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Escolar, sexo masculino, 6 anos de idade, com antecedente de asma em uso de beclometasona inalatória continua,
deu entrada no pronto-socorro com desconforto respiratório iniciado nas últimas 12 horas. Mãe administrou salbutamol
100 mcg, 2 puffs com espaçador a cada 6 horas, sem sinais de melhora. Na triagem, paciente hiporresponsivo, com
FC: 52 bpm, SpO2
: 78% em ar ambiente. Levado imediatamente à sala de emergência, monitorizado, oferecido oxigênio
em máscara não reinalante, evoluiu com inconsciência. Como paciente estava sem pulso palpável, foram iniciadas compressões torácicas de alta qualidade (frequência 100–120/min) associadas à ventilação com bolsa-válvula-máscara na
relação de 15 compressões para duas ventilações. Após 2 minutos, a RCP é interrompida para a checagem de ritmo, e o
monitor demonstra os seguintes parâmetros:
Paciente segue sem pulso palpável.
Qual é a medida imediata nesse contexto?
Paciente segue sem pulso palpável.
Qual é a medida imediata nesse contexto?
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Pré-escolar, sexo masculino, 3 anos e 8 meses de idade,
previamente hígido, é levado ao pronto-socorro por episódio convulsivo tônico-clônico generalizado iniciado há
poucos minutos. A mãe refere febre baixa notada desde
hoje pela manhã, associada à sonolência e à recusa alimentar. Não há história familiar de epilepsia.
Na chegada, encontra-se em atividade convulsiva contínua, escala de coma de Glasgow: 10; SatO₂: 91% em ar ambiente; FC: 142 bpm; PA: 88/52 mmHg; temperatura: 38,3 °C; glicemia capilar: 88 mg/dL. É levado à sala de emergência, onde é obtido acesso venoso periférico, iniciada administração de oxigênio por máscara não reinalante e colocada monitorização cardíaca.
Qual deve ser a conduta imediata?
Na chegada, encontra-se em atividade convulsiva contínua, escala de coma de Glasgow: 10; SatO₂: 91% em ar ambiente; FC: 142 bpm; PA: 88/52 mmHg; temperatura: 38,3 °C; glicemia capilar: 88 mg/dL. É levado à sala de emergência, onde é obtido acesso venoso periférico, iniciada administração de oxigênio por máscara não reinalante e colocada monitorização cardíaca.
Qual deve ser a conduta imediata?
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Pré-escolar, sexo feminino, 2 anos e 6 meses de idade,
previamente hígida, chega ao pronto atendimento com
quadro de febre de até 39,5 °C, tosse e coriza iniciados há
36 horas, com vômitos e hiporresponsividade nas últimas
3 horas. Ao exame clínico: regular estado geral; descorada 2+/4+; FC: 170 bpm; PA: 78/44 mmHg; FR: 42 irpm;
SpO₂: 90% em ar ambiente; tempo de enchimento capilar: 4 segundos; extremidades frias; pulsos filiformes.
Exame pulmonar com presença de tiragem subdiafragmática leve, ausculta com murmúrios vesiculares presentes bilateralmente com sopro tubário em ápice direito.
Sem outras alterações relevantes. Administrado oxigênio
em máscara não reinalante com aumento da SpO2
para
95% e resolução do desconforto respiratório. Após duas
tentativas, obtém-se acesso venoso periférico, sendo
também colhida hemocultura.
Entre as condutas listadas a seguir, qual é a primeira a ser realizada?
Entre as condutas listadas a seguir, qual é a primeira a ser realizada?
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Pré-escolar, sexo feminino, 3 anos de idade, é encontrada com uma cartela de paracetamol na mão. Pela
estimativa dos familiares, ela ingeriu 4 comprimidos de
750 mg cada. Chega ao atendimento médico aproximadamente 4 horas após a ingestão. Está assintomática. Ao
exame clínico, criança em bom estado geral, consciente
e orientada; PA: 96/54 mmHg; FC: 108 bpm; FR: 26 irpm;
sem alterações significativas. Peso de 15 kg.
A conduta mais apropriada é
A conduta mais apropriada é
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Adolescente, sexo feminino, 15 anos de idade, veio à
Unidade Básica de Saúde (UBS) acompanhada de uma
prima para consulta de rotina. Ela entra na consulta sozinha para atendimento. Tem antecedente de asma e faz
uso de corticoide inalatório em baixa dose associado
a beta-2 de longa ação de forma contínua (formoterol
6 mcg + budesonida 200 mcg de 12 em 12 horas). Ela
refere preocupação com tosse iniciada há uma semana,
sem coriza ou febre. Ao questionar possíveis desencadeantes para a tosse, ela conta que tudo começou após
fumar um cigarro de maconha na casa de um amigo há
uma semana. Diz que foi uma única vez e que não pretende repetir, justamente por causa dessa tosse. Ela só
demonstra preocupação com a reação dos pais se soubessem do evento e pede que essas informações não
sejam compartilhadas com eles.
