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Foram encontradas 43 questões.

1558677 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

A indústria automobilística brasileira foi o produto de maior êxito e visibilidade de uma política nacional-desenvolvimentista (Plano de Metas). Aliando habilidade a dinamismo empreendedor, essa indústria foi implantada no governo de:

 

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1558009 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

Todas as alternativas abaixo referem-se à consolidação da independência brasileira, exceto:

 

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1548072 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

A altura de um prisma hexagonal regular é de 5cm. Sabe-se também que sua área lateral é o dobro da área de sua base. O volume desse prisma, em m3, é:

 

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1540505 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

Critério

Os náufragos de um transatlântico, dentro de um barco salva-vidas perdidos em alto-mar, tinham comido as últimas bolachas e contemplavam a antropofagia como único meio de sobrevivência.

— Mulheres primeiro – propôs um cavalheiro.

A proposta foi rebatida com veemência pelas mulheres. Mas estava posta a questão: que critério usar para decidir quem seria sacrificado primeiro para que os outros não morressem de fome?

— Primeiro os mais velhos – sugeriu um jovem.

Os mais velhos imediatamente se uniram num protesto. Falta de respeito!

— É mesmo – disse um –, somos difíceis de mastigar.

— Por que não os mais jovens, sempre tão dispostos aos gestos nobres?

— Somos, teoricamente, os que têm mais tempo para viver – disse um jovem.

— E vocês precisarão de nossa força nos remos e dos nossos olhos para avistar a terra – disse outro.

Então os mais gordos e apetitosos.

— Injustiça! – gritou um gordo. – Temos mais calorias acumuladas e, portanto, mais probabilidade de sobreviver de forma natural do que os outros.

— Os mais magros?

— Nem pensem nisso – disse um magro, em nome dos demais.

— Somos pouco nutritivos.

— Os mais contemplativos e líricos?

— E quem entreterá vocês com histórias e versos enquanto o salvamento não chega? – perguntou um poeta.

— Os mais metafísicos?

— Não esqueçam que só nós temos um canal aberto para lá – disse um metafísico, apontando para o alto – e que pode se tornar vital, se nada mais der certo.

Era um dilema.

É preciso dizer que esta discussão se dava num canto do barco salva-vidas, ocupado pelo pequeno grupo de passageiros de primeira classe do transatlântico, sob os olhares dos passageiros de segunda e terceira classe, que ocupavam todo o resto da embarcação e não diziam nada. Até que um perdeu a paciência e, já que a fome era grande, inquiriu:

— Cumé?

Recebeu olhares de censura da primeira classe. Mas como estavam todos, literalmente, no mesmo barco, também recebeu uma explicação.

— Estamos indecisos sobre que critério utilizar.

— Pois eu tenho um critério – disse o passageiro de segunda.

— Qual é?

— Primeiro os indecisos.

Esta proposta causou um rebuliço na primeira classe acuada. Um dos seus teóricos levantou-se e pediu:

— Não vamos ideologizar a questão, pessoal!

Em seguida levantou-se um ajudante de maquinista e pediu calma. Queria falar.

— Náufragas e náufragos – começou. – Neste barco só existe uma divisão real, e é a única que conta quando a situação chega a este ponto. Não é entre velhos e jovens, gordos e magros, poetas e atletas, crentes e ateus… É entre maioria e minoria.

E, apontando para a primeira classe, gritou:

— Vamos comer a minoria.

Novo rebuliço. Protestos. Revanchismo não! Mas a maioria avançou sobre a minoria. A primeira não era primeira em tudo? Pois seria a primeira no sacrifício.

Não podiam comer toda a primeira classe, indiscutivelmente, no entanto. Ainda precisava haver critérios. Foi quando se lembraram de chamar o Natalino. O chefe da cozinha do transatlântico.

E o Natalino pôs-se a examinar as provisões, apertando uma perna aqui, uma costela ali, com a empáfia de quem sabia que era o único indispensável a bordo.

O fim desta história admonitória é que, com toda a agitação, o barco salva-vidas virou e todos, sem distinção de classes, foram devorados pelos tubarões. Que, como se sabe, não têm nenhum critério.

(VERÍSSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. 3.ed. São Paulo:Ática, 1997.)

Por causa do risco de morte, os passageiros do transatlântico não agiam mais com , e o medo era no semblante de todos. A alternativa que completa a sentença adequadamente é:

 

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1539502 Ano: 2009
Disciplina: Alemão (Língua Alemã)
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

Portugal foi o primeiro país a empreender as grandes navegações, no Século XV. Assinale a única alternativa em que todas as informações são fatores que contribuíram para o pioneirismo português neste campo.

 

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1515704 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

Critério

Os náufragos de um transatlântico, dentro de um barco salva-vidas perdidos em alto-mar, tinham comido as últimas bolachas e contemplavam a antropofagia como único meio de sobrevivência.

— Mulheres primeiro – propôs um cavalheiro.

A proposta foi rebatida com veemência pelas mulheres. Mas estava posta a questão: que critério usar para decidir quem seria sacrificado primeiro para que os outros não morressem de fome?

— Primeiro os mais velhos – sugeriu um jovem.

Os mais velhos imediatamente se uniram num protesto. Falta de respeito!

— É mesmo – disse um –, somos difíceis de mastigar.

— Por que não os mais jovens, sempre tão dispostos aos gestos nobres?

— Somos, teoricamente, os que têm mais tempo para viver – disse um jovem.

— E vocês precisarão de nossa força nos remos e dos nossos olhos para avistar a terra – disse outro.

Então os mais gordos e apetitosos.

— Injustiça! – gritou um gordo. – Temos mais calorias acumuladas e, portanto, mais probabilidade de sobreviver de forma natural do que os outros.

— Os mais magros?

— Nem pensem nisso – disse um magro, em nome dos demais.

— Somos pouco nutritivos.

— Os mais contemplativos e líricos?

— E quem entreterá vocês com histórias e versos enquanto o salvamento não chega? – perguntou um poeta.

— Os mais metafísicos?

— Não esqueçam que só nós temos um canal aberto para lá – disse um metafísico, apontando para o alto – e que pode se tornar vital, se nada mais der certo.

Era um dilema.

É preciso dizer que esta discussão se dava num canto do barco salva-vidas, ocupado pelo pequeno grupo de passageiros de primeira classe do transatlântico, sob os olhares dos passageiros de segunda e terceira classe, que ocupavam todo o resto da embarcação e não diziam nada. Até que um perdeu a paciência e, já que a fome era grande, inquiriu:

— Cumé?

Recebeu olhares de censura da primeira classe. Mas como estavam todos, literalmente, no mesmo barco, também recebeu uma explicação.

— Estamos indecisos sobre que critério utilizar.

— Pois eu tenho um critério – disse o passageiro de segunda.

— Qual é?

— Primeiro os indecisos.

Esta proposta causou um rebuliço na primeira classe acuada. Um dos seus teóricos levantou-se e pediu:

— Não vamos ideologizar a questão, pessoal!

Em seguida levantou-se um ajudante de maquinista e pediu calma. Queria falar.

— Náufragas e náufragos – começou. – Neste barco só existe uma divisão real, e é a única que conta quando a situação chega a este ponto. Não é entre velhos e jovens, gordos e magros, poetas e atletas, crentes e ateus… É entre maioria e minoria.

E, apontando para a primeira classe, gritou:

— Vamos comer a minoria.

Novo rebuliço. Protestos. Revanchismo não! Mas a maioria avançou sobre a minoria. A primeira não era primeira em tudo? Pois seria a primeira no sacrifício.

Não podiam comer toda a primeira classe, indiscutivelmente, no entanto. Ainda precisava haver critérios. Foi quando se lembraram de chamar o Natalino. O chefe da cozinha do transatlântico.

E o Natalino pôs-se a examinar as provisões, apertando uma perna aqui, uma costela ali, com a empáfia de quem sabia que era o único indispensável a bordo.

O fim desta história admonitória é que, com toda a agitação, o barco salva-vidas virou e todos, sem distinção de classes, foram devorados pelos tubarões. Que, como se sabe, não têm nenhum critério.

(VERÍSSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. 3.ed. São Paulo:Ática, 1997.)

Em qual das alternativas abaixo, a expressão em destaque não representa uma circunstância adverbial?

 

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1515289 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

Critério

Os náufragos de um transatlântico, dentro de um barco salva-vidas perdidos em alto-mar, tinham comido as últimas bolachas e contemplavam a antropofagia como único meio de sobrevivência.

— Mulheres primeiro – propôs um cavalheiro.

A proposta foi rebatida com veemência pelas mulheres. Mas estava posta a questão: que critério usar para decidir quem seria sacrificado primeiro para que os outros não morressem de fome?

— Primeiro os mais velhos – sugeriu um jovem.

Os mais velhos imediatamente se uniram num protesto. Falta de respeito!

— É mesmo – disse um –, somos difíceis de mastigar.

— Por que não os mais jovens, sempre tão dispostos aos gestos nobres?

— Somos, teoricamente, os que têm mais tempo para viver – disse um jovem.

— E vocês precisarão de nossa força nos remos e dos nossos olhos para avistar a terra – disse outro.

Então os mais gordos e apetitosos.

— Injustiça! – gritou um gordo. – Temos mais calorias acumuladas e, portanto, mais probabilidade de sobreviver de forma natural do que os outros.

— Os mais magros?

— Nem pensem nisso – disse um magro, em nome dos demais.

— Somos pouco nutritivos.

— Os mais contemplativos e líricos?

— E quem entreterá vocês com histórias e versos enquanto o salvamento não chega? – perguntou um poeta.

— Os mais metafísicos?

— Não esqueçam que só nós temos um canal aberto para lá – disse um metafísico, apontando para o alto – e que pode se tornar vital, se nada mais der certo.

Era um dilema.

É preciso dizer que esta discussão se dava num canto do barco salva-vidas, ocupado pelo pequeno grupo de passageiros de primeira classe do transatlântico, sob os olhares dos passageiros de segunda e terceira classe, que ocupavam todo o resto da embarcação e não diziam nada. Até que um perdeu a paciência e, já que a fome era grande, inquiriu:

— Cumé?

Recebeu olhares de censura da primeira classe. Mas como estavam todos, literalmente, no mesmo barco, também recebeu uma explicação.

— Estamos indecisos sobre que critério utilizar.

— Pois eu tenho um critério – disse o passageiro de segunda.

— Qual é?

— Primeiro os indecisos.

Esta proposta causou um rebuliço na primeira classe acuada. Um dos seus teóricos levantou-se e pediu:

— Não vamos ideologizar a questão, pessoal!

Em seguida levantou-se um ajudante de maquinista e pediu calma. Queria falar.

— Náufragas e náufragos – começou. – Neste barco só existe uma divisão real, e é a única que conta quando a situação chega a este ponto. Não é entre velhos e jovens, gordos e magros, poetas e atletas, crentes e ateus… É entre maioria e minoria.

E, apontando para a primeira classe, gritou:

— Vamos comer a minoria.

Novo rebuliço. Protestos. Revanchismo não! Mas a maioria avançou sobre a minoria. A primeira não era primeira em tudo? Pois seria a primeira no sacrifício.

Não podiam comer toda a primeira classe, indiscutivelmente, no entanto. Ainda precisava haver critérios. Foi quando se lembraram de chamar o Natalino. O chefe da cozinha do transatlântico.

E o Natalino pôs-se a examinar as provisões, apertando uma perna aqui, uma costela ali, com a empáfia de quem sabia que era o único indispensável a bordo.

O fim desta história admonitória é que, com toda a agitação, o barco salva-vidas virou e todos, sem distinção de classes, foram devorados pelos tubarões. Que, como se sabe, não têm nenhum critério.

(VERÍSSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. 3.ed. São Paulo:Ática, 1997.)

