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A descrição que corresponde a visão histeroscópica do endométrio na fase proliferativa é:
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Paciente na pós-menopausa, assintomática, em uso de tamoxifeno por CA de mama, realizou ultrassonografia transvaginal com achado de endométrio heterogêneo de 0,8cm de espessura. Ao ser submetida a histeroscopia, o achado histeroscópico mais provável é:
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Paciente de 30 anos com 3 perdas gestacionais da primeira metade da gestação, portadora de agenesia renal a direita, foi encaminhada para fazer uma histeroscopia.
Indique a hipótese diagnóstica mais provável.
Indique a hipótese diagnóstica mais provável.
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A medida que visa reduzir o desconforto durante a histeroscopia ambulatorial é:
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Analise as afirmações abaixo sobre as complicações da histeroscopia.
I O uso de endoscópio de maior diâmetro reduz o risco de falso trajeto, por permitir visão ampliada da cavidade.
II O reflexo vagal pode ocorrer por estímulos na região de orifício interno cervical, estando associado à inervação simpática do colo uterino.
III O sangramento após a histeroscopia pode ser resultado de laceração do colo, particularmente quando utilizada a pinça Pozzi.
Está(ão) correta(s), apenas:
I O uso de endoscópio de maior diâmetro reduz o risco de falso trajeto, por permitir visão ampliada da cavidade.
II O reflexo vagal pode ocorrer por estímulos na região de orifício interno cervical, estando associado à inervação simpática do colo uterino.
III O sangramento após a histeroscopia pode ser resultado de laceração do colo, particularmente quando utilizada a pinça Pozzi.
Está(ão) correta(s), apenas:
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Analise as afirmações abaixo sobre a técnica da histeroscopia.
I A introdução do instrumental através da vaginoscopia reduz o desconforto durante o procedimento ambulatorial
II A visão endoscópica foroblíqua de 30° dificulta o estudo panorâmico da cavidade uterina
III Em pacientes com útero em retroflexão acentuada, faz-se necessário girar o instrumental em 120° durante a sua inserção
IV O CO2 pode ser utilizado como meio de distensão uterina
Estão corretas, apenas:
I A introdução do instrumental através da vaginoscopia reduz o desconforto durante o procedimento ambulatorial
II A visão endoscópica foroblíqua de 30° dificulta o estudo panorâmico da cavidade uterina
III Em pacientes com útero em retroflexão acentuada, faz-se necessário girar o instrumental em 120° durante a sua inserção
IV O CO2 pode ser utilizado como meio de distensão uterina
Estão corretas, apenas:
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É contraindicação para realizar a histeroscopia:
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Paciente, 40 anos, G4 P3 A1, sem comorbidades com colpocitologia de “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau – HSIL” apresentando o seguinte laudo colposcópico (segundo terminologia da IFCPC 2011): “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível com pequeno compontente endocervical, zona de transformação do tipo 2, epitélio acetobranco denso com rápido aparecimento orifícios glandulares espessados ocupando dois quadrantes de lábio posterior entre 4-9h. Teste de Schiller positivo”. A mesma foi submetida à excisão da zona de transformação do colo uterino tipo 2 com o seguinte resultado: “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau cervical com margem endocervical comprometida”.
Identifique a melhor condução para este caso
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Paciente, 37 anos, G1 P1 (1 parto normal) sem comorbidades, com colpocitologia evidenciando “Lesão intraepitelial escamosa de alto grau - HSIL”, apresentando o seguinte laudo colposcópico (segundo terminologia IFCPC 2011): “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação do tipo 1, epitélio escamoso metaplásico com inúmeros cistos de Naboth, ausência de acetobranqueamento em epitélio de colo uterino. Teste de Schiller negativo. Parede vaginal lateral direita com epitélio acetobranco denso com rápido aparecimento medindo 2 cm em terço superior de parede vaginal lateral direita. Teste de Schiller positivo nesta área”.
Identifique a principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta para o caso
Identifique a principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta para o caso
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Paciente 30 anos encaminhada para colposcopia por colpocitologia com “Adenocarcinoma in situ”. G4 P4 (2 cesarianas + ligadura tubária bilateral), sem comorbidades. Refere ciclos menstruais regulares, fluxo normal. Peso normal. Segue laudo da colposcopia: “Colposcopia adequada, junção escamocolunar completamente visível, zona de transformação do tipo 1, epitélio escamoso metaplásico com orifícios glandulares abertos, epitélio acetobranco tênue com bordas irregulares mal definidas ocupando os dois quadrantes do lábio anterior, dentro da zona de transformação. Teste de Schiller positivo.”
Identifique a conduta mais apropriada para o caso
Identifique a conduta mais apropriada para o caso
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