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Leia o Texto IV para responder à questão.
Texto IV
A maior mobilização no Brasil desde 1992 permanece em curso e em disputa. A primeira reivindicação, pontual e popular, a revogação do aumento das tarifas do transporte, obteve êxito. E, a partir dessa conquista, o movimento explodiu, apresentando diversas bandeiras. Com pautas difusas, por vezes contraditórias, e sem organização centralizada, as demandas aclamadas nas ruas impuseram uma nova agenda ao poder público. Acuado e ainda tentando compreender a dinâmica dos protestos, este acenou com mais verbas para a educação, saúde, mobilidade urbana e até a possibilidade de uma reforma política.
(Luís Brasilino, Renato Godoy, Cristiano Navarro. Julho de 2013.
In. Jornal Le monde Diplomatique Brasil. Edição 72. Julho de 2013).
Sobre as manifestações que tomaram conta do Brasil, nos últimos meses, é correto afirmar que:
 

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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A democracia e suas brechas
“É a pior forma de governo, salvo todas as demais.” Quem ofereceu este diagnóstico sobre o sistema democrático foi um campeão no combate contra o nazifascismo, a mais infame tirania dos últimos 500 anos: Winston Churchill, em 11 de novembro de 1947, há quase 66 anos.
Os seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral que vetaram a criação de mais um partido, a Rede Sustentabilidade, cumpriram estritamente o ritual da legalidade: a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva não conseguiu o número mínimo de assinaturas exigido pelos estatutos eleitorais. Faltaram 50 mil. A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.
Os radicais do Partido Republicano que controlam a Câmara dos Deputados dos EUA têm o direito de impedir o aumento do teto da dívida pública, de exigir a revogação do plano de saúde do presidente Obama, de levar o país ao calote e a uma recessão ainda maior do que a de 2008. Foram eleitos num pleito livre, controlam uma das câmaras legislativas e o equilíbrio entre os poderes é um dos pilares do sistema representativo.
E, no entanto, esses dramáticos episódios exibem de forma clara e perturbadora as penosas contradições da democracia quando a obediência às leis nas instâncias máximas passa ao largo das ilegalidades e aberrações instaladas em sua base.
O símbolo da justiça deveria mudar, mais apropriado substituí-lo pela jarra de água para lavar as mãos. Os meritíssimos do TSE alegam que não cabe a eles verificar a validade das assinaturas, o questionamento dos cartórios eleitorais deve ser feito de baixo para cima – pelos líderes da agremiação que pretendem fundar ou pelos eleitores cujas assinaturas foram embargadas. Correto: porém o mesmo sistema cartorial e a máquina burocrática onde se aninha acabam de aprovar, sem restrições, em uma incrível coincidência, a criação de dois novos partidos, o PROS e o Solidariedade, um deles ostensivamente pró-governo, o outro intransigentemente solidário com o poder.
Uma minoria fanática, irresponsável, pode levar uma poderosa democracia como a americana à beira do abismo. Os radicais do Tea Party abominam o Estado, endeusam o mercado, acreditam que só ele é capaz de reparar injustiças. A maioria dos despossuídos e remediados sabe que não é verdade, sujeitam-se. A chantagem que a direita está fazendo com o presidente Obama ao exigir que abra mão da implantação do seu plano de saúde em troca da ampliação do teto da dívida é uma das maiores imoralidades que a democracia já ofereceu.
André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos: “Vi as democracias intervirem contra quase tudo. Menos contra os fascismos”. Ele sabia o que dizia: viu o fascismo triunfar na Espanha e entregar a França ao facínora Hitler.
A derrota de Marina Silva e de seus "sonháticos" frente aos pragmáticos não é propriamente ideológica. Candidata à Presidência da República pela Rede, a ambientalista evangélica – tão intransigente em matéria de ética e coerência que não consegue adaptar-se ao jogo político – teria condições de enfrentar a herdeira do imbatível Lula da Silva.
A democracia dará a última palavra. Se não agora, para 2014, certamente em 2018. Churchill e Malraux, nos seus respectivos ceticismos, não levaram em conta a inexorabilidade do calendário eleitoral.
Por Alberto Dines em 05/10/2013 na edição 766, publicado originalmente no Correio Popular (Campinas, SP) e Gazeta do Povo (Curitiba, PR),
5/10/2103; Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_democracia_e_suas_brechas. Acesso em 20 setembro 2013.
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado de acordo com a norma-padrão.
 

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1427015 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA

Leia o Texto VI para responder à questão.

Texto VI

A transformação da manufatura em esteira transforma o taylorismo numa imposição da própria tecnologia. Tempos e movimentos adequados não são mais uma determinação externa ao trabalhador e, portanto, passível de oposição, mas uma necessidade de adaptação do próprio trabalhador ao ritmo do trabalho coletivo agora ditado não pelo próprio trabalho coletivo, mas pela velocidade do transporte do produto em processo através dos trabalhadores da fábrica. Assim, quando o taylorismo advém de um sistema mecânico, temos o que se chama de fordismo. Logo, a esteira nada mais seria do que a mecanização do taylorismo.

Fonte: CIPOLA, F. P. Economia Política do Taylorismo, Fordismo e Teamwork.

Revista de Economia Política, vol. 23, nº 3 (91), julho-setembro/2003.