Marque a alternativa cuja relação entre os elementos não se processa por meio de antítese:

 

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1512325 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

O sistema Aquífero Guarani é o maior reservatório de água subterrânea do mundo. Sobre esse assunto é correto afirmar que:

 

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1506792 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

Critério

Os náufragos de um transatlântico, dentro de um barco salva-vidas perdidos em alto-mar, tinham comido as últimas bolachas e contemplavam a antropofagia como único meio de sobrevivência.

— Mulheres primeiro – propôs um cavalheiro.

A proposta foi rebatida com veemência pelas mulheres. Mas estava posta a questão: que critério usar para decidir quem seria sacrificado primeiro para que os outros não morressem de fome?

— Primeiro os mais velhos – sugeriu um jovem.

Os mais velhos imediatamente se uniram num protesto. Falta de respeito!

— É mesmo – disse um –, somos difíceis de mastigar.

— Por que não os mais jovens, sempre tão dispostos aos gestos nobres?

— Somos, teoricamente, os que têm mais tempo para viver – disse um jovem.

— E vocês precisarão de nossa força nos remos e dos nossos olhos para avistar a terra – disse outro.

Então os mais gordos e apetitosos.

— Injustiça! – gritou um gordo. – Temos mais calorias acumuladas e, portanto, mais probabilidade de sobreviver de forma natural do que os outros.

— Os mais magros?

— Nem pensem nisso – disse um magro, em nome dos demais.

— Somos pouco nutritivos.

— Os mais contemplativos e líricos?

— E quem entreterá vocês com histórias e versos enquanto o salvamento não chega? – perguntou um poeta.

— Os mais metafísicos?

— Não esqueçam que só nós temos um canal aberto para lá – disse um metafísico, apontando para o alto – e que pode se tornar vital, se nada mais der certo.

Era um dilema.

É preciso dizer que esta discussão se dava num canto do barco salva-vidas, ocupado pelo pequeno grupo de passageiros de primeira classe do transatlântico, sob os olhares dos passageiros de segunda e terceira classe, que ocupavam todo o resto da embarcação e não diziam nada. Até que um perdeu a paciência e, já que a fome era grande, inquiriu:

— Cumé?

Recebeu olhares de censura da primeira classe. Mas como estavam todos, literalmente, no mesmo barco, também recebeu uma explicação.

— Estamos indecisos sobre que critério utilizar.

— Pois eu tenho um critério – disse o passageiro de segunda.

— Qual é?

— Primeiro os indecisos.

Esta proposta causou um rebuliço na primeira classe acuada. Um dos seus teóricos levantou-se e pediu:

— Não vamos ideologizar a questão, pessoal!

Em seguida levantou-se um ajudante de maquinista e pediu calma. Queria falar.

— Náufragas e náufragos – começou. – Neste barco só existe uma divisão real, e é a única que conta quando a situação chega a este ponto. Não é entre velhos e jovens, gordos e magros, poetas e atletas, crentes e ateus… É entre maioria e minoria.

E, apontando para a primeira classe, gritou:

— Vamos comer a minoria.

Novo rebuliço. Protestos. Revanchismo não! Mas a maioria avançou sobre a minoria. A primeira não era primeira em tudo? Pois seria a primeira no sacrifício.

Não podiam comer toda a primeira classe, indiscutivelmente, no entanto. Ainda precisava haver critérios. Foi quando se lembraram de chamar o Natalino. O chefe da cozinha do transatlântico.

E o Natalino pôs-se a examinar as provisões, apertando uma perna aqui, uma costela ali, com a empáfia de quem sabia que era o único indispensável a bordo.

O fim desta história admonitória é que, com toda a agitação, o barco salva-vidas virou e todos, sem distinção de classes, foram devorados pelos tubarões. Que, como se sabe, não têm nenhum critério.

(VERÍSSIMO, L. F. O nariz e outras crônicas. 3.ed. São Paulo:Ática, 1997.)

Do trecho “contemplavam a antropofagia como único meio de sobrevivência.” , pode-se compreender que os náufragos:

 

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1317436 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: DECEx
Orgão: EsSA

A maior parte da linha da fronteira terrestre do território brasileiro foi delimitada durante o período

Assinale a única alternativa que completa corretamente a lacuna acima.

 

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