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Em relação ao tumor de cabeça de pâncreas, o parâmetro que NÃO impede a ressecção tumoral visando a cura e:
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Paciente, 30 anos, masculino, vítima de acidente automobilístico (auto X caminhão), chega ao pronto-socorro apresentando abertura ocular após estímulo álgico, respondendo ao examinador com palavras inapropriadas e retirando os membros após estímulo doloroso.
Aescala de coma de Glasgow para o caso descrito e:
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O tumor intracraniano maligno não glial mais comum na infância e o:
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2541557
Ano: 2017
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Segundo a Lei Federal ne— 9.656/98, _e obrigatório aos planos de saúde privados, com EXCEÇAO da:
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A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
No diagnóstico realizado, as ações relativas aos programas de humanização apresentavam caráter limitado por:
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A maioria dos pacientes diagnosticados com neoplasia maligna bem diferenciada da tireoide apresenta bom prognóstico. Porem, vários são os fatores que podem contribuir para evolução desfavorável destes pacientes.
Utilizando a classificação de risco do prognóstico para pacientes portadores de câncer bem diferenciado de tireoide (AMES ou AGES), pode-se considerar fator de alto risco prognóstico:
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2541505
Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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O SESMT — Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho — de empresas de risco 3, que tenham entre 501 e 1.000 empregados, segundo a NR 4, deve ter a seguinte composição:
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Conforme estabelecido na Lei que regula, em todo o território nacional, o Sistema Único de Saúde (Lei nº 8.080/90), as ações e serviços de saúde, as atividades de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico em saúde serão cofinanciadas, entre outros, por:
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Jovem do sexo masculino, usuário de drogas injetáveis, iniciou quadro de dispneia mantendo bom estado geral. A radiografia de tórax evidencia padrão granular disseminado em ambos os pulmões e consolidação no lobo superior direito. A alternativa que melhor descreve as lesões encontradas na tomografia computadorizada, bem como a hipótese diagnóstica é:
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2541392
Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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O médico do trabalho, ao realizar uma verificação das condições de trabalho relativas à ergonomia, conforme a NR 17 — Ergonomia, em um setor da empresa que exige solicitação intelectual e atenção constantes, constatou a seguinte evidência, que NÃO está em conformidade à NR 17:
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