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Foram encontradas 80 questões.

3462033 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Antônio comprou um bilhete com um número de rifa de eletrodoméstico por R$ 3,00, com chance de 1 em 8 000. Sabe- se que cada bilhete da rifa tinha exatamente um número e custava o mesmo valor, e que os organizadores do sorteio venderam todos os bilhetes e tiveram lucro de 60% sobre o custo de compra do eletrodoméstico. Nessas condições, o custo do eletrodoméstico sorteado foi de

 

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3462032 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão.

Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

— Vocês me arranjam casa pra morar?

— Bem, isso atualmente está difícil, José.

— Emprego?

— Só se você for concursado, e houver vaga.

— E comida?

— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

Todos são iguais perante a lei.

Não estamos sós.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

1 promeneur solitaire: caminhante solitário.

Em “— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!” (10º parágrafo), a palavra sublinhada expressa ideia de

 

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3462031 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão.

Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

— Vocês me arranjam casa pra morar?

— Bem, isso atualmente está difícil, José.

— Emprego?

— Só se você for concursado, e houver vaga.

— E comida?

— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

Todos são iguais perante a lei.

Não estamos sós.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

1 promeneur solitaire: caminhante solitário.

Verifica-se o emprego de vírgula para separar um vocativo no seguinte trecho:

 

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3462030 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão.

Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

— Vocês me arranjam casa pra morar?

— Bem, isso atualmente está difícil, José.

— Emprego?

— Só se você for concursado, e houver vaga.

— E comida?

— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

Todos são iguais perante a lei.

Não estamos sós.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

1 promeneur solitaire: caminhante solitário.

O cronista inclui o leitor em sua narrativa no seguinte trecho:

 

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3462029 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão.

Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

— Vocês me arranjam casa pra morar?

— Bem, isso atualmente está difícil, José.

— Emprego?

— Só se você for concursado, e houver vaga.

— E comida?

— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

Todos são iguais perante a lei.

Não estamos sós.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

1 promeneur solitaire: caminhante solitário.

“Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata?” (11º parágrafo)

Nesse trecho, o cronista ressalta o incômodo dos fazendeiros

 

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3462028 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão.

Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

— Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

— Vocês me arranjam casa pra morar?

— Bem, isso atualmente está difícil, José.

— Emprego?

— Só se você for concursado, e houver vaga.

— E comida?

— Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

Todos são iguais perante a lei.

Não estamos sós.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

1 promeneur solitaire: caminhante solitário.

De acordo com o cronista, a razão de José de Nanuque ter se afastado da civilização foi, sobretudo,

 

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3462027 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder a questão.

Feliz esse mortal que se contenta

Com a herdade1 dos seus antepassados,

Que livre de tumulto e de cuidados

Só do pão que semeia se alimenta.

Dentre os filhos amados afugenta

A discórdia cruel; vê dos seus gados,

Sempre gordos, alegres, bem tratados,

Numeroso rebanho que apascenta.

O trono mais ditoso é comparável

Ao brando estado deste que não sente

De um espectro de ouro o peso formidável?

O que vive na Corte mais contente

Provou nunca um prazer tão agradável

Como o deste Pastor pobre, inocente?

(Sonetos, 2007.)

1 herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.

Verifica-se rima entre palavras de classes gramaticais diferentes em

 

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3462026 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder a questão.

Feliz esse mortal que se contenta

Com a herdade1 dos seus antepassados,

Que livre de tumulto e de cuidados

Só do pão que semeia se alimenta.

Dentre os filhos amados afugenta

A discórdia cruel; vê dos seus gados,

Sempre gordos, alegres, bem tratados,

Numeroso rebanho que apascenta.

O trono mais ditoso é comparável

Ao brando estado deste que não sente

De um espectro de ouro o peso formidável?

O que vive na Corte mais contente

Provou nunca um prazer tão agradável

Como o deste Pastor pobre, inocente?

(Sonetos, 2007.)

1 herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.

O termo sublinhado na primeira estrofe refere-se a

 

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3462025 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Leia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder a questão.

Feliz esse mortal que se contenta

Com a herdade1 dos seus antepassados,

Que livre de tumulto e de cuidados

Só do pão que semeia se alimenta.

Dentre os filhos amados afugenta

A discórdia cruel; vê dos seus gados,

Sempre gordos, alegres, bem tratados,

Numeroso rebanho que apascenta.

O trono mais ditoso é comparável

Ao brando estado deste que não sente

De um espectro de ouro o peso formidável?

O que vive na Corte mais contente

Provou nunca um prazer tão agradável

Como o deste Pastor pobre, inocente?

(Sonetos, 2007.)

1 herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.

No soneto, está implícita uma crítica à

 

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3462024 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: FAMERP
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Examine a tirinha de Dik Browne, publicada na conta do Instagram “Hagar, o Horrível”, em 01.04.2022.

Enunciado 3999526-1

Para produzir o seu efeito de humor, a tirinha mobiliza o seguinte recurso expressivo:

 

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