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Foram encontradas 94 questões.

2586189 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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Analise a imagem abaixo para responder à questão.

Enunciado 3339783-1

Se a fórmula =CONT.SE(C2:C 16;"<8") for aplicada, o resultado apresentará o(a)

 

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2586188 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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Uma falha na segurança da Informação em sistemas, aplicativos ou programas, pode permitir que pessoas mal-intencionadas acessem computadores remotamente, modifiquem ou excluam arquivos, executem programas, distribuam uma quantidade massiva de e-mails ou instale outras ferramentas maliciosas. Esse tipo de ataque é conhecido como

 

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2586187 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

Enunciado 3339778-1

Considerando a tirinha, é correto afirmar que o(a)

 

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2586186 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O sociólogo francês Edgar Morin, no livro "Cultura de Massas no Século XX: o espírito do tempo" (1962), levanta uma característica da mídia de sua época que gritava aos seus olhos. Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do olimpo, colocando-as em maior destaque do que suas atribuições culturais. Diz ele que "esses ollmpianos não são apenas os astros, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres. Picasso, Cocteau, Dali, Sagan... Margarel e B. B., Soraya e Liz Taylor, a pnncesa e a estrela se encontram no Olimpo da notícia dos Jornais, dos coquetéis, recepções, Capri, Canánas, e outras moradas encantadas. A informação transforma esses olimpos em vedetes da atualidade".

Meio século após esta observação certeira, o jornalismo cultural habituou-se a cultivar deuses descartáveis, ainda mais quando a crise financeira pede estratégias para segurar leitores e espectadores pagantes. E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia, como a noticia "histórica" de que Kate acabou de dar à luz a Charlotte, a princesinha. Grandes consumidores dos impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático. Mas revistas e telejornais - e não só os programas de fofoca - elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo absolutamente banal. Príncipe William e Kate levam os filhos à missa de Natal, diz o portal Glamour, em sua cobertura "cultural". William e Kate levam George e Charlotte à festa infantil no Canadá, estampa o G1 na página principal.

O culto à personalidade é muito mais antigo que a citação de Morin, mas hoje, ele tomou conta até de veículos com cobertura cultural séria. Determinada emissora televisiva dedicou horas e horas ao Prêmio Nobel de Literatura concedido a Bob Dylan sem um minuto sequer de um especialista cultural explicando os méritos musicais do compositor, nas melodias, letras, instrumentos etc. Será que colocar um trecho de Blowin' in lhe Wind é o suficiente para todos os telespectadores entenderem o quão genial é Dylan?

O jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na Imprensa. Mas ser filho de famoso já é ingresso suficiente, certo? Filha de Tom, Maria Cavalcante entrevista famosos na web e sonha em atuar, estampa o UOL. Calma, Maria, logo logo, graças a exposição do seu talento ainda em gestação, um convite para novela irá surgir. E então. mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.

(BALLERINI, Franthiesco. O Olimpo dos deuses descartáveis. Observatório da Imprensa, 14 02 2017. Adaptado)

Analise a frase abaixo para responder à questão.

"O jornalismo cultural também é 'prodigioso' em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma 'fagulha' de talento para justificar o espaço 'nobre' na imprensa".

Assinale a alternativa cujas palavras substituem, respectivamente, os termos destacados conservando o mesmo sentido.

 

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2586185 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O sociólogo francês Edgar Morin, no livro "Cultura de Massas no Século XX: o espírito do tempo" (1962), levanta uma característica da mídia de sua época que gritava aos seus olhos. Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do olimpo, colocando-as em maior destaque do que suas atribuições culturais. Diz ele que "esses ollmpianos não são apenas os astros, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres. Picasso, Cocteau, Dali, Sagan... Margarel e B. B., Soraya e Liz Taylor, a pnncesa e a estrela se encontram no Olimpo da notícia dos Jornais, dos coquetéis, recepções, Capri, Canánas, e outras moradas encantadas. A informação transforma esses olimpos em vedetes da atualidade".

Meio século após esta observação certeira, o jornalismo cultural habituou-se a cultivar deuses descartáveis, ainda mais quando a crise financeira pede estratégias para segurar leitores e espectadores pagantes. E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia, como a noticia "histórica" de que Kate acabou de dar à luz a Charlotte, a princesinha. Grandes consumidores dos impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático. Mas revistas e telejornais - e não só os programas de fofoca - elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo absolutamente banal. Príncipe William e Kate levam os filhos à missa de Natal, diz o portal Glamour, em sua cobertura "cultural". William e Kate levam George e Charlotte à festa infantil no Canadá, estampa o G1 na página principal.