Do ponto de vista ético, qual deve ser a conduta neste caso?
Do ponto de vista ético, qual deve ser a conduta neste caso?
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Escolar, sexo feminino, 7 anos e 4 meses de idade, previamente hígida, é trazida à consulta de rotina com relato
que apresenta desenvolvimento mamário há 5 meses.
Não apresenta outras queixas. Faz uso diário de vitamina D, 600 UI/dia, nega uso de qualquer outra medicação, seja sistêmica ou tópica.
Ao exame clínico, nota-se estágio puberal M2P1. Estatura acima do percentil 97 pelas curvas adequadas da OMS, peso entre percentil 85 e 97. Nota-se que houve ganho de 4 cm de estatura nos últimos 6 meses.
Realizada radiografia de punho esquerdo para determinação de idade óssea, laudo compatível com 10 anos.
Com base nesses achados, o diagnóstico mais provável é
Ao exame clínico, nota-se estágio puberal M2P1. Estatura acima do percentil 97 pelas curvas adequadas da OMS, peso entre percentil 85 e 97. Nota-se que houve ganho de 4 cm de estatura nos últimos 6 meses.
Realizada radiografia de punho esquerdo para determinação de idade óssea, laudo compatível com 10 anos.
Com base nesses achados, o diagnóstico mais provável é
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Pré-escolar, sexo feminino, 3 anos de idade, apresenta
lesões eczematosas pruriginosas desde os 6 meses de
vida, que geralmente pioram na época do inverno. Nas
últimas duas semanas, surgiram pápulas eritematosas
exsudativas com crostas melicéricas em fossas cubitais
e poplíteas. Mãe relata prurido intenso, que piora após
banho quente.
Ao exame clínico, apresenta áreas de liquenificação, escoriações e crostas amareladas em membros superiores e inferiores.
Com base no diagnóstico mais provável, a conduta adequada é
Ao exame clínico, apresenta áreas de liquenificação, escoriações e crostas amareladas em membros superiores e inferiores.
Com base no diagnóstico mais provável, a conduta adequada é
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Lactente, sexo masculino, 1 ano e 3 meses de idade, está
em consulta de puericultura. Mãe traz queixa que ele desperta 4 a 5 vezes por noite e só readormece mamando
no seio materno. Durante o dia, permanece em creche
em horário integral, onde cuidadores referem que ele faz
3 cochilos curtos, de aproximadamente 40 minutos, iniciando e encerrando o sono sem necessidade de ajuda.
Em casa, após chegar da creche, a mãe diz que ele fica
muito mais agitado, quer andar de um lado para o outro
da casa, ela nota que ele fica mais ativo ao anoitecer.
Tem dificuldade de oferecer o jantar e o leite noturno, só
consegue colocando-o para assistir telas para acalmar.
Também usa a estratégia da tela do celular para mantê-lo
deitado no seu colo e conseguir fazê-lo dormir. Há noites
em que ele dorme antes das 22 h, mas em outras noites
passa da meia-noite.
Ao exame clínico, nenhuma alteração significativa. Crescimento e desenvolvimento compatíveis com a idade. A mãe solicita “alguma medicação para ajudá-lo a dormir”.
Qual é a conduta adequada?
Ao exame clínico, nenhuma alteração significativa. Crescimento e desenvolvimento compatíveis com a idade. A mãe solicita “alguma medicação para ajudá-lo a dormir”.
Qual é a conduta adequada?
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Homem de 48 anos, previamente hígido, apresenta pirose
e regurgitação ácida há cerca de 6 anos, com piora progressiva nos últimos meses, apesar do uso regular de
inibidor de bomba de prótons em dose plena. Refere
episódios ocasionais de tosse seca e rouquidão matinal, mas nega disfagia ou perda ponderal. A endoscopia
digestiva alta evidencia esofagite erosiva grau C de Los
Angeles e hérnia hiatal por deslizamento de, aproximadamente, 4 cm. A manometria esofágica mostra pressão
reduzida do esfíncter esofágico inferior, com motilidade
esofágica preservada.
Considerando o quadro clínico e a falha do tratamento clínico, indica-se tratamento cirúrgico. Qual é a técnica cirúrgica mais indicada para esse paciente?
Considerando o quadro clínico e a falha do tratamento clínico, indica-se tratamento cirúrgico. Qual é a técnica cirúrgica mais indicada para esse paciente?
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Mulher de 59 anos consulta-se com clínico geral por
apresentar nódulo tireoidiano incidental em ultrassom de
rotina. Está assintomática. No exame cervical, a tireoide
está tópica, fibroelástica, de volume habitual. Nota-se,
à palpação de lobo esquerdo, a presença de nódulo
de consistência endurecida, medindo cerca de 2,5 cm,
móvel e indolor. Ultrassonografia de tireoide: presença de
nódulo sólido, hipoecoico, com halo incompleto, mais alto
do que largo, com vascularização central e microcalcificações de permeio medindo 2,5 x 1,4 cm em 1/3 médio
do lobo esquerdo.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
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