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Foram encontradas 80 questões.

1265420 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o início do conto “Luís Soares”, de Machado de Assis, para responder à questão.
Trocar o dia pela noite, dizia Luís Soares, é restaurar o império da natureza corrigindo a obra da sociedade. O calor do sol está dizendo aos homens que vão descansar e dormir, ao passo que a frescura relativa da noite é a verdadeira estação em que se deve viver. Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe: velarei de noite, dormirei de dia.
Contrariamente a vários ministérios, Soares cumpria este programa com um escrúpulo digno de uma grande consciência. A aurora para ele era o crepúsculo, o crepúsculo era a aurora. Dormia 12 horas consecutivas durante o dia, quer dizer das seis da manhã às seis da tarde. Almoçava às sete e jantava às duas da madrugada. Não ceava. A sua ceia limitava-se a uma xícara de chocolate que o criado lhe dava às cinco horas da manhã quando ele entrava para casa. Soares engolia o chocolate, fumava dois charutos, fazia alguns trocadilhos com o criado, lia uma página de algum romance, e deitava-se.
Não lia jornais. Achava que um jornal era a cousa mais inútil deste mundo, depois da Câmara dos Deputados, das obras dos poetas e das missas. Não quer isto dizer que Soares fosse ateu em religião, política e poesia. Não. Soares era apenas indiferente. Olhava para todas as grandes cousas com a mesma cara com que via uma mulher feia. Podia vir a ser um grande perverso; até então era apenas uma grande inutilidade.
(Contos fluminenses, 2006.)
No contexto em que está inserida, a expressão “ateu em religião, política e poesia” (3º parágrafo) poderia ser atribuída a alguém que
 

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1264441 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o texto para responder à questão.
The Mona Lisa was recently moved from her usual gallery in the Salle des États, currently being renovated, to a temporary home in the Galérie Médicis. Visitors to the Louvre who have queued patiently for hours are complaining that museum staff are allowing them less than a minute to view the masterpice. The relocation has created bottlenecks of visitors lining corridors and the Louvre is now advising that only those who have pre-booked will be guaranteed a glimpse of the world’s most famous portrait.
(David Chazan. www.telegraph.co.uk, 13.08.2019. Adaptado.)
In the excerpt “only those who have pre-booked will be guaranteed a glimpse of the world’s most famous portrait”, the underlined word refers to
 

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1262589 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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A figura indica o retângulo FAME e o losango MERP desenhados, respectivamente, em uma parede e no chão a ela perpendicular. O ângulo !$ M\hat{E}R\ !$ mede 120º, ME = 2 m e a área do retângulo FAME é igual a 12 m2.
enunciado 2072380-1
Na situação descrita, a medida de !$ \overline {RA} !$ é
 

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1258132 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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O gráfico ilustra a variação da taxa metabólica de um animal em relação à variação da temperatura ambiente.
enunciado 2072232-1
O animal que apresenta a variação da taxa metabólica ilustrada no gráfico
 

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1257994 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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A decomposição térmica do carbonato de zinco (ZnCO3) em seus óxidos tem uma entalpia positiva de 71,5 kJ/mol de ZnCO3. A equação termoquímica que representa essa reação é
 

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1254982 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Um resíduo de 200 mL de solução de ácido sulfúrico (H2SO4), de concentração 0,1 mol/L, precisava ser neutralizado antes do descarte. Para tanto, foi utilizado bicarbonato de sódio (NaHCO3), conforme a equação a seguir:
H2SO4 + 2NaHCO3 → Na2SO4 + 2H2O + 2CO2
A massa de bicarbonato de sódio necessária para a neutralização completa do ácido sulfúrico contido nessa solução é igual a
 

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1253991 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o texto de Luiz Eduardo Soares para responder à questão.
Logo depois que assumi a Secretaria Nacional de Segurança, em 2003, recebi, por vias transversas, uma mensagem de Luciano, da Rocinha. Ele desejava deixar a vida de traficante e viajar para longe. Tinha chegado à conclusão de que seu caminho era a perdição: morreria cedo, de modo cruel, em mãos inimigas. Queria começar de novo e pedia uma chance. Tratara com respeito a comunidade, que era, afinal de contas, sua família. A violência, ele a usara apenas na medida necessária à proteção de seus negócios. Esse era seu ponto de vista, sem dúvida demasiado edulcorado. Não obstante a possível autoidealização, o fato é que explicitá-la, naquele contexto, não deixava de ser significativo, indicando a valorização positiva do lado certo da vida. Era um negociante clandestino, dizia, não um criminoso selvagem: alguns traziam uísque do Paraguai; ele vendia outras drogas. Reivindicava uma diferença importante, no mundo do crime carioca.
(Cabeça de porco, 2005.)
A forma verbal no pretérito mais-que-perfeito, que indica uma ação, anterior a outra, ambas ocorridas no passado, está sublinhada em:
 