O culto à personalidade é muito mais antigo que a citação de Morin, mas hoje, ele tomou conta até de veículos com cobertura cultural séria. Determinada emissora televisiva dedicou horas e horas ao Prêmio Nobel de Literatura concedido a Bob Dylan sem um minuto sequer de um especialista cultural explicando os méritos musicais do compositor, nas melodias, letras, instrumentos etc. Será que colocar um trecho de Blowin' in lhe Wind é o suficiente para todos os telespectadores entenderem o quão genial é Dylan?

O jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na Imprensa. Mas ser filho de famoso já é ingresso suficiente, certo? Filha de Tom, Maria Cavalcante entrevista famosos na web e sonha em atuar, estampa o UOL. Calma, Maria, logo logo, graças a exposição do seu talento ainda em gestação, um convite para novela irá surgir. E então. mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.

(BALLERINI, Franthiesco. O Olimpo dos deuses descartáveis. Observatório da Imprensa, 14 02 2017. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja pontuação está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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2586184 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O sociólogo francês Edgar Morin, no livro "Cultura de Massas no Século XX: o espírito do tempo" (1962), levanta uma característica da mídia de sua época que gritava aos seus olhos. Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do olimpo, colocando-as em maior destaque do que suas atribuições culturais. Diz ele que "esses ollmpianos não são apenas os astros, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres. Picasso, Cocteau, Dali, Sagan... Margarel e B. B., Soraya e Liz Taylor, a pnncesa e a estrela se encontram no Olimpo da notícia dos Jornais, dos coquetéis, recepções, Capri, Canánas, e outras moradas encantadas. A informação transforma esses olimpos em vedetes da atualidade".

Meio século após esta observação certeira, o jornalismo cultural habituou-se a cultivar deuses descartáveis, ainda mais quando a crise financeira pede estratégias para segurar leitores e espectadores pagantes. E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia, como a noticia "histórica" de que Kate acabou de dar à luz a Charlotte, a princesinha. Grandes consumidores dos impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático. Mas revistas e telejornais - e não só os programas de fofoca - elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo absolutamente banal. Príncipe William e Kate levam os filhos à missa de Natal, diz o portal Glamour, em sua cobertura "cultural". William e Kate levam George e Charlotte à festa infantil no Canadá, estampa o G1 na página principal.

O culto à personalidade é muito mais antigo que a citação de Morin, mas hoje, ele tomou conta até de veículos com cobertura cultural séria. Determinada emissora televisiva dedicou horas e horas ao Prêmio Nobel de Literatura concedido a Bob Dylan sem um minuto sequer de um especialista cultural explicando os méritos musicais do compositor, nas melodias, letras, instrumentos etc. Será que colocar um trecho de Blowin' in lhe Wind é o suficiente para todos os telespectadores entenderem o quão genial é Dylan?

O jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na Imprensa. Mas ser filho de famoso já é ingresso suficiente, certo? Filha de Tom, Maria Cavalcante entrevista famosos na web e sonha em atuar, estampa o UOL. Calma, Maria, logo logo, graças a exposição do seu talento ainda em gestação, um convite para novela irá surgir. E então. mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.

(BALLERINI, Franthiesco. O Olimpo dos deuses descartáveis. Observatório da Imprensa, 14 02 2017. Adaptado)

Assinale a alternativa cujos termos entre parêntesis substituem as palavras destacadas, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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2586183 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O sociólogo francês Edgar Morin, no livro "Cultura de Massas no Século XX: o espírito do tempo" (1962), levanta uma característica da mídia de sua época que gritava aos seus olhos. Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do olimpo, colocando-as em maior destaque do que suas atribuições culturais. Diz ele que "esses ollmpianos não são apenas os astros, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres. Picasso, Cocteau, Dali, Sagan... Margarel e B. B., Soraya e Liz Taylor, a pnncesa e a estrela se encontram no Olimpo da notícia dos Jornais, dos coquetéis, recepções, Capri, Canánas, e outras moradas encantadas. A informação transforma esses olimpos em vedetes da atualidade".

Meio século após esta observação certeira, o jornalismo cultural habituou-se a cultivar deuses descartáveis, ainda mais quando a crise financeira pede estratégias para segurar leitores e espectadores pagantes. E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia, como a noticia "histórica" de que Kate acabou de dar à luz a Charlotte, a princesinha. Grandes consumidores dos impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático. Mas revistas e telejornais - e não só os programas de fofoca - elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo absolutamente banal. Príncipe William e Kate levam os filhos à missa de Natal, diz o portal Glamour, em sua cobertura "cultural". William e Kate levam George e Charlotte à festa infantil no Canadá, estampa o G1 na página principal.