Com base no Texto VI, avalie as seguintes frases e a relação proposta entre elas:

FRASE 1: Com o fordismo o The one best way passa a ser uma necessidade do próprio trabalhador como condição de sua permanência na empresa.

PORQUE

FRASE 2: A divisão das operações em tarefas detalhadas e a utilização da esteira impõem ao trabalhador a adoção do modo mais eficaz de realizar suas tarefas.

Nesse sentido a alternativa correta é:

 

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1364375 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Sobre o enfoque sistêmico da administração, é correto afirmar que:
 

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No Microsoft Excel, a tecla de atalho ctrl +1:
 

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A descentralização da Administração Pública, determinada em legislação, tem como finalidade a melhoria da execução das atividades estatais e tem como base:
 

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1359952 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Constituem-se em componentes dos sistemas organizacionais, nessa ordem:
 

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1344196 Ano: 2013
Disciplina: Administração Geral
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Em seus estudos sobre o processo decisório, Herbert Simon classificou cinco tipos de decisão: programadas (P); não-programadas (Np); imediatas (I); premeditadas (Pr); e improvisadas (Im). Leia as afirmativas abaixo e associe as mesmas com cada tipo de decisão.
I. são decisões mais complexas, formuladas para resolver situações novas.
II. são decisões que exigem respostas rápidas.
III. são decisões baseadas em regulamentos vigentes.
IV. são decisões com objetivo determinado.
V. são decisões quando os problemas não são resolvidos e exigem uma medida qualquer em que não se sabe, ao certo, seus resultados.
A associação correta é:
 

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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A democracia e suas brechas
“É a pior forma de governo, salvo todas as demais.” Quem ofereceu este diagnóstico sobre o sistema democrático foi um campeão no combate contra o nazifascismo, a mais infame tirania dos últimos 500 anos: Winston Churchill, em 11 de novembro de 1947, há quase 66 anos.
Os seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral que vetaram a criação de mais um partido, a Rede Sustentabilidade, cumpriram estritamente o ritual da legalidade: a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva não conseguiu o número mínimo de assinaturas exigido pelos estatutos eleitorais. Faltaram 50 mil. A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.
Os radicais do Partido Republicano que controlam a Câmara dos Deputados dos EUA têm o direito de impedir o aumento do teto da dívida pública, de exigir a revogação do plano de saúde do presidente Obama, de levar o país ao calote e a uma recessão ainda maior do que a de 2008. Foram eleitos num pleito livre, controlam uma das câmaras legislativas e o equilíbrio entre os poderes é um dos pilares do sistema representativo.
E, no entanto, esses dramáticos episódios exibem de forma clara e perturbadora as penosas contradições da democracia quando a obediência às leis nas instâncias máximas passa ao largo das ilegalidades e aberrações instaladas em sua base.
O símbolo da justiça deveria mudar, mais apropriado substituí-lo pela jarra de água para lavar as mãos. Os meritíssimos do TSE alegam que não cabe a eles verificar a validade das assinaturas, o questionamento dos cartórios eleitorais deve ser feito de baixo para cima – pelos líderes da agremiação que pretendem fundar ou pelos eleitores cujas assinaturas foram embargadas. Correto: porém o mesmo sistema cartorial e a máquina burocrática onde se aninha acabam de aprovar, sem restrições, em uma incrível coincidência, a criação de dois novos partidos, o PROS e o Solidariedade, um deles ostensivamente pró-governo, o outro intransigentemente solidário com o poder.
Uma minoria fanática, irresponsável, pode levar uma poderosa democracia como a americana à beira do abismo. Os radicais do Tea Party abominam o Estado, endeusam o mercado, acreditam que só ele é capaz de reparar injustiças. A maioria dos despossuídos e remediados sabe que não é verdade, sujeitam-se. A chantagem que a direita está fazendo com o presidente Obama ao exigir que abra mão da implantação do seu plano de saúde em troca da ampliação do teto da dívida é uma das maiores imoralidades que a democracia já ofereceu.
André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos: “Vi as democracias intervirem contra quase tudo. Menos contra os fascismos”. Ele sabia o que dizia: viu o fascismo triunfar na Espanha e entregar a França ao facínora Hitler.
A derrota de Marina Silva e de seus "sonháticos" frente aos pragmáticos não é propriamente ideológica. Candidata à Presidência da República pela Rede, a ambientalista evangélica – tão intransigente em matéria de ética e coerência que não consegue adaptar-se ao jogo político – teria condições de enfrentar a herdeira do imbatível Lula da Silva.
A democracia dará a última palavra. Se não agora, para 2014, certamente em 2018. Churchill e Malraux, nos seus respectivos ceticismos, não levaram em conta a inexorabilidade do calendário eleitoral.
Por Alberto Dines em 05/10/2013 na edição 766, publicado originalmente no Correio Popular (Campinas, SP) e Gazeta do Povo (Curitiba, PR),
5/10/2103; Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_democracia_e_suas_brechas. Acesso em 20 setembro 2013.
O adjetivo destacado em “A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.” (2º parágrafo) pode ser substituído, mantendo o mesmo sentido pretendido pelo autor, por:
 

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1315275 Ano: 2013
Disciplina: Gerência de Projetos
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Em gerenciamento de projetos existem necessidades conflitantes que desencadeiam a conhecida restrição tripla e afetam a qualidade das entregas do projeto.
Portanto, para assegurar a qualidade do projeto, torna-se necessário balancear os seguintes fatores:
 

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