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Ao coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;
E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.
(Melhores poemas, 2000.)
A alternativa que reescreve a primeira estrofe em ordem direta, mantendo a correção gramatical e o sentido original, é:
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Drinking coffee could help you live longer
Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.
One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.
Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185 855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.
Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.
Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”
(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)
No trecho do segundo parágrafo “Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality”, a palavra em destaque indica uma ideia de
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A tabela apresenta parte das informações contidas em uma conta de energia elétrica de determinada residência.
|
Consumo de energia
mensal (kWh)
|
Valor a ser pago pelo
consumidor (R$)
|
| 140 | 70,00 |
Considere que, nessa residência, 8 lâmpadas de 60 W fiquem acessas durante 4 horas por dia, durante um mês de 30 dias. O valor a ser pago por esse consumo será de
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A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1o de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:
“Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais
no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”
Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como
Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.
(Corações sujos, 2000.)
“O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados.” (3º parágrafo) A oração destacada é uma oração subordinada
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No século XIX, o movimento mais amplo é a Revolução Industrial, cuja força-motora é a Grã-Bretanha, que passa a ocupar, sem o menor esforço, o lugar da Espanha e de Portugal na América do Sul, tanto para escoar seus produtos industriais como para controlar os circuitos comerciais. Os novos Estados endividam-se para comprar as maravilhas da indústria inglesa e os ingleses contentam-se em fazer negócios. Em Cuba, as companhias norte-americanas apropriam-se das terras açucareiras. Pouco depois, as planícies da América Central são atacadas: está nascendo o império bananeiro, controlado por Boston.
(Marc Ferro. Histórias das colonizações, 1996. Adaptado.)
O excerto alude
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A figura mostra um quadrado ABCD, com 6 cm de lado, e um triângulo retângulo ABF de hipotenusa !$ \overline{AF} !$ , com o ponto F no prolongamento do lado !$ \overline{BC} !$ e o ponto E sendo a intersecção dos segmentos !$ \overline{DC} !$ e !$ \overline{AF} !$.

Sabendo que o ângulo FÂB mede 60º, a medida do segmento !$ \overline{CE} !$ é
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Observe o mapa.

(http://revistapesquisa.fapesp.br, agosto de 2017. Adaptado.)
O Atlas Brasileiro de Energia Solar recomenda investimentos em novas plantas de geração de energia solar no sudoeste de Minas Gerais, no noroeste de São Paulo e no norte do Paraná, embora elevados níveis de irradiação sejam encontrados no Nordeste do país. Essa aparente contradição é refutada por haver
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Raios cósmicos constantemente arrancam elétrons das moléculas do ar da atmosfera terrestre. Esses elétrons se movimentam livremente, ficando sujeitos às forças eletrostáticas associadas ao campo elétrico existente na região que envolve a Terra. Considere que, em determinada região da atmosfera, atue um campo elétrico uniforme de intensidade E = 100 N/C, conforme representado na figura.

Se um elétron de carga 1,6 × 10 –19 C e de massa desprezível, sujeito a uma força constante, se movimenta verticalmente para cima nessa região, percorrendo uma distância d = 500 m, a variação de energia potencial elétrica sofrida por ele, nesse trajeto, será de
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Observe a charge sobre o Tratado de Versalhes.

(getaplusfrommags2409.weebly.com)
A charge estabelece uma relação entre
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Drinking coffee could help you live longer
Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.
One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.
Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185 855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.
Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.
Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”
(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)
De acordo com o quinto parágrafo,
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