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A humanização tem sido estudada no âmbito da saúde visando proporcionar uma assistência que considere o indivíduo na sua totalidade. A humanização em saúde objetiva resgatar o respeito da vida humana. Nesse sentido, cada profissional, equipe e instituição terá seu processo singular de humanização. Segundo Deslandes (2004), os gestores definem humanização com os seguintes indicadores:
I. Reconhecimento dos direitos do paciente.
II. Maior democratização das relações de poder entre profissionais e pacientes.
III. Diálogo e melhoria da comunicação entre profissionais de saúde e o paciente.
IV. Qualidade da relação interpessoal entre profissionais e usuários (cuidados pautados pelo acolhimento, escuta, empatia e respeito).
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De acordo com Elisabeth Kubler-Ross (2005), em nosso inconsciente, a morte nunca é possível quando se trata se nós mesmos. É inconcebível para o inconsciente imaginar um fim real para nossa vida na Terra. A autora listou estágios no processo do morrer, a saber:
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A terapia cognitivo-comportamental tem como objetivos mudar pensamentos, ampliar estratégias de enfrentamento e modificar estados emocionais que contribuem para a psicopatologia. Trata-se de uma terapia ativa, com limite de tempo e com foco na redução de sintomas. Em relação à terapia cognitivo-comportamental (TCC) no envelhecimento, afirma-se:
I. Na aplicação com idosos deprimidos, um estudo apontou que 70% dos clientes reduziram os sintomas e, numa reavaliação após dois anos, 70% seguiam com os ganhos do tratamento.
II. Na TCC de idosos é fundamental considerar déficits cognitivos, disfunções comportamentais graves ou transtorno de personalidade associado, motivação e responsabilidade pessoal para a mudança, bem como compreensão e aceitação de um tratamento psicoterápico.
III. É fundamental identificar as cognições chaves, especialmente as atitudes a respeito da idade e do envelhecimento.
IV. A velhice representa o tempo de transição de papéis assumidos socialmente e da autoavaliação, o que pode funcionar como um disparador de problemas emocionais.
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Na população geriátrica, a depressão talvez seja o exemplo mais comum de uma doença com apresentação clínica inespecífica e atípica. Os sinais e sintomas de depressão podem ser causados por várias doenças físicas tratáveis, ou representar as manifestações clínicas iniciais de um episódio de depressão maior ou menor. Em muitos pacientes a depressão coexiste com doença(s) física(s). Dado esse contexto, considere os fatores que predispõem os indivíduos idosos à depressão:
I. Perda de memória e demência.
II. Perda de função física.
III. Perda de familiares e amigos.
IV. Aposentadoria.
V. História familiar (predisposição genética).
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A psicoterapia breve ou de emergência é baseada em proposições derivadas da teoria psicanalítica e objetiva levar a mudanças relativamente extensivas e rapidamente atingidas. A respeito dessa técnica podemos afirmar que:
I. Consiste de uma série de intervenções, cuidadosamente formuladas, que buscam promover o processo terapêutico de uma maneira ordenada e previsível.
II. Cria condições adequadas, nas quais o paciente se torna consciente de distorções aperceptivas, de conflitos e de desejos.
III. Proporciona uma sequência ordenada para a aprendizagem, desaprendizagem e reaprendizagem, pela criação e manutenção de uma ótima motivação.
IV. Promove, dentro do setting terapêutico protegido, e através do uso de técnicas específicas, tanto o aumento da ansiedade quanto a sua total eliminação, de maneira que a aprendizagem por insight, por condicionamento e identificação possam levar a uma reestruturação da personalidade.
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Uma das grandes dificuldades em saúde é a clara definição e avaliação do que é normal e do que considerado patológico. Na prática da psicologia hospitalar, essa dificuldade é ampliada, pois há necessidade de se considerarem fatores adicionais para o diagnóstico. Dai os quadros que se apresentarem serem considerados sob quatro categorias: normais, patológicos, reativos e esperados. Dado esse contexto, é correto afirmar:
I. Agitação psicomotora, depressão, choro compulsivo que se seguem ao luto por perda de ente querido não são parâmetros para se identificar a insanidade mental.
II. Privação sensorial por si só não é potente o suficiente para desencadear desorientação temporo-espacial que, quando se apresenta, conduz a um diagnóstico de psicose.
III. Perda de apetite, distúrbios de sono, decorrentes de ansiedade, que antecedem uma cirurgia não são psicopatológicos.
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Muitos fatores predispõem os pacientes geriátricos ao desenvolvimento de delírio, incluindo prejuízo do desempenho sensorial e privação sensorial, privação do sono, imobilização, transferência para um ambiente não familiar e estresses psicossociais, tais como perdas. Observações de pacientes geriátricos hospitalizados, apontam que vários fatores estão associados ao desenvolvimento de delírio, incluindo:
I. Sexo masculino e idade superior a 80 anos.
II. Desnutrição.
III. Fratura.
IV. Sondas vesicais.
V. Demência preexistente.
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De acordo com Neri (2001), que analisa os paradigmas contemporâneos sobre o desenvolvimento humano, afirma-se:
I. A expressão ciclo de vida pode significar sucessão de estágios ou repetição das experiências de desenvolvimento geração após geração.
II. A teoria de Erik Erikson não apresenta avanços em relação às teorias clássicas do desenvolvimento, apesar de considerar a vida humana em toda sua extensão.
III. A teoria de Erik Erikson foi definida por ele como epigenética, palavra que etimologicamente significa algo que se revela ou desdobra sucessivamente, sendo que os estágios mais avançados estão contidos nos anteriores.
IV. Uma coorte consiste num conjunto de pessoas nascidas na mesma época, que entram e saem juntas de seus sistemas ou instituições – como, por exemplo, a escola e o trabalho – e tendem a experimentar os mesmos eventos históricos.
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A incidência do quadro de Delirium é alta na população idosa, sendo muito importante a realização diagnóstica. Os profissionais de saúde precisam saber da existência do quadro, conseguir reconhecê-lo e fazer o diagnóstico com eficácia, para que diminuam os casos não detectados. Com a correta realização diagnóstica, a causa orgânica poderá ser tratada, os riscos de mortalidade e morbidade diminuirão e os pacientes também ficarão menos tempo no hospital. De acordo com o DSM-IV, quais são os critérios diagnósticos para Delirium?
I. Distúrbio da consciência (redução da clareza de percepção do ambiente) em conjunção com reduzida habilidade para focalizar, sustentar ou desviar a atenção.
II. Desenvolvimento do distúrbio durante um breve período (usualmente horas e dias) e uma tendência à flutuação durante o dia.
III. Desenvolvimento de um distúrbio perceptível que não é explicado por demência preexistente, estabelecida ou em desenvolvimento (déficit de atenção, memória ou desorientação).
IV. Evidência baseada na história, no exame físico ou em achados laboratoriais de que o distúrbio é causado por uma condição médica geral; uma intoxicação medicamentosa ou efeito colateral; uma síndrome de abstinência; enfim, por múltiplos fatores.
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A cuidadosa avaliação da qualidade de vida de pacientes em estado avançado de doença é um dos elementos fundamentais para o bom funcionamento de programas de cuidados paliativos. Os critérios para a escolha de uma boa medida de qualidade de vida deve contemplar os seguintes pontos: definição clara do que está sendo medido; itens específicos para a doença do paciente; e clareza e precisão dos enunciados. Nesse sentido, as escalas devem contemplar aspectos imediatos e efeitos a longo prazo do tratamento. Qual é a escala que atende a esses critérios e que pode ser utilizada em pacientes terminais?
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