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1253187 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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A figura representa uma célula galvânica constituída por um eletrodo padrão de hidrogênio mergulhado em uma solução com [H+] = 1,0 mol/L e por um eletrodo de ouro mergulhado em solução contendo íons Fe2+ e íons Fe3+.
enunciado 2071504-1
Considere os eletrodos de platina e de ouro inertes e os potenciais de redução das espécies químicas presentes nas soluções:
2H+ + 2e → H2 Eº = 0,00 V
Fe3+ + e Fe2+ Eº = +0,77 V
Durante o funcionamento da célula galvânica representada na figura,
 

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1249580 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o início do conto “Luís Soares”, de Machado de Assis, para responder à questão.
Trocar o dia pela noite, dizia Luís Soares, é restaurar o império da natureza corrigindo a obra da sociedade. O calor do sol está dizendo aos homens que vão descansar e dormir, ao passo que a frescura relativa da noite é a verdadeira estação em que se deve viver. Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe: velarei de noite, dormirei de dia.
Contrariamente a vários ministérios, Soares cumpria este programa com um escrúpulo digno de uma grande consciência. A aurora para ele era o crepúsculo, o crepúsculo era a aurora. Dormia 12 horas consecutivas durante o dia, quer dizer das seis da manhã às seis da tarde. Almoçava às sete e jantava às duas da madrugada. Não ceava. A sua ceia limitava-se a uma xícara de chocolate que o criado lhe dava às cinco horas da manhã quando ele entrava para casa. Soares engolia o chocolate, fumava dois charutos, fazia alguns trocadilhos com o criado, lia uma página de algum romance, e deitava-se.
Não lia jornais. Achava que um jornal era a cousa mais inútil deste mundo, depois da Câmara dos Deputados, das obras dos poetas e das missas. Não quer isto dizer que Soares fosse ateu em religião, política e poesia. Não. Soares era apenas indiferente. Olhava para todas as grandes cousas com a mesma cara com que via uma mulher feia. Podia vir a ser um grande perverso; até então era apenas uma grande inutilidade.
(Contos fluminenses, 2006.)
Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto e uma figura de linguagem que nele ocorre.
 

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1243882 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o início do conto “Luís Soares”, de Machado de Assis, para responder à questão.
Trocar o dia pela noite, dizia Luís Soares, é restaurar o império da natureza corrigindo a obra da sociedade. O calor do sol está dizendo aos homens que vão descansar e dormir, ao passo que a frescura relativa da noite é a verdadeira estação em que se deve viver. Livre em todas as minhas ações, não quero sujeitar-me à lei absurda que a sociedade me impõe: velarei de noite, dormirei de dia.
Contrariamente a vários ministérios, Soares cumpria este programa com um escrúpulo digno de uma grande consciência. A aurora para ele era o crepúsculo, o crepúsculo era a aurora. Dormia 12 horas consecutivas durante o dia, quer dizer das seis da manhã às seis da tarde. Almoçava às sete e jantava às duas da madrugada. Não ceava. A sua ceia limitava-se a uma xícara de chocolate que o criado lhe dava às cinco horas da manhã quando ele entrava para casa. Soares engolia o chocolate, fumava dois charutos, fazia alguns trocadilhos com o criado, lia uma página de algum romance, e deitava-se.
Não lia jornais. Achava que um jornal era a cousa mais inútil deste mundo, depois da Câmara dos Deputados, das obras dos poetas e das missas. Não quer isto dizer que Soares fosse ateu em religião, política e poesia. Não. Soares era apenas indiferente. Olhava para todas as grandes cousas com a mesma cara com que via uma mulher feia. Podia vir a ser um grande perverso; até então era apenas uma grande inutilidade.
(Contos fluminenses, 2006.)
Com a referência a “jornais”, “Câmara dos Deputados”, “obras dos poetas” e “missas” (3º parágrafo), o narrador
 

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