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Associadas às drenagens centrípetas, essas formas de relevo são típicas de paisagens cársticas. Apresentam forma cônica ou circular, semelhantes a um funil, com dimensões que variam de alguns metros até o tamanho de um estádio de futebol. Formam-se a partir da dissolução da rocha carbonática em pontos de infiltração, geralmente onde há cruzamento de fraturas.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000)
Essas feições do relevo são denominadas
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Uma das habilidades previstas na BNCC para a disciplina de Geografia – 4º ano propõe a identificação de características das paisagens naturais e antrópicas (relevo, cobertura vegetal, rios etc.) no ambiente em que vive, bem como a ação humana na conservação ou degradação dessas áreas.
(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia (versão final – dezembro de 2017). Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/pesquisar?q=Geografia>)
Essa habilidade está prevista na seguinte unidade temática:
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O componente Geografia da BNCC foi dividido em cinco unidades temáticas comuns ao longo do Ensino Fundamental, em uma progressão das habilidades. Em uma dessas unidades, focalizam-se as noções de pertencimento e identidade. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, busca-se ampliar as experiências com o espaço e o tempo vivenciadas pelas crianças em jogos e brincadeiras na Educação Infantil, por meio do aprofundamento de seu conhecimento sobre si mesmas e de sua comunidade, valorizando-se os contextos mais próximos da vida cotidiana.
(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia (versão final – dezembro de 2017). Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/pesquisar?q=Geografia>)
O texto está vinculado a seguinte unidade:
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Uma corrente do pensamento geográfico que pode ser denominada, com certa impropriedade, de Geografia ___________, caracteriza-se por apresentar uma menor carga empirista, em relação às anteriores. Esta perspectiva, considerada a terceira grande orientação da Geografia Tradicional, privilegiou um pouco mais o raciocínio dedutivo, antecipando um dos móveis da renovação geográfica nos anos 1960.
(MORAES, A. C. R. Geografia – pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981. Adaptado)
A lacuna pode ser preenchida pela alternativa:
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As primeiras colocações, no sentido de uma Geografia sistematizada, vão ser a obra de dois autores prussianos ligados à aristocracia. Um foi conselheiro do rei da Prússia; o outro era tutor de uma família de banqueiros. Ambos são contemporâneos e pertencentes à geração que vivenciaram a Revolução Francesa, nasceram em 1769 e em 1779, respectivamente, e faleceram ambos em 1859. Ao longo da vida, ocuparam posições de destaque na hierarquia universitária alemã e são considerados fundadores da Geografia moderna.
(MORAES, A. C. R. Geografia – pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981)
O texto refere-se aos autores
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Em diferentes regiões do planeta, observa-se a presença de ventos intensos e persistentes na baixa atmosfera, geralmente entre 1.000 e 2.500 metros de altitude. Esses fluxos apresentam velocidade máxima ao redor dos 2.000 metros, ocorrem no lado leste de grandes cadeias montanhosas e estão associados a movimentos atmosféricos de grande escala, com destaque para as Montanhas Rochosas, nos Estados Unidos, e a Cordilheira dos Andes, na América do Sul. No Brasil, sua influência está relacionada ao transporte de umidade da Amazônia em direção ao Centro-Oeste e Sudeste durante o verão.
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
O enxerto define o fenômeno denominado de
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Uma determinada região está sob esse tipo de circulação quando reversões sazonais na direção do vento causam verões chuvosos e invernos secos. O desenvolvimento desse sistema na América do Sul começa durante a primavera, com o aumento da convecção sobre o noroeste da bacia Amazônica em setembro, quando avança para o sudeste até atingir a Região Sudeste do Brasil, em novembro. Durante o verão, a convecção profunda atinge grande parte da região tropical da América do Sul, e o transporte de umidade do Atlântico Sul, aliado à reciclagem de vapor d’água pela floresta, mantém a precipitação sobre o Brasil Central.
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
Esse fenômeno é denominado
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Essa forma de representação gráfica tem como objetivo detalhar a estrutura de uma população, distribuída por sexo e faixas etárias. É um diagrama de dupla entrada, em que, cada lado, representa a quantidade de população, por sexo (masculino e feminino), e por faixas que indicam os grupos etários. Além de evidenciar a estrutura etária, o gráfico permite análises sobre crescimento populacional, expectativa de vida e qualidade de vida.
(FITZ, P. R. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. Adaptado)
Esse tipo de gráfico, amplamente utilizado em estudos sobre análises populacionais, denomina-se
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Segundo Ab’Saber (2003), algumas paisagens no Brasil destacam-se por sua singularidade e caráter isolado, representando feições topográficas excepcionais que contrastam fortemente com os ecossistemas ao seu redor. Essas paisagens, como os canyons, possuem grande valor simbólico, ecológico e histórico, sendo referências para os povos desde tempos pré-históricos.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
Com base nessa descrição, assinale a alternativa correta quanto à classificação atribuída por Ab’Saber a esse tipo de feição.
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Ab’Saber (2003) em sua obra Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas apresenta as características do domínios morfoclimáticos do Brasil. Entre esses domínios, um se destaca pela superposição de solos devido às derradeiras flutuações climáticas do quaternário, com aparecimento frequente de linhas de pedras (stone lines) enterradas a 1,5 a 2 m de profundidade nos morros e colinas cristalinas de nível intermediário; além de mamelonização universal das vertentes baixas e médias, até níveis altimétricos de 1100 a 1200 m – na área nuclear da província morfoclimática.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. Adaptado)
Considerando a obra, em destaque, as características apresentadas no enxerto referem-se ao seguinte domínio:
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