últimas semanas. Refere que perdeu 9 kg de peso nesse período. Ele foi tratado com ressuscitação com fluidos e cuidados clínicos. Todavia, os sintomas persistem e ele evolui com febre de 39,7 ºC. Nesse momento, ele está sonolento e letárgico; frequência cardíaca: 160 /min; pressão arterial: 156 x 46 mmHg; frequência respiratória: 25/min; SatO2: 98%. A investigação para sepse é negativa. O valor sérico de TSH é baixo. A hipótese diagnóstica mais provável é
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Homem de 64 anos com histórico de hipertensão, em uso de enalapril e anlodipino, apresenta quadro de fraqueza em lado esquerdo do corpo há cerca de 60 minutos. Uma tomografia é realizada imediatamente e não apresenta hemorragia ou alterações isquêmicas precoces. Ao exame físico: consciente, orientado, escala de Glasgow: 15; pressão arterial: 186 x 122 mmHg; frequência cardíaca: 76/min; SatO2: 99%. Glicemia capilar: normal. Exames laboratoriais estão pendentes.
Nesse momento, a conduta inicial recomendada é:
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Mulher de 59 anos é avaliada 5 dias após sua admissão no hospital por neutropenia febril e choque séptico sem fonte óbvia de infecção. Ela tem linfoma de grandes células B e recebeu seu último ciclo de quimioterapia (rituximabe, ciclofosfamida, doxorrubicina, vincristina e prednisona) 7 dias antes da admissão. À internação, ela foi tratada com meropenem e vancomicina. Dois dias após a confirmação de culturas negativas, a vancomicina foi descontinuada. A paciente melhorou clinicamente e está afebril há 24 horas. Ao exame físico de hoje: temperatura: 36,9 ºC; o restante do exame e dos sinais vitais são normais. Exames séricos de hoje: leucócitos: 1 500/mm3, com contagem absoluta de neutrófilos de 100/mm3.
Nesse momento, a conduta correta é:
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