Foram encontradas 40 questões.
Abordando a flexão de grau do substantivo, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e aponte a alternativa correta.
( ) Grau aumentativo sintético: é acrescido ao substantivo um sufixo indicador de aumento.
( ) Grau diminutivo analítico: é acrescido ao substantivo um sufixo indicador de diminuição.
( ) Grau diminutivo sintético: substantivo acompanhado de um adjetivo que indica pequenez.
( ) Casa grande: (Grau aumentativo analítico); casarão: (grau aumentativo sintético).
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Quanto à estrutura das palavras, assinale (C) correto ou (I) incorreto e marque a alternativa devida.
( ) Radical é o morfema originário e irredutível que contém o núcleo significativo comum a uma família linguística.
( ) Raiz é o morfema que funciona como o segmento lexical da palavra, opondo-se ao segmento que lhe assinala (por meio de outros morfemas) as flexões e a derivação.
( ) Desinência é o morfema indicativo das flexões das palavras, isto é, das variações por que elas passam para expressar as categorias gramaticais de gênero e número (nos nomes) e de pessoa, número, modo e tempo (nos verbos).
( ) Vogal temática é o morfema que caracteriza nomes e verbos portugueses, reunindo-os em classes morfológicas estanques.
( ) Tema é o radical ampliado por uma vogal temática. Assim, do radical ros- obter-se-á, pela adjunção da vogal temática nominal a, o tema rosa-; identicamente, o radical trabalh-, acrescido da vogal temática da 1ª conjugação, dar-nos-á o tema trabalha-.
( ) Afixos são morfemas destinados à formação de derivados.
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Aprendi. (Clarice Lispector).
Compreendi que viver é ser livre. Que ter amigos é necessário. Que lutar é manter-se vivo.
Que para ser feliz basta querer.
Aprendi que o tempo cura. Que mágoa passa. Que decepção não mata. Que hoje é reflexo de ontem. Compreendi que podemos chorar sem derramar lágrimas. Que um verdadeiro amigo permanece. Que dor fortalece. Que vencer engrandece.
Aprendi que sonhar não é fantasiar. Que para sorrir tem que se fazer alguém sorrir. Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos. Que o valor está na força da conquista.
Compreendi que as palavras têm força. Que fazer é melhor que falar. Que o olhar não mente.
Que viver é aprender com os erros. Aprendi que tudo depende da vontade. Que o melhor é ser nós mesmos. Que o segredo da vida é viver!
E uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de.
Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.
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Aprendi. (Clarice Lispector).
Compreendi que viver é ser livre. Que ter amigos é necessário. Que lutar é manter-se vivo.
Que para ser feliz basta querer.
Aprendi que o tempo cura. Que mágoa passa. Que decepção não mata. Que hoje é reflexo de ontem. Compreendi que podemos chorar sem derramar lágrimas. Que um verdadeiro amigo permanece. Que dor fortalece. Que vencer engrandece.
Aprendi que sonhar não é fantasiar. Que para sorrir tem que se fazer alguém sorrir. Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos. Que o valor está na força da conquista.
Compreendi que as palavras têm força. Que fazer é melhor que falar. Que o olhar não mente.
Que viver é aprender com os erros. Aprendi que tudo depende da vontade. Que o melhor é ser nós mesmos. Que o segredo da vida é viver!
E uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de.
Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.
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Aprendi. (Clarice Lispector).
Compreendi que viver é ser livre. Que ter amigos é necessário. Que lutar é manter-se vivo.
Que para ser feliz basta querer.
Aprendi que o tempo cura. Que mágoa passa. Que decepção não mata. Que hoje é reflexo de ontem. Compreendi que podemos chorar sem derramar lágrimas. Que um verdadeiro amigo permanece. Que dor fortalece. Que vencer engrandece.
Aprendi que sonhar não é fantasiar. Que para sorrir tem que se fazer alguém sorrir. Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos. Que o valor está na força da conquista.
Compreendi que as palavras têm força. Que fazer é melhor que falar. Que o olhar não mente.
Que viver é aprender com os erros. Aprendi que tudo depende da vontade. Que o melhor é ser nós mesmos. Que o segredo da vida é viver!
E uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de.
Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.
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O documentário “A Dançarina de Ébano,” (La Danseuse d'ébène) – 2003 –, do diretor Seydou Boro, narra a história e trajetória da bailarina e coreógrafa africana Irène Tassembédo, (1956). Ela é ex-aluna da Escola Pan-africanista Mudra Afrique, (1977), em Dakar, que tinha como idealizadores o então Presidente Senegalês Léopold Sédar Senghor, (1906-2001) e Maurice Bejárt, (1927-2007), tendo como diretora artística Germany Acogny, (1944). Tassembédo, portanto, insere-se na genealogia da dança contemporânea africana ao estabelecer conexões com as tradições locais que demonstram a integração da dança com a vida cotidiana e a realidade africana.
Qual é o nome da companhia de dança fundada por Irène Tassembédo?
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