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Homem de 69 anos apresenta quadro de cefaleia, vômitos, afasia, paralisia facial central direita e fraqueza em braço direito iniciados há 4 horas. Sinais vitais: temperatura: 36,9 ºC; pressão arterial: 180 x 90 mmHg; frequência respiratória: 18/min; frequência cardíaca: 92/min e SatO2 normal. A tomografia de crânio mostra uma hemorragia intracerebral temporal esquerda (HIC). O paciente permanece estável, todavia, após 2 horas, ele evolui com piora dos vômitos e diminuição do nível de consciência. A explicação mais provável para essa deterioração é
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Mulher de 29 anos é hospitalizada há 24 horas com insuficiência respiratória hipoxêmica devido à pneumonia por influenza. Ela foi intubada e colocada em ventilação mecânica e tratada com antiviral, ringer lactato, propofol, fentanil e norepinefrina. Ao exame físico: temperatura: 38,1 ºC; pressão arterial: 109 x 59 mmHg; frequência cardíaca: 90/min; frequência respiratória: 20/min; PO2 arterial é de 60 mmHg com FiO2 de 65%; pressão expiratória final positiva: 10 cm H2O. volume corrente: 6 mL/kg; pressão de platô: 27 cmH2O. O paciente está sedado, mas acorda ao toque e está calmo. A radiografia de tórax mostra opacidades bilaterais e o ecocardiograma é normal.
A próxima intervenção recomendada para melhorar a oxigenação é
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Homem de 43 anos com doença hepática alcoólica crônica é hospitalizado após hematêmese de grande volume. Ao exame físico: afebril; ictérico; pressão arterial: 102 x 68 mmHg; frequência cardíaca: 118/min; frequência respiratória: 22/min; aranhas vasculares presentes em tórax. Exames séricos: hemoglobina: 6,8 g/dL; plaquetas: 92 000/mm3; coagulograma com RNI/INR: 1,8; d-dímero: 5 800 μg/mL; fibrinogênio: 46 mg/dL (normal: 150 – 350). Ele recebe ressuscitação com cristaloides, vitamina K e concentrado de hemácias.
Considerando a coagulopatia desse paciente, é recomendado prescrever também
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Homem de 50 anos, com histórico de abuso de álcool e drogas, é levado ao pronto-socorro. Ele está bradipneico e arresponsivo, sendo intubado e colocado em ventilação mecânica. Testemunhas confirmam que ele estava bebendo álcool e também havia usado drogas em uma festa. Ao exame físico: não há sinais de trauma; os sinais vitais são normais; frequência respiratória: 14/min; SatO2: 100% com FiO2 de 40%; escala de Glasgow: 1; pupilas: dilatadas e reativas à luz. O pH arterial e o hiato aniônico eletrolítico são normais. Nesse momento, a conduta correta é
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Mulher de 60 anos foi hospitalizada há 3 semanas após um incêndio em casa, tendo queimaduras de 3o grau em 40% do corpo e nas mucosas do nariz. Ela foi entubada, mas extubada com sucesso há 1 semana. A broncoscopia realizada após a extubação foi normal. Há 1 dia, ela evoluiu com dispneia e hipóxia, necessitando de reintubação. Ao exame físico: temperatura: 37,9 ºC; pressão arterial: 104 x 60 mmHg; frequência cardíaca: 95/min; frequência respiratória: 18/min; SatO2: 91% com FiO2 de 60%; presença de escarro amarelo abundante no tubo endotraqueal quando aspirado. Exames séricos: leucócitos: 16 000/mm3. Radiografia de tórax: consolidação focal no lobo inferior esquerdo.
Nesse momento, a conduta de escolha é
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Mulher de 45 anos com histórico de obesidade e colelitíase apresenta quadro de dor no quadrante superior direito do abdome, febre e vômitos há 2 dias. Ao exame físico: temperatura: 38,8 ºC; pressão arterial: 90 x 62 mmHg, frequência cardíaca: 112/min; Exames séricos são notáveis para uma contagem de leucócitos de 19 000/mm3, bilirrubina total de 6 mg/dL e amilase 130 U/L. Ultrassom abdominal: vesícula biliar normal, colelitíase e ducto biliar comum medindo 8 mm. Antibioticoterapia e ressuscitação volêmica são iniciadas.
O próximo passo recomendado é
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Homem de 50 anos é atendido após acidente de carro com traumatismo abdominal. Escala de coma de Glasgow: 15 e refere dor abdominal difusa. Os sinais vitais são: temperatura: 37,1 ºC; frequência cardíaca: 109/min; pressão arterial: 110 x 70 mmHg; SatO2 em ar ambiente: 98%; abdome: significativa dor no meio do abdome e equimose em uma distribuição em forma de banda. A ultrassonografia FAST é negativa. A tomografia de abdome não mostra lesão de órgão sólido; não há pneumoperitônio; presença de moderado líquido livre na pelve; e hematoma mesentérico. Ele persiste com dor abdominal.
Nesse paciente, a melhor conduta é
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Mulher de 27 anos, com 22 semanas da gestação, apresenta quadro de febre e dor abdominal em quadrante inferior direito (QID) há 2 dias. Ao exame físico: corada, hidratada, anictérica; cardiopulmonar: normal; útero palpável compatível com a idade gestacional; dor em QID, sem sinais se peritonismo; exame ginecológico sem alteração, exceto pela gravidez. Ultrassom abdominal com feto normal. Exames séricos: hemoglobina: 11 g/dL; leucócitos: 12 700/mm3; exame de urina: normal. Ultrassom do QID é limitado, sem visualização do apêndice. Ultrassonografia transvaginal não mostra um quadro ginecológico ou problema obstétrico. A paciente continua com dor no QID.
Nesse momento, o próximo passo recomendado é
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Mulher de 52 anos com uma histórico de depressão, diabete tipo 2, hipertensão arterial e transplante renal há 2 anos, evolui com quadro confusional há 2 dias. Ela usa anlodipino, escitalopram, metoprolol, sirolimo e gliclazida. Não há febre, rigidez de nuca ou alteração neurológica focal. Exames séricos anteriores (há 3 meses): hemoglobina: 11,2 g/dL; plaquetas: 240 000/mm3; creatinina: 0,8 mg/dL; desidrogenase lática: 188 U/L e exame de urina normal. Exames coletados hoje: hemoglobina: 7,1 g/dL; plaquetas: 35 000/mm3; creatinina: 2,4 mg/dL; desidrogenase lática: 1 622 U/L; reticulocitose; presença de esquistócitos no sangue periférico; exame de urina com discreta proteinúria e leucocitúria.
Nessa paciente, o medicamento que mais provavelmente justifica o quadro apresentado é
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Homem de 62 anos é internado após um acidente automobilístico e submetido a uma craniotomia para tratamento de hemorragia intracraniana, sendo prescrita a carbamazepina. No 19o dia de pós-operatório, ele apresenta uma erupção cutânea no tórax, braços, pernas proximais e nádegas, além de vermelhidão no rosto. No dia seguinte, apresenta pápulas e máculas difusas em tronco e extremidades proximais, febre, taquicardia e hipotensão, que responderam à ressuscitação volêmica. Ao exame físico: os sinais vitais são normais; ele está letárgico e confuso; algumas erosões na orofaringe são notadas, mas sem envolvimento ocular ou genital; linfadenopatia generalizada está presente; exame dermatológico com erupção maculopapular difusa, sem descamação à digitopressão.
A principal hipótese diagnóstica é
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