O culto à personalidade é muito mais antigo que a citação de Morin, mas hoje, ele tomou conta até de veículos com cobertura cultural séria. Determinada emissora televisiva dedicou horas e horas ao Prêmio Nobel de Literatura concedido a Bob Dylan sem um minuto sequer de um especialista cultural explicando os méritos musicais do compositor, nas melodias, letras, instrumentos etc. Será que colocar um trecho de Blowin' in lhe Wind é o suficiente para todos os telespectadores entenderem o quão genial é Dylan?

O jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na Imprensa. Mas ser filho de famoso já é ingresso suficiente, certo? Filha de Tom, Maria Cavalcante entrevista famosos na web e sonha em atuar, estampa o UOL. Calma, Maria, logo logo, graças a exposição do seu talento ainda em gestação, um convite para novela irá surgir. E então. mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.

(BALLERINI, Franthiesco. O Olimpo dos deuses descartáveis. Observatório da Imprensa, 14 02 2017. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja reescrita do texto emprega a crase de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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2586182 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O sociólogo francês Edgar Morin, no livro "Cultura de Massas no Século XX: o espírito do tempo" (1962), levanta uma característica da mídia de sua época que gritava aos seus olhos. Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do olimpo, colocando-as em maior destaque do que suas atribuições culturais. Diz ele que "esses ollmpianos não são apenas os astros, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres. Picasso, Cocteau, Dali, Sagan... Margarel e B. B., Soraya e Liz Taylor, a pnncesa e a estrela se encontram no Olimpo da notícia dos Jornais, dos coquetéis, recepções, Capri, Canánas, e outras moradas encantadas. A informação transforma esses olimpos em vedetes da atualidade".

Meio século após esta observação certeira, o jornalismo cultural habituou-se a cultivar deuses descartáveis, ainda mais quando a crise financeira pede estratégias para segurar leitores e espectadores pagantes. E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia, como a noticia "histórica" de que Kate acabou de dar à luz a Charlotte, a princesinha. Grandes consumidores dos impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático. Mas revistas e telejornais - e não só os programas de fofoca - elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo absolutamente banal. Príncipe William e Kate levam os filhos à missa de Natal, diz o portal Glamour, em sua cobertura "cultural". William e Kate levam George e Charlotte à festa infantil no Canadá, estampa o G1 na página principal.

O culto à personalidade é muito mais antigo que a citação de Morin, mas hoje, ele tomou conta até de veículos com cobertura cultural séria. Determinada emissora televisiva dedicou horas e horas ao Prêmio Nobel de Literatura concedido a Bob Dylan sem um minuto sequer de um especialista cultural explicando os méritos musicais do compositor, nas melodias, letras, instrumentos etc. Será que colocar um trecho de Blowin' in lhe Wind é o suficiente para todos os telespectadores entenderem o quão genial é Dylan?

O jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na Imprensa. Mas ser filho de famoso já é ingresso suficiente, certo? Filha de Tom, Maria Cavalcante entrevista famosos na web e sonha em atuar, estampa o UOL. Calma, Maria, logo logo, graças a exposição do seu talento ainda em gestação, um convite para novela irá surgir. E então. mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.

(BALLERINI, Franthiesco. O Olimpo dos deuses descartáveis. Observatório da Imprensa, 14 02 2017. Adaptado)

Analise a frase abaixo para responder à questão.

"Mas revistas e telejornais elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo 'absolutamente' banal".

É correto afirmar que o termo destacado possui o sentido de

 

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2586181 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O sociólogo francês Edgar Morin, no livro "Cultura de Massas no Século XX: o espírito do tempo" (1962), levanta uma característica da mídia de sua época que gritava aos seus olhos. Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do olimpo, colocando-as em maior destaque do que suas atribuições culturais. Diz ele que "esses ollmpianos não são apenas os astros, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres. Picasso, Cocteau, Dali, Sagan... Margarel e B. B., Soraya e Liz Taylor, a pnncesa e a estrela se encontram no Olimpo da notícia dos Jornais, dos coquetéis, recepções, Capri, Canánas, e outras moradas encantadas. A informação transforma esses olimpos em vedetes da atualidade".

Meio século após esta observação certeira, o jornalismo cultural habituou-se a cultivar deuses descartáveis, ainda mais quando a crise financeira pede estratégias para segurar leitores e espectadores pagantes. E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia, como a noticia "histórica" de que Kate acabou de dar à luz a Charlotte, a princesinha. Grandes consumidores dos impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático. Mas revistas e telejornais - e não só os programas de fofoca - elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo absolutamente banal. Príncipe William e Kate levam os filhos à missa de Natal, diz o portal Glamour, em sua cobertura "cultural". William e Kate levam George e Charlotte à festa infantil no Canadá, estampa o G1 na página principal.

O culto à personalidade é muito mais antigo que a citação de Morin, mas hoje, ele tomou conta até de veículos com cobertura cultural séria. Determinada emissora televisiva dedicou horas e horas ao Prêmio Nobel de Literatura concedido a Bob Dylan sem um minuto sequer de um especialista cultural explicando os méritos musicais do compositor, nas melodias, letras, instrumentos etc. Será que colocar um trecho de Blowin' in lhe Wind é o suficiente para todos os telespectadores entenderem o quão genial é Dylan?

O jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na Imprensa. Mas ser filho de famoso já é ingresso suficiente, certo? Filha de Tom, Maria Cavalcante entrevista famosos na web e sonha em atuar, estampa o UOL. Calma, Maria, logo logo, graças a exposição do seu talento ainda em gestação, um convite para novela irá surgir. E então. mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.

(BALLERINI, Franthiesco. O Olimpo dos deuses descartáveis. Observatório da Imprensa, 14 02 2017. Adaptado)

Analise a frase abaixo para responder à questão.

"O Jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, 'ainda que' não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na imprensa".

É correto afirmar que o termo destacado é uma conjunção

 

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2586180 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: FASE RS
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O sociólogo francês Edgar Morin, no livro "Cultura de Massas no Século XX: o espírito do tempo" (1962), levanta uma característica da mídia de sua época que gritava aos seus olhos. Ele dizia que a imprensa tinha uma habilidade única de jogar personalidades no alto do olimpo, colocando-as em maior destaque do que suas atribuições culturais. Diz ele que "esses ollmpianos não são apenas os astros, mas também os campeões, príncipes, reis, playboys, exploradores, artistas célebres. Picasso, Cocteau, Dali, Sagan... Margarel e B. B., Soraya e Liz Taylor, a pnncesa e a estrela se encontram no Olimpo da notícia dos Jornais, dos coquetéis, recepções, Capri, Canánas, e outras moradas encantadas. A informação transforma esses olimpos em vedetes da atualidade".

Meio século após esta observação certeira, o jornalismo cultural habituou-se a cultivar deuses descartáveis, ainda mais quando a crise financeira pede estratégias para segurar leitores e espectadores pagantes. E nada como transformar o mundano num enredo hollywoodiano que toma todos os telejornais do dia, como a noticia "histórica" de que Kate acabou de dar à luz a Charlotte, a princesinha. Grandes consumidores dos impostos dos ingleses, a família real sabe que precisa dar este gostinho aos seus súditos, e se adapta ao furor midiático. Mas revistas e telejornais - e não só os programas de fofoca - elevam à dignidade de um acontecimento histórico algo absolutamente banal. Príncipe William e Kate levam os filhos à missa de Natal, diz o portal Glamour, em sua cobertura "cultural". William e Kate levam George e Charlotte à festa infantil no Canadá, estampa o G1 na página principal.

O culto à personalidade é muito mais antigo que a citação de Morin, mas hoje, ele tomou conta até de veículos com cobertura cultural séria. Determinada emissora televisiva dedicou horas e horas ao Prêmio Nobel de Literatura concedido a Bob Dylan sem um minuto sequer de um especialista cultural explicando os méritos musicais do compositor, nas melodias, letras, instrumentos etc. Será que colocar um trecho de Blowin' in lhe Wind é o suficiente para todos os telespectadores entenderem o quão genial é Dylan?

O jornalismo cultural também é prodigioso em preparar o Olimpo para os próximos deuses, ainda que não tenham dado nenhuma fagulha de talento para justificar o espaço nobre na Imprensa. Mas ser filho de famoso já é ingresso suficiente, certo? Filha de Tom, Maria Cavalcante entrevista famosos na web e sonha em atuar, estampa o UOL. Calma, Maria, logo logo, graças a exposição do seu talento ainda em gestação, um convite para novela irá surgir. E então. mais perfis surgirão sobre sua vida pessoal do que, necessariamente, suas técnicas de atuação.

(BALLERINI, Franthiesco. O Olimpo dos deuses descartáveis. Observatório da Imprensa, 14 02 2017. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase emprega palavra com sentido figurado.

 